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	<title>Arquivos dolar - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Soja rumo aos 14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:12:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem aqui lembra de quantas foram as tentativas que o mercado da soja fez para poder romper a barreira dos 12,00 dólares/bushel na Bolsa de Chicago?</h2>
<p>Analisando os gráficos pode-se perceber que para superar a resistência, os fundos lidaram com aspectos fundamentais de peso e tiveram que insistir várias vezes para fazer os preços romperem tal barreira, mas depois de rompida, mesmo com as especulações da sara sul-americana quem poderia imaginar que os preços buscariam em <strong>pouquíssimos pregões</strong> a marca de 13,00 e iniciariam 2021 com gás total buscando espaço rumo os US$ 14,00?</p>
<p>E o que dizer que esse gás todo aconteceria num momento de apagar de luzes de ano, período mais que propicio para liquidações de posição de fundos, diminuição de exposição de carteira e realização de lucros?</p>
<p>A alta impressionante de 2 dólares em menos de 1 mês foi reflexo direto de compras intensas por parte de grandes fundos de investimentos que adicionaram posições em suas carteiras levando os preços da oleaginosa para os patamares então observados há 6 anos e meio atrás – em 2014.</p>
<p>A estratégia dos mesmos para estas compras adicionais foi fundamentada por uma combinação de fatores, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong># Greve portuária de 20 dias na Argentina que impactou no atraso de carregamento de pelo menos 170 navios;</strong></li>
<li><strong># Moeda Chinesa com momentos que ganhou frente ao dólar garantindo maior poder de compra (importação). Inclusive com reportes de novas rodadas de compras de alguns cargos para agosto e setembro. No momento o grão norte americano para embarque agosto está mais competitivo e os negócios estão sendo reportados com origem dos Estados Unidos, mas um volume menor de soja brasileira para outro período de entrega voltou a ser negociado.</strong></li>
<li><strong>#Demanda geral em vários setores reaquecendo com mercados voltando a reabastecer com expectativa de retomada econômica com protocolo de vacinação em massa para covid 19 em diversos países;</strong></li>
<li><strong>#Mas o que de fato teve um peso relevante na decisão dos fundos em aumentar posições compradas, porém o CLIMA IRREGULAR em dezembro em parte da América do sul produtora foi o fundamento de maior impacto nessa decisão. Não se pode desconsiderar que estamos em um momento de La Niña o que faz o mercado considerar na equação o risco climático e neste caso pagar um prêmio pelo risco de quebra de safra.</strong></li>
</ul>
<p>Províncias importantes na Argentina, bolsões em estados do Paraguai e Uruguai e no sul do Brasil alimentaram a preocupação de uma nova rodada de encolhimento de oferta do grão justamente em um cenário de aperto mundial de estoques após China acelerar compras para repor estoques e voltar a partir de agosto a comprar dos Estados Unidos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o clima, a safra brasileira bastante comercializada não estimula ofertas por parte da origem brasileira que prefere aguardar a evolução da safra para reavaliar novas vendas, o que evidencia ainda mais o quadro de escassez de ofertas mundial, o que reforça a preocupação sobre a vulnerabilidade da safra sul-americana no contexto internacional.</p>
<p>No curto prazo, o mercado acompanhará simultaneamente múltiplos fatores que conferirão grau extra de nervosismo e volatilidade à medida que tais situações se acentuarem ou resolverem.</p>
<p>É o caso do <strong>Clima</strong>.</p>
<p>No Brasil ainda existe todo um ciclo para concluir a safra brasileira que no momento não está definida. Por agora, 11 de janeiro, diversas casas estimam números distintos para a safra e minha estimativa considerando as chuvas recentes é de uma safra de 130 milhões de toneladas. Neste ponto há que se considerar também atraso considerável na colheita da safra. Na Argentina – Há toda uma temporada pela frente uma vez que o plantio está sendo concluído devido ao atraso considerável das chuvas. De acordo com um recente boletim da Bolsa de Cereales, apenas 51 % das áreas semeadas apresentam condições de umidade favorável e adequadas e 49% apresentam condições regulares e seca ao norte de Buenos Aires, em Santa Fé e Entre Rios e chuvas nestas províncias são urgentes.</p>
<p>Em paralelo, o mercado continuará a monitorar o comportamento da <strong>Demanda Chinesa por alimentos</strong>. Observar com será a postura comercial dos chineses para a oferta brasileira pode ser a chave para algumas respostas que o mercado busca. No próximo dia 20, tomará posse nos Estados Unidos o presidente recém eleito, Joe Biden e certamente a temática Guerra Comercial voltará aos holofotes internacionais. A valorização ou desvalorização da moeda chinesa pode impactar nesta equação, embora minimamente para a soja e em maior proporção para outros alimentos. Uma moeda mais valorizada localmente incentivaria uma política de reposição geral de estoques estratégicos.</p>
<p>Antes disso, os olhos do mercado se voltarão os levantamentos de CONAB e USDA que serão divulgados dia 12 de janeiro e que devem garantir grandes emoções. Há muita especulação sobre o tamanho das safras sul-americanas e a projeção de estoques e exportação dos Estados Unidos e muita volatilidade pode ser observada.</p>
<p>Por aqui seguiremos acompanhando atentamente cada passo deste mercado, torcendo que as condições climáticas no Brasil normalizem e permitam a recuperação do potencial produtivo, afinal nesta temporada o trabalho feito dentro da porteira foi mais uma vez exemplar e com a melhor tecnologia empregada e tudo o que o Brasil precisa é de bons preços para aumentar com segurança, a média de venda da soja já comercializada e para isso quanto maior a produção, melhor será o preço médio.</p>
<p>Um abraço e nos vemos em março,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/soja-rumo-aos-14-dlares" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Prêmios China &#038; EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 13:04:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por que os prêmios para soja cederam na semana passada? Essa foi a pergunta que eu mais escutei desde o pregão de quarta-feira, dia 24 até sexta feira, 26. Cheguei até a contribuir em uma entrevista no Canal do Boi na sexta feira e fiz um vídeo no meu canal no Youtube nesse mesmo dia. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Por que os prêmios para soja cederam na semana passada?</h2>
<p>Essa foi a pergunta que eu mais escutei desde o pregão de quarta-feira, dia 24 até sexta feira, 26.</p>
<p>Cheguei até a contribuir em uma entrevista no Canal do Boi na sexta feira e fiz um vídeo no meu canal no Youtube nesse mesmo dia.</p>
