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	<title>Arquivos consumo - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Dia Mundial do Café: 14 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 14:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Origem do Café Muitos já aprenderam que o café veio da África, da Etiópia para ser mais específico, e que a Europa foi responsável em difundir o consumo da bebida pelo globo. Mas, o que poucos sabem é que um pastor de cabras africano (com a ajudinha de um monge) foi o grande responsável em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Origem do Café</strong></h3>
<p>Muitos já aprenderam que o café veio da África, da Etiópia para ser mais específico, e que a Europa foi responsável em difundir o consumo da bebida pelo globo. Mas, o que poucos sabem é que um pastor de cabras africano (com a ajudinha de um monge) foi o grande responsável em descobrir seu uso/consumo. De acordo com a Lenda de Kaldi, registrada em manuscritos do Iêmen no ano de 575 d.C, o pastor Kaldi observou que suas cabras ficavam alegres e cheias de energia depois que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos abundantes dos campos. Lenda ou não, registros históricos indicam que foi nesta época que a exploração de diferentes possibilidades de consumo do café começou a se difundir.</p>
<p>Os Etíopes, por exemplo, ingeriam o fruto. Alimentavam-se de sua polpa doce, macerada ou a misturavam em banha nas refeições. Suas folhas também eram mastigadas ou utilizadas no preparo de chá. Produziam também um suco fermentado que se transformava em bebida alcoólica.</p>
<p>Os árabes dominaram rapidamente a técnica de plantio e preparação do café. As plantas foram denominadas Kaweh e sua bebida recebeu o nome de Kahwah ou Cahue, que significa “força” em árabe. Registros históricos de 575 d.C indicam o Iêmen (atual Sudoeste da Ásia) como a primeira região a receber as sementes. Seus habitantes faziam infusão com o café e cerejas fervidas em água, geralmente, para fins medicinais. Naquela altura, monges começavam a utilizar o café como bebida excitante para ajudá-los nas rezas e vigílias noturnas.</p>
<p>O processo de torrefação foi outro passo importante para a popularização do café no mundo, mas só foi desenvolvido no Séc. XIV quando a bebida adquiriu forma e gosto como conhecemos hoje. A etapa seguinte foi a produção comercial no Iêmen. Os pés de café foram cultivados ali desde o séc. XIV em terraços com irrigação facilitada pela água dos poços do local, o que permitiu que a região tivesse o controle sobre a produção em escala comercial. Foi assim que o país manteve o monopólio de sua comercialização por um bom tempo.</p>
<p>Por apresentar sabor agradável e por ser estimulante, o café era o produto da moda digno de receber grandes investimentos. O crescente interesse pela bebida permitiu sua “globalização” e facilitou a intervenção cultural tanto nas formas de consumo quanto nas técnicas de plantio.</p>
<h3><strong>A tradição de “tomar um cafezinho” no mundo</strong></h3>
<p>O hábito de tomar café como bebida prazerosa em caráter doméstico ou em recintos coletivos se popularizou a partir de 1450. Ele era muito comum entre os filósofos que, ao tomá-lo, permaneciam acordados para a prática de exercícios espirituais. Poucos anos depois, a Turquia foi responsável em difundir o “hábito do café”, transformando-o em ritual de sociabilidade. O país foi palco do primeiro café do mundo – o Kiva Han – por volta de 1475. Desde então, tomar café passou a ser “um rito” que se propagou mundo afora. Em 1574, os cafés do Cairo e de Meca eram locais procurados, sobretudo, por artistas e poetas.</p>
<p><em><strong>* Informações retiradas do livro: História do Café de Ana Luiza Martins, publicado em 2008.</strong></em></p>
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<h3><strong>Consumo chegou a 21,2 milhões de sacas em 2020 registrando um crescimento de 1,34%</strong></h3>
<p>A Associação Brasileira da Indústria de Café – ABIC divulga dados que mostram como o café é importante para a mesa dos brasileiros e, também, para a indústria nacional. Os números de consumo revelam que, apesar da crise econômica, gerada pela pandemia, que afetou diversos setores em 2020, a procura por café seguiu seu ritmo de crescimento: <b>1,34% de alta</b> em relação ao mesmo período analisado no ano anterior.</p>
<p>Em relação à indústria, a ABIC revela dados de uma pesquisa qualitativa inédita, a primeira realizada em duas décadas no Brasil, que mostra que <strong>82% do setor é compostos por micro e pequenas empresas e a produção industrial se concentra no sudeste (