<p>Lá eu disse não atribuir a queda a apenas um fator e sim a um conjunto.</p>
<p>Muito se falou da desvalorização cambial e é fato que um dólar mais alto gera competitividade e isso acaba pressionando preços na bolsa ou mercado de prêmios, dependendo do momento e da situação de mercado. Mas novamente eu relembro que no auge da alta do dólar, presenciamos a moeda colar na casa dos 6,00 e não vimos os prêmios não cedendo. Naquele momento China estava no mercado comprando, lembra?</p>
<p>A minha interpretação para a retração dos prêmios da semana passada foi pelo fato da China ter passado 2 dias de folga, celebrando uma data tradicionalmente importante. O festival do dragão e salvo algumas exceções que presenciamos em 2018 e 2019, no auge da guerra comercial, China costuma respeitar as tradições e sai do mercado.</p>
<p>Vale destacar que China está recebendo um grande fluxo de carregamento vindo do Brasil o que repercute em prêmios não tão valorizados nos embarques mais curtos.</p>
<p>Conversei com alguns analistas e traders que negociam na Europa e alguns deles acreditam que China já teria garantido um bom volume para recompor estoques e que estaria com coberta em compras.</p>
<p>Também precisamos colocar nessa conta que o país comprou nos meses de maio e junho dos Estados Unidos um volume interessante se comparado ao que vinha sendo reportado.  E essa postura comercial ocorre pois o mundo inteiro sabe que o Brasil não terá soja suficiente para garantir o fluxo necessário que a China precisa durantes os meses de setembro a janeiro.</p>
<p>Também não se pode deixar de contextualizar que dada uma pandemia existe uma preocupação elevada sobre uma possível segunda onda da doença na China e com isso uma desaceleração econômica.</p>
<p>Sobre os prêmios no Brasil sempre importante pontuar o país deve ter entre 85 a 90% da safra comercializada e as tradings que são as empresas que exportam também parecem estar bem compradas. Logo o que pode facilmente acontecer é que dada a cobertura de posição comprada da China, seria a indústria brasileira a disputar o saldo da soja no Brasil.</p>
<p>Quando se analisa a safra 2020/ 2021 o Brasil apesar de bem vendido deve continuar sim aproveitando oportunidades de prêmios e câmbio uma vez que tem condição de ampliar o quadro de oferta do país na próxima temporada. Certamente que os negócios serão cada vez mais estudados o que exige um acompanhamento mais cauteloso dos participantes.</p>
<p>Reforço que esse acompanhamento deve acontecer no dia, mas entendo que precisamos ter um olhar cada vez mais macro especialmente nesse ano que vivemos tempos diferentes e ainda sob a vigência de uma guerra comercial. A chave da linha que Trump adotará em sua campanha presidencial pode mudar completamente o status atual.</p>
<p>Trump pode ir para o tudo ou nada caso não obtenha no curtíssimo prazo da China o que precisa que são as famosas compras em peso de alimentos dos Estados Unidos. As compras ajudariam a irrigar a economia dos EUA que sofre com a perda de mão de obra no mercado de trabalho.</p>
<p>Uma China estrategista pode estar direcionando Trump a caminhos aonde ele não terá escolha senão romper o acordo fase 1. China com isso arriscaria a possibilidade de discutir termos da guerra comercial com um presidente democrata.</p>
<p>Uma ótima semana a todos e bons negócios.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Soja &#038; Demanda Chinesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2020 21:05:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado da soja em Chicago segue pressionado e carente de notícias novas e por essa razão reagiu positivamente aos sinais de demanda chinesa para o mercado norte americano. Essa foi a justificativa para a reação nos pregões de terça, quarta e quinta aproximadamente 12 centavos nos vencimentos mais próximos. Mesmo com essa reação, o saldo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mercado da soja em Chicago segue pressionado e carente de notícias novas e por essa razão reagiu positivamente aos sinais de demanda chinesa para o mercado norte americano. Essa foi a justificativa para a reação nos pregões de terça, quarta e quinta aproximadamente 12 centavos nos vencimentos mais próximos.</p>
<p>Mesmo com essa reação, o saldo da semana não animou. Os preços da soja voltaram a cair na sexta (7 centavos) e os preços do contrato com vencimento maio, encerraram inalterado frente a semana anterior.</p>
<blockquote><p>No viés de alta, depois de longo período ausente do mercado, os cargos de soja negociados nos Estados Unidos animaram investidores que compraram soja com vencimentos mais curtos. O saldo positivo poderia ter sido melhor, mas nos 3 pregoes em alta, a oleaginosa não apresentou força suficiente para se manter perto das máximas registradas. Além do gás da demanda, correção técnica foi justificativa para a alta.</p></blockquote>
<p>Por agora estamos em um momento de transição. A pressão de safra brasileira foi praticamente precificada, a Argentina segue colhendo enquanto Estados Unidos se voltam aos trabalhos iniciais de plantio, trazendo ferramentas especulativas novas, negativas ou não.</p>
<p>O cenário atual ainda é de uma soja impactada pela queda dos preços internacionais do petróleo, pela falta de demanda expressiva por parte de empresas chinesas, pela competitividade brasileira crescente com altas cambiais seguidas e pelas projeções de grandes áreas destinadas ao plantio de milho e soja, inclusive com resgate em massa de áreas alocadas no Programa de Conservação do governo norte americano.</p>
<blockquote><p>Mas o botão de transição do mercado já começa a processar que o Brasil acumula um alto percentual de comercialização da safra 2019/2020 e retrairá vendas. Em paralelo Argentina mesmo com o estímulo da moeda, adota postura retraída devido à alta carga tributária, direcionando investidores a apostarem que em breve será a vez dos Estados Unidos ocuparem a preferência dos compradores mundiais e em especial dos chineses.</p></blockquote>
<p>Além disso, são cada vez mais recorrentes entre analistas dos Estados Unidos, comentários que o inverno brasileiro deverá complicar a logística de embarques do grão. Alguns antecipam que num futuro próximo o Brasil apresentará dificuldades em administrar os efeitos do coronavirus e que isso respingaria no processo de embarques via portos.</p>
<p>Certamente essa pauta será acompanhada de perto pelos investidores em paralelo a evolução dos trabalhos de plantio nos Estados Unidos, que por agora transcorre de maneira normal, bem diferente do que aconteceu ano passado, quando as chuvas dificultaram ao máximo os trabalhos em campo, lembram?</p>
<p>Será, sem dúvidas, um momento de olhar curioso iniciando o acompanhamento dos trabalhos de plantio no hemisfério norte (EUA, Canadá, Europa e Ásia) sem, no entanto, deixar de observar o que ainda acontece no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.</p>
<p>Vale destacar que o hemisfério norte atravessa pelo menos 3 fases distintas do coronavirus e será vital entender se a doença impactará em perda do potencial produtivo em parte prejudicada pela questão financeira que pode reduzir o grau de tecnologia a ser aplicado em campo ou então devido a atrasos na entrega de insumos e maquinários.</p>
<p>Um outro ponto que chamo atenção foi China ter anunciado início de 2019 um plano de ação para incentivar produtores a plantar mais áreas de soja em detrimento das de milho. A intenção do governo é reduzir estoques estratégicos de milho do governo e a necessidade de importação da oleaginosa.</p>
<p>E sobre China ainda, os próximos dias ajudarão a clarear a dúvida se o país virá de forma mais agressiva às compras de origem dos Estados Unidos. Nesse momento, demanda chinesa é o combustível que falta para consolidar uma recuperação nos preços na Bolsa em Chicago.</p>
<p>O que aguardam os analistas é que China coloque dia a dia sua rotina em dia e siga colocando em casa grande parte da soja que comprou do Brasil, mas que também passe a comprar grão norte americano com embarques a partir de julho. E esse será o grande questionamento do mercado daqui pra frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um abraço e até segunda,</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>E soja para onde vai?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Por Dentro do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>08/04/2020 Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso turnaround tuesday, a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>08/04/2020</p>
<p>Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso <strong>turnaround tuesday,</strong> a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos por bushel.</p>
<p>Embora os investidores no geral usem todas as oportunidades de notícias para fazer dinheiro, o início desse segundo trimestre vem mostrando que os trabalhos mostram investidores mais pautados em fundamento agrícolas e com um perfil mais observador e cauteloso.</p>
<p>Embora o coronavírus não tenha saído de cena, pelo contrário, está a cada dia mais presente e na quarta em especial nos Estados Unidos com o número recorde de mortes nas últimas 24 horas, investidores, produtores e demais integrantes do mercado agro dos Estados Unidos vêm se mantendo atentos sobre notícias de demanda da China. Nesse momento o governo dos EUA está voltado ao controle da doença mas deve voltar muito em breve a pressionar o governo chinês para que voltem com urgência a comprar alimentos daquele país.</p>
<p>Afinal a retomada das atividades chinesas em um ritmo mais acelerado é um alento para o mundo. Ontem pela primeira vez a China não registrou casos de mortes decorrentes da doença e também anunciou o fim do isolamento total de 76 dias da cidade de Wuhan, epicentro da doença.  E essa percepção de retomada econômica que tem feito os mercados financeiros nos últimos dias recuperarem parte das perdas, é a mesma que alimenta e instiga a cobrança dos norte americanos por uma maior atividade comercial chinesa que justifique os termos do acordo da Guerra Comercial firmado da fase 1.</p>
<p>Enquanto as compras não ocorrem da forma como os EUA imaginam, os preços ficam à mercê da atuação de grandes fundos e investidores, que também seguem avaliando atentamente o quadro atual de oferta e demanda mundial.</p>
<blockquote><p>Estamos em um momento em que a safra brasileira está colhida e sendo direcionada ao cumprimento de contratos antigos e atuais nos mercados físicos e internacionais. A logística brasileira vem sendo acompanhada de lupa pelos investidores mundo afora. Ontem e hoje recebi ligação de profissionais ligados a casas de consultoria nos EUA querendo falar sobre a logística brasileira. Um deles vem alertando seus clientes para a possibilidade de portos na América do Sul paralisarem operações e está orientando sua carteira a não vender e comprar opções apostando no cenário de agravamento no coronavírus aqui no Brasil. Inclusive esse analista alertou para a possibilidade de um inverno muito frio e que acentuaria a propagação da doença.</p></blockquote>
<p>O que eu disse a ele é que aqui brasileiros seguem embarcando um grande volume de soja, em ritmo igualmente acelerado como em março e que o Brasil há várias semanas adotou medidas para garantir o sistema de logística e o abastecimento interno e internacional.  Aliás sobre isso, vale dizer que a preocupação não é recente. China e Europa há 1 mês já fazem o movimento de tentar antecipar embarques e promovem novas compras justamente com o receio de no ápice da crise do coronavírus ficarem desabastecidas de proteína animal e vegetal.</p>
<p>Indo além nesse ponto, a preocupação quanto ao fluxo de embarques também se estende ao Estados Unidos. Embora o hemisfério tenha saído do inverno, são vários os reportes de indústrias ligadas ao agro sobre funcionários doentes. Sobre esse momento e de acordo com relatos de outros colegas nos EUA, existe uma certa dificuldade de entrega de insumos agrícolas (fertilizantes, sementes e químicos) o que também acentua o quadro delicado que temos pela frente, afinal a safra norte americana começa a ser semeada e pode-se dizer que oficialmente a temporada de plantio está aberta.</p>
<p>Então senhoras e senhores, daqui para frente vamos acompanhar mais de perto as notícias que vem dos Estados Unidos. Importante estarmos conectados ao ritmo de trabalho no meio oeste, às mudanças na paridade milho/soja e especulações sobre condições climáticas no meio oeste dos EUA (excesso ou falta de chuvas – temperaturas baixas, neve ou veranico) não sairão do radar.</p>
<p>Vamos lá, fazer bem feito a parte que nos cabe. Força aí.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Plantio de Milho &#038; Soja nos EUA -Parte I</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 16:55:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em conversa com alguns produtores no meio oeste &#8211; em Illinois, Iowa e Nebraska, percebe-se a preocupação gritante e imediata para plantar o milho. A janela ideal para finalizar os trabalhos na maioria dos estados, com exceção dos que compõem o sul é até 25/30 de maio e nesse momento, em meio às incessantes chuvas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Em conversa com alguns produtores no meio oeste &#8211; em Illinois, Iowa e Nebraska, percebe-se a preocupação gritante e imediata para plantar o milho.</p>
<p style="font-weight: 400;">A janela ideal para finalizar os trabalhos na maioria dos estados, com exceção dos que compõem o sul é até 25/30 de maio e nesse momento, em meio às incessantes chuvas e tornados, os produtores correm contra o tempo e aproveitam cada janela. Alguns inclusive entram madrugada adentro nas máquinas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Embora a janela para a maioria dos estados finalize agora em maio, algumas regiões seguiriam plantando até 05 de junho.</p>
<p style="font-weight: 400;">Vários produtores inclusive afirmam que nesse momento ainda nem pensam no <strong>“prevented planting”</strong> do milho pra soja e só querem focar no plantio do cereal.</p>
<p style="font-weight: 400;">Além das chuvas um detalhe extra que vem chamando a atenção é o tempo frio. As temperaturas abaixo do normal não permitem que o solo já encharcado evapore e retardam o processo de germinação do milho.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na próxima segunda feira será feriado nos Estados Unidos portanto o <strong>USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> só divulgará a evolução do plantio e o acompanhamento de lavoura na terça feira e muito provavelmente o reporte continuará mostrando o grande déficit dos trabalhos nos campos do meio oeste norte americano.</p>
<p style="font-weight: 400;">Anda conversando com os produtores, consegue-se perceber norte americano que votou no Trump e o apoia está num momento muito irritado e fazendo forte pressão ao governo através de suas associações locais e regionais. O governo vem sentindo a desaprovação sobre sua estratégia com china aumentar.</p>
<p style="font-weight: 400;">A chave dos preços nos próximos dias será o tal pacote de ajuda ao produtor norte americano, que vendeu pouco da safra 2018/2019 e está com os armazéns lotados de soja e de milho, acumula custo extra de armazenagem nos transbordos e se vê sem rumo em meio a essa indefinição de guerra comercial e adversidade climática.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui algumas palavras sobre o pacote de ajuda ao produtor. O remédio que Trump promete para curar o doente, US$ 2,00 bushel ao seu sojicultor pode ser o veneno para matá-lo lá na frente caso a China não flexibilize o discurso e o acordo não saia. Embora Trump ainda ínsita em afirmar que as negociações seguem e que um acordo está próximo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não nos resta muito a não ser analisar o mercado com muita cautela e observar cada passo do plantio e também do próximo encontro do G20, afinal não é só o produtor norte americano que está nervoso e intrigado.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui no hemisfério sul, brasileiros e argentinos estão preocupados. No Brasil só não sentimos tanto os efeitos dessa indefinição porque o Dólar sobe e os prêmios valorizaram cerca de 70 centavos nas últimas 2 semanas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não fosse essa dobradinha, o setor estaria muito mais angustiado pois logo, logo vai receber os insumos pra sua próxima safra que virão com preços bem mais altos. A desvalorização que hoje compensa a queda dos preços em Chicago é a mesma que impactará nos custos de produção mais altos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Vamos acompanhar ainda a questão da Gripe Suína na China que vem freando a demanda mundial por soja.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Forte Abraço </strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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<p style="font-weight: 400;"><strong><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/plantio-de-milho-soja-eua-2/">Link Plantio de Milho &amp; Soja nos EUA &#8211; Parte II &#8211; Clique aqui</a></strong></p>
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		<title>Guerra Comercial &#8211; Façam suas Apostas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 13:03:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há 12 dias atrás eu estava em São Paulo e fui à uma reunião da BBM – Bolsa Brasileira de Mercadorias, tradicional instituição do Agro da qual a Labhoro, grupo que represento, está associada. Por ocasião daquela visita, fui convidada a dar uma entrevista para ao consagrado apresentador do Canal do Boi, Valter Puga. Naqueles [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 12 dias atrás eu estava em São Paulo e fui à uma reunião da <strong>BBM</strong> – <strong>Bolsa Brasileira de Mercadorias</strong>, tradicional instituição do Agro da qual a <strong>Labhoro</strong>, grupo que represento, está associada.</p>
<p>Por ocasião daquela visita, fui convidada a dar uma entrevista para ao consagrado apresentador do <strong>Canal do Boi, Valter Puga.</strong><br />
Naqueles dias que antecederam a entrevista, o mercado financeiro respirava ares mais animados e otimistas sobre o possível entendimento entre americanos e chineses. Analistas em geral e representantes do Governo dos EUA declaravam que o acordo estaria muito perto de ser fechado.</p>
<p>Essa entrevista que dei não foi ao ar ainda, mas nela eu lembro claramente ter comentado com Puga sobre o presidente Trump estar sendo cada vez mais pressionado pela base do seu eleitorado que é o produtor rural do meio oeste.</p>
<p>Ressaltei que fazia 13 meses que a disputa que havia começado devido a tarifação no Aço e Alumínio, estava mais viva que nunca. E que lá no início do desentendimento, em 2018 boa leva de analistas acreditava que o impasse seria resolvido até agosto (2018) &#8211; fato não se confirmou !</p>
<blockquote><p><strong>Aqui um parêntese &#8211; nessa primeira rodada da guerra o clima de tensão só foi crescente não permitindo qualquer entendimento, embora o mercado com interesses financeiros apostasse na possibilidade.</strong></p></blockquote>
<p>Dito tudo isso, como então seria possível garantir ali, naquele momento da entrevista (início de abril/2019) que o clima de euforia se materializaria em um acordo? Ainda mais se até então as expectativas anteriores não foram sequer alcançadas? <strong>Não seria e nem é possível.</strong> Quem apostou fichas inteiras nisso perdeu muito dinheiro e muito provavelmente pode perder mais ainda, <strong>isso porque investidores estão jogando e fazendo apostas e girando a ciranda financeira.</strong></p>
<p>Naquela entrevista inclusive alertei para o fato de o produtor brasileiro aproveitar o momento de prêmios positivos e <strong>travar negociações com Chicago e dólar a fixar oportunamente.</strong> No caso de um acordo feliz, os prêmios despencariam aqui no Brasil, além disso, nossos vizinhos argentinos que não surfaram a onda de prêmios altos em 2018 viriam com tudo, especialmente com câmbio tão desvalorizado.</p>
<p>Aqui não podemos deixar de considerar que o produtor norte americano que votou em Trump, foi pego de surpresa em 2018 em meio aos trabalhos de plantio de uma safra de soja com <strong>área grande e com alta tecnologia empregada</strong> e agora esse mesmo produtor entra numa nova janela de plantio acumulando prejuízos e muitas dúvidas.</p>
<p>Mesmo buscando alternativa de demanda em países diversos,  como destino para sua soja, o produtor passou a intensificar a cobrança do governo uma resolução imediata para a ausência da China no mercado norte americano.</p>
<p>Hoje Trump sente cada vez mais a pressão em tom irritado de um produtor que votou nele e que perdeu competitividade no mercado internacional.</p>
<p>Conversando com produtores ao longo de todas essas fases dessa guerra comercial &#8211; que passou de euforia à incertezas e preocupações, percebi certa descrença do produtor sobre as declarações mais recentes de Trump.</p>
<p>Essas declarações otimistas são geralmente publicadas em redese sociais durante o final de semana e para alguns desses produtores fazem parte de uma estratégia para tentar girar a chave dos fundos de investimentos vendidos na bolsa de Chicago e com isso manter os preços da soja acima do importante suporte de US$ 9,00 /bushel.</p>
<blockquote><p>Enquanto alguns analistas especializados em agro compram essa ideia de um acordo próximo, outros acreditam que o assunto é mais delicado e deve render maior tempo de debate.</p></blockquote>
<p>Nessa entrevista que citei logo no início do texto eu inclusive chamei a atenção para os pontos que acredito dificultar os avanços das tratativas e que fazem parte de uma pauta não agro.</p>
<p>Além da questão déficit comercial, existem lacunas enormes de entendimento sobre <strong>práticas comerciais chinesas</strong> no que tangem direitos de <strong>propriedade intelectual, transferência de tecnologia e acesso a mercados.</strong></p>
<p><strong>Violações, roubo de informações, segredos comerciais e respeito aos direitos de marcas e patentes vêm sendo questionados pelos EUA.</strong></p>
<p>Tendo dito tudo isso e depois de 12 dias dessa entrevista, o mercado foi tomado por uma onda menos otimista a respeito do acordo imediato e agora especialistas apostam que novas rodadas presenciais na China e Estados Unidos são necessárias e empurram as expectativas sobre o acordo para fim maio, começo de junho. Será?</p>
<blockquote><p><strong>De fato, ninguém pode ainda afirmar quando o acordo será selado, e quem o fizer pode queimar a língua. </strong></p></blockquote>
<p>Mas o que quero deixar aqui bem ilustrado é que nessa guerra que brasileiros que antes estavam lucrando todo o tempo, passaram a ser igualmente prejudicados. Brasil tem ainda muito a comercializar da safra que recem foi colhida e passará a disputar mercado com a Argentina que embora tradicionalmente exportadora de derivados de soja, vem sedenta por fazer caixa num momento de desvalorização cambial.</p>
<p>O resultado disso  não poderia ser pior:<strong> Os prêmios praticados para a logística exportação nas diversas praças brasileiras cedem.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Pós Natal com feitos de uma Guerra Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 19:48:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em novo passo, desde o acordo estabelecido entre China e Estados Unidos durante encontro do G20,  a China anunciou dia 24 de dezembro outra rodada de ajustes nas tarifas de importação e exportação a partir de 1 de janeiro de 2019. Na lista de produtos que terão tarifas revisadas ( zeradas ou minimizadas) estão a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em novo passo, desde o acordo estabelecido entre China e Estados Unidos durante encontro do <strong>G20</strong>,  a China anunciou dia 24 de dezembro outra rodada de ajustes nas tarifas de importação e exportação a partir de 1 de janeiro de 2019.</p>
<p>Na lista de produtos que terão tarifas revisadas ( zeradas ou minimizadas) estão a de importação de farelo de soja, farelo de canola, farelo de algodão, farelo de girassol, <strong>farelo de palma, </strong> material farmaceutico e motores das aeronaves. Na ponta exportadora a China isentará de tarifas 94 produtos, que vão desde fertilizantes, minério de ferro, carvão, madeira.</p>
<p>A decisão de revisar tributação foi anunciada após divulgação do crescimento econômico do pais reduzir para 6,5% ao ano no terceiro trimestre de 2018. Essa é a pior performance desde o inicio da Guerra Comercial com os Estados Unidos.</p>
<p>Se numa Guerra todos perdem, inclusive países que não estão envolvidos diretamente no impasse, image só o quanto perdem esses 2 países que estão em disputa direta.</p>
<p>Por mais que Trump venha a público afirmar que China comprará Soja, numa clara tentativa de acalmar seus produtores, tente calcular o quanto perdem os Estados Unidos já que durante todo o mês de Novembro não embarcaram um único cargo de soja para China. Essa foi a pior performance de embarque dos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com o <strong>Departamento Alfandegário da China</strong>, as empresas chinesas direcionaram as compras com soja de origem brasileira – Foram 5.07 milhões de toneladas embarcadas via portos do Brasil, volume 80% superior ao registrado no mesmo período em 2017.</p>
<blockquote><p>E apenas como complemento, durante as 3 primeiras semanas de Dezembro, o Brasil embarcou outros 3 milhões de grão e estima-se que o mês encerrará com pelo menos mais 700 mil toneladas embarcadas, podendo chegar a 1 milhão de toneladas.</p></blockquote>
<p>Além da baixa performance de vendas, os Estados Unidos vem sentindo o peso da <strong>Guerra Comercial</strong> no desempenho das Bolsa que na semana que antecedeu o Natal, registrou forte baixa numa das piores performances desde 2008.</p>
<p>Na véspera de Natal, 3 dos principais índices dos Estados Unidos caíram fortemente  influenciados por comentários de discordância do Presidente Trump sobre a trajetória de alta nos juros estabelecida pelo FED – Banco Central dos Estados Unidos.</p>
<p><b>Com a desaceleração das exportações norte americanas e a piora econômica mundial, </b> Trump defende que o orgão precisa interromper a sequência de alta e deve promover cortes de juros mais agressivos para flexibilizar a economia norte americana.</p>
<p>Ao invés disso, o <strong>FED</strong> aumentou os juros pela quarta vez no ano em 0,,25% aa que passa a vigorar num intervalo entre 2,25 a 2,50% a ano.</p>
<p>Para piorar ainda os ânimos do mercado, Trump bem ao seu estilo e pelas redes sociais ameaçou demitir o presidente da Instituição, Jerome Powell.</p>
<p>Mas mesmo com todos esses anúncios que China vem fazendo, o mercado interpreta que falta <strong>“algo mais”</strong>. Que seria necessário um anúncio de compras de fato consistente para fazer os preços da soja subir.</p>
<p>Até agora, as compras de soja reportadas pela China ou USDA desapontam todo o setor Agro norte americano.</p>
<p>Anúncios de vendas nesse momento seriam importantes para sustentar os preços antes da entrada da safra sul-americana que em situação de normalidade climática deve pressionar ainda mais os preços da soja na Bolsa em Chicago.</p>
<p>Aqui um comentário pessoal. Anúncios de compras não significam obrigatoriamente compras. Se as tratativas ali adiante retrocederem, a China pode cancelar as compras a qualquer momento. São compras virtuais até serem embarcadas. E é nessa direção que China pode estar conduzindo sua estratégia.  Estar dosando compras em doses homeopáticas, inclusive de milho, trigo, carne de porco.</p>
<p>Talvez o país esteja abastecido mas essa postura de não anunciar uma grande compra parece fazer parte de uma estratégia maior afinal uma nova rodada de negociações entre representantes dos 2 governos está sendo costurada para janeiro e com isso China poderia melhorar as regras para o acordo.</p>
<p>Para essa última semana do ano, o mercado ainda alimenta a expectativa que China anuncie pelo menos a compra de mais 2 milhões de toneladas do grão, mas com o fechamento de órgãos do governo devido ao impasse orçamentário, é improvável que haja qualquer confirmação oficial de negócio.</p>
<p>E enquanto as vendas não são reportadas e o mercado se preocupa também com outros fatores externos, a soja caiu mais 13 centavos no pregão pós Natal! Como costumo dizer, um pregão com baixa liquidez como o de hoje e o dos próximos dias é também um pregão perigoso. Pode cair ou subir rapidamente com pouco volume e influenciado por fatores externos ao seus.</p>
<p>Enquanto a ressaca não passa, ficamos na expectativa e na torcida de novos anúncios!</p>
<p>Um abraço, Andrea Cordeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Trump e o Agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2018 23:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cada viagem que faço, a trabalho ou a lazer, procuro me manter conectada aos assuntos políticos, financeiros, sociais e culturais. Meu lema é : Somar Conhecimento. Na última semana, estive nos Estados Unidos para uns poucos dias e como meu DNA é Agro e sabendo que a Guerra Comercial  entre Estados Unidos e China, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A cada viagem que faço, a trabalho ou a lazer, procuro me manter conectada aos assuntos políticos, financeiros, sociais e culturais. </span></p>
<p><b>Meu lema é : Somar Conhecimento.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na última semana, estive nos Estados Unidos para uns poucos dias e como meu DNA é Agro e sabendo que a Guerra Comercial  entre Estados Unidos e China, iniciada pelo Presidente Trump há meses atrás, e sabendo também que a base do eleitorado do presidente veio justamente dos produtores do meio oeste americano, não pude deixar de observar e até questionar o nível de aprovação do presidente atualmente.</span></p>
<p><b>Embora o presidente norte americano use sua conta do Twitter para divulgar efusivamente o resultado de cada pesquisa de aprovação de seu governo,  eu tive uma primeira impressão diferente.</b></p>
<p>Ao navegar pelos diversos canais jornalísticos (rede aberta e fechada), percebi um consenso: Chuvas de Críticas ao presidente sobre sua postura nos encontros na Europa e na Rússia. A razão? Suas Declarações agressivas com pesadas críticas e comentários rudes (como de costume) aos líderes europeus contrastando com um discurso frouxo no encontro ao presidente Putin.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aleatoriamente perguntei a um ou outro eleitor local, dependendo da receptividade, qual era a sua percepção sobre seu dirigente. A maioria não havia votado nele. A maioria não gostava dele. A maioria não aprovava seus comentários e decisões. Isso não foi novidade para mim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E a surpresa estava por vir. Dos que votaram nele, a maioria mostrou incondicional apoio, afirmando que ele estava no caminho correto, tomando medias para fazer a América ser forte novamente. Mas nesse time de eleitores, percebi um discurso de descontentes. Algo até então inusitado para mim, pois nunca tinha me deparado com um eleitor dele arrependido ou descontente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nesse time, adivinhe, tinham alguns produtores e industriais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, agora focando no Agro&#8230; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a corrida eleitoral na época, e com o discurso de então candidato Trump para fortalecimento da economia do país, materializou uma valorização da moeda norte americana frente a uma cesta de moedas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dólar index que durante esse período era cotado a </span><b>94,50/95,50</b><span style="font-weight: 400;"> até setembro de 2016, subiu em ritmo crescente superando os </span><b>102 pontos</b><span style="font-weight: 400;"> até os primeiros dias de sua posse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois disso, depois da posse, em janeiro de 2017, o dólar reverteu tendência e cedeu para mínimas de sub </span><b>89</b><span style="font-weight: 400;"> após 1 ano de governo ( janeiro 2018) e hoje é cotado na casa dos </span><b>94 pontos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa gangorra do dólar retrata o desempenho de Trump como Presidente e acompanha o índice de aprovação do mesmo. Ou seja, ele já teve momentos de melhor avaliação. Afinal a vida real mostra que uma coisa é falar, e isso ele sabe fazer e outra é colocar em prática o discurso de campanha e isso é lá nos EUA, no Brasil, ou em qualquer lugar. Só que com Trump nunca é nada tão claro, constante e fácil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a tantas medidas anunciadas, como construção do muro, combate a imigração, nacionalização das indústrias americanas, uma medida anunciada para distorcer o déficit comercial China Estados Unidos taxando a importação de aço e alumínio, desencadeou uma verdadeira Guerra Comercial entre os EUA e China.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez o raciocínio prático de Trump como empresário tenha ofuscado sua postura de líder de uma nação referência mundial em vários segmentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Teria o presidente, através de sua equipe de gestores e conselheiros, não visualizado a possibilidade de retaliações dos países envolvidos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que decorreu disso foi o fato de vários países anunciarem  em coro a imposição de alíquota nas importações de aço e alumínio, os mesmos adotariam práticas similares aos produtos de origem norte americana. E assim foi Europa, México, Rússia e China.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num embate mais focado aos chineses, o clima esquentou e o tom de voz aumentou. As comitivas americanas na China e as chinesas nos EUA em nada avançaram nas negociações e o máximo que conseguiram foi prorrogarem a prática de 22 de maio para 06 de Julho e nada mais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E em meio a isso tudo o “prestígio” do Presidente começou a ser mais que questionado pelo seu eleitorado, o produtor norte americano. O Agro americano desde o início pressiona o governo, seja através de seus conselheiros, senadores. O peso do agro no congresso é muito forte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E numa tentativa de compensar o efeito da Guerra Fiscal, os EUA anunciaram na terça, 24 de Julho, um pacote de ajuda de US$ 12 bi destinados ao produtores rurais, fortemente prejudicados pelas tarifas retaliatórias da China.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o </span><b>secretário de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue, </b><span style="font-weight: 400;">o programa visa compensar o impacto econômico negativo e “</span><b>retaliações ilegais”</b><span style="font-weight: 400;"> causados pela guerra comercial que se arrasta por meses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nas entrelinhas, pela primeira vez, o governo Trump reconhece que a disputa está atingindo os americanos. </span></p>
<p><b>Para os produtores, apenas os brasileiros estão sendo favorecidos, pois absorverão no que puder a demanda asiática, quanto eles terão que buscar novos parceiros e firmar novos destinos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para analistas econômicos, Trump só seguiu essa linha por acreditar que é questão de tempo concluir as negociações comercias com China, México e Europa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente as próximas semanas nos dirão se as barreiras tributárias cairão e com elas as retaliações dos países “parceiros”, mas é fato que a imagem de Trump ao seu eleitor mais conservador, o produtor, abalou.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Dólar IoIô</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 17:52:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, quinta-feira, 07 de Junho, uma dia para entrar para a história do Brasil de forma negativa. Você sabe dizer o que ou quem está por trás da recente onda de alta do dólar? Alguns arriscarão os seguintes fundamentos: 1) Economia Brasileira fragilizada; 2) Nova onda de investigações envolvendo amigos do nome forte do Brasil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ontem, quinta-feira, 07 de Junho, uma dia para entrar para a história do Brasil de forma negativa.</p></blockquote>
<div style="font-size: 20px;"><strong>Você sabe dizer o que ou quem está por trás da recente onda de alta do dólar?</strong></div>
<p>Alguns arriscarão os seguintes fundamentos:<br />
1) Economia Brasileira fragilizada;</p>
<p>2) Nova onda de investigações envolvendo amigos do nome forte do Brasil de hoje;</p>
<p>3) Pesquisas eleitorais mostrando Bolsonaro consolidado em primeiro lugar;</p>
<p>4) Pesquisas eleitorais mostrando Marina caindo;</p>
<p>5) Pesquisas eleitorais mostrando a subida de Ciro para segundo lugar;</p>
<p>6) Alguma recomendação de analista /jornalista econômico em grande mídia televisiva;</p>
<p>7) Trajetória de alta dos Juros nos EUA motivando economia local ?</p>
<p>8) Desvalorização das moedas de países emergentes e obviamente o Real no top 5 dessa desvalorização mundial;</p>
<p>9) Expectativa para novas rodadas de aumento de Juros nos EUA?</p>
<p>10) Rumores de Alta de Juros no Brasil fora do calendário programado</p>
<p>11)  Rumores sobre possível renúncia do presidente do BC</p>
<table style="width: 100%; font-size: 16px; font-weight: bold;">
<tbody>
<tr>
<td>Juntos, esses fundamentos quando processados tem gerado um efeito conhecido como Fuga de Capital.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Relembrando que Brasil não tem mais o <strong>Selo de bom pagador</strong>. Em  meados de 2016 perdeu o <strong>Grau de Investimento</strong> e muitas agências de classificação então foram obrigadas a retirar a recomendação de papéis.</p>
<p>E quando em uma economia como a brasileira, tão fragilizada pela descontinuidade de trabalho econômico, você associa esses 11 fundamentos aí de cima, chega a uma fórmula explosiva<strong> que reflete na fuga de Capital que eu pontuei lá em cima. </strong></p>
<p><strong>Mas agora a pergunta que não quer calar?</strong></p>
<div style="font-size: 20px;"><strong>Como que o Brasil de uma hora pra outra se deu conta dessa fragilidade?</strong></div>
<p>Eu diria que por trás da alta incendiária da moeda de terça, quarta e quinta feira, as considerações de um palestrante em um evento promovido por uma Instituição Financeira na terça feira, escancarou a vulnerabilidade da economia brasileira. Foi um evento restrito a uma plateia VIP, considerada a nata dos investidores no Brasil.</p>
<p>A fala tão comentada nos últimos dias foi a de um respeitável gestor de fundos. Foi <strong>BOMBÁSTICA e ouso até afirmar CATASTRÓFICA ao externar </strong>posicionamento <strong>EXTREMAMENTE</strong> negativo sobre a economia brasileira. Nesse discurso o palestrante traçou o pior cenário possível ao conjugar um desempenho pífio da economia brasileira com uma trajetória de alta brusca nas taxas de juros praticadas nos EUA.</p>
<p>Afirmou também <strong>“que o mercado está FERRADO. Que o cenário externo está contra nós e que cenário interno é reflexo dos nossos próprios erros.” E concluiu sua apresentação projetando </strong>o câmbio a<strong> R$ 5,30. </strong>SIM R$ 5,30!!!</p>
<p><strong> </strong>Mesmo sendo seleto, muitos participantes do evento, preocupados, atônitos, incrédulos, começaram a circular essas informações em WhatsApp e essas informações logo viralizaram. E de terça a quinta, investidores começaram a desmontar posições vendidas, montar posições compradas e apostar nessas previsões.</p>
<p>Só pra ilustrar: O contrato de dólar julho na segunda-feira fechou a R$ 3,7565. Na terça ( dia do evento) subiu para R$ 3,8185, na Quarta R$ 3,86 e ontem 3,9775!</p>
<p>Agora me diga aí. Qual seria a razão disso? <strong>O que estaria por trás dessa fala? </strong>Isso eu não sei dizer&#8230;</p>
<p>Mas de algo eu sei: pior que essa fala, foi perceber a exposição e fragilidade do nosso sistema econômico ao não conseguir conter o <strong>Efeito Manada</strong>.</p>
<p><strong>O nervosismo e a volatilidade de ontem foram impressionantes.</strong></p>
<p><strong> </strong>Mas em meio a todo esse sufoco de ontem, o <strong>BC do Brasil</strong> teve papel determinante e enfrentou o caos de maneira assertiva.</p>
<p>Em meio aos caos e durante o pregão de ontem, o BC atuou em 4 momentos promovendo leilões de Swap Cambial, cujo efeito é garantir liquidez de venda de dólar no mercado futuro. E por perceber que daquelas “intervenções” o mercado processava a atuação com uma forma de “enxugar gelo”, imediatamente convocou uma coletiva com impressa especializada para o início da noite.</p>
<p>Foi a prova de fogo que o BC passou com nota 10!</p>
<p>O <strong>presidente, Ilan Goldfajn, </strong>foi brilhante em sua postura ao falar de maneira calma, respeitosa e bem pontuada e apresentar dados inquestionáveis sobre a economia brasileira. Ali afirmou e reafirmou que a instituição atuará da maneira que achar necessária para promover liquidez ao mercado.</p>
<p>Reforçou o foco na atuação através de Swap cambial porém sem descartar outras opções. Não titubeou em qualquer momento e firme, passou uma recado claro sobre a atuação da instituição.</p>
<p>Certamente os 11 pontos que detalhei no início do texto não sumiram.</p>
<p><strong>Brasil passará por processo eleitoral</strong>, não deixará de ser uma economia emergente e portanto vulnerável aos movimentos mundiais.</p>
<p>Mas algo fica CLARO: O “mercado” entendeu perfeitamente o recado.</p>
<p>Já no início do pregão dessa sexta feira, a moeda abriu mais fraca.</p>
<p><strong>Até o presente momento (16h22 ) o dólar comercial registra uma queda de 5% equivalente a quase 20 centavos.  </strong></p>
<p><strong>O dólar comercial negocia agora a R$ 3,7180, tendo cotado mínimas a R$ 3,6950. Ufa!!!!</strong></p>
<p><strong>Um bom final de Semana!</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Dólar a Galope</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2018 23:04:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cada dia o dólar vem testando novas altas. Saímos de 3,40 há 30  dias atrás e chegamos hoje à marca de quase R$ 3,80. Na manhã dessa sexta feira, próximo as 10h10 a moeda americana cotou máximas de R$ 3,7775. Há 15 dias atrás, uma comentarista econômica que eu respeito, não pelo fato de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia o <strong>dólar</strong> vem testando <strong>novas altas</strong>.<br />
Saímos de 3,40 há 30  dias atrás e chegamos hoje à marca de quase R$ 3,80.<br />
Na manhã dessa sexta feira, próximo as 10h10 a moeda americana cotou máximas de <strong>R$ 3,7775</strong>.</p>
<p>Há 15 dias atrás, uma comentarista econômica que eu respeito, não pelo fato de ser Mulher, mas pelo fato de ser coerente, deu sua impressão num programa jornalístico matutino de grande audiência. Eu aqui não citarei nomes, mas todos nós sabemos qual o nome da jornalista e da emissora de TV ( canal aberto).</p>
<p>Naquela manhã eu estava sonolenta ainda, mas algo me chamou a atenção na sua fala.<br />
Falou sobre o contexto externo, sobre cobertura de importadores e a demora de exportadores em travar câmbio, falou da cesta de moedas de  países emergentes e também falou  que a moeda em alta estava muito atrelada ao cenário externo.</p>
<p>Esse discurso era pra um perfil de telespectador antenado com o mercado financeiro. Um perfil de Investidor profissional que conta com uma assessoria de consultor, seja banco, seja <strong>Agente Autônomo de investimentos</strong>, Ok&#8230;.</p>
<p>Mas na sequência quando até meio que de improviso foi feita uma pergunta mais direcionada a gastos com viagem no exterior, a economista foi direta: Comprar nos recuos para se proteger.</p>
<p>Afinal momentos de <strong>VOLATILIDADE com turbulência doméstica</strong>, leia-se cenário político, ainda não estavam sendo processados. Seriam processados ao longo do ano&#8230;</p>
<p>Esse foi <strong>um sinal direto e objetivo</strong> não somente aos ouvidos dos telespectadores que estavam pensando na dor de cabeça ao ter adquiro o pacote internacional pra assistir os jogos da COPA do mundo, ou pra quem garantiu o pacote de férias com os filhos em Orlando, NY, México ou Europa. Essa parte da reportagem caiu na veia dos ouvidos de investidores menores. Para eles, soou como uma sinalização de <strong>oportunidade de compra</strong>. Afinal se uma economista estava falando em volatilidade recomendando não gastar no cartão de crédito e sugerindo comprar papel moeda nos recuos, era sinal que o dólar subiria até o final do ano.</p>
<p><strong>Certamente ela acertou. </strong></p>
<p>Sorte? Não!!!!! <strong>Competência.</strong> Embora operar moedas seja <strong>Risco e Risco é difícil de controlar</strong>, ela estava bem informada, antenada e acertou&#8230; Daquele dia até hoje ( janela de 15 dias) o dólar saiu de R$ 3,52 para máxima de R$ 3,7775, ou seja, <strong>subiu quase 26 centavos</strong>.</p>
<p>Bom, mas agora continuando&#8230;<br />
Ontem à noite eu estava assistindo um jornal, tarde da noite, também meio sonolenta e escutei um outro economista no mesmo canal de televisão aberto, explicar que a alta da moeda se justificava por questões externa. Fortalecimento do dólar frente a moedas internacionais e a alta do petróleo no mercado interno. Aí nessa análise, o contexto doméstico começa a ser processado. O aumento do petróleo está automaticamente associado à alta da gasolina e diesel e a uma alta geral de preços geral no Brasil e consequentemente a retomada da temida <strong>Inflação</strong>&#8230;.</p>
<p>Mas novamente nesse contexto, segundo o jornalista, o cenário político ficou de fora. Daí me pergunto: Se o cenário político ainda não está no contexto e os investidores estão alimentando uma carteira compradora, qual seria então o espaço de alta para o dólar?</p>
<p>Dentro dessa <strong>linha, </strong>quais os candidatos que são tidos hoje como aceitáveis e seguros para o mercado?</p>
<p>Novas denúncias na Lava Jato mudariam o rumo das candidaturas futuras?</p>
<p>Saída de Ministros influenciariam o mercado cambial?</p>
<p>Como o mercado financeiro faz a leitura de nomes novos e desconhecidos&#8230; Ufa, cansei.</p>
<p>Só por ai dá pra ver que o dólar ainda teria espaço para <strong>especulações e VOLATILIDADE</strong>.</p>
<p>Ainda mais agora que o <strong>Banco Central</strong> parece ter desistido de arrefecer a alta lançando mãos de leilões de Swap cambial.</p>
<p>Nas próximas semanas teremos uma maior percepção do nosso cenário doméstico e isso se somará aos já conhecidos estresses do mercado mundial. <strong>Guerra comercial e debates entre China e Estados Unidos, estresse nuclear entre Estados Unidos e Coréia do Norte, </strong>com o recuo da Coréia,<strong> estresse entre EUA, Israel e Palestina, trajetória altista de juros em países emergentes como México, Argentina, Brasil, e ajustes de carteiras de investidores </strong>mundo afora, enfim&#8230;</p>
<p>Vamos torcer que em meio a tudo isso fiquemos bem e que o Brasil consiga buscar espaço para atrair investidores e mostrar solidez no processo democrático e eleitoral !</p>
<p><strong>Desejo um final de semana reparador e tranquilo a todos nós. </strong></p>
<p>Segunda nos falamos novamente, tomara que com uma mercado cambial mais calmo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1610 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg" alt="" width="235" height="43" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa.jpg 235w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/03/andrea-cordeiro-rosa-232x43.jpg 232w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr style="height: 1px; border: none; color: #c7c7c7; background-color: #c7c7c7; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" />
<p>*  Os comentários divulgados nesse Blog em hipótese alguma se enquadram com recomendação ou indicação de negociação em qualquer tipo de Mercado.</p>
<p><em>*  Atuar com mercados de Futuros envolve Riscos. </em></p>
<p><em>* Para negociar em Bolsa procure a orientação de um Consultor Financeiro/Agente Autônomo de Investimentos.</em></p>
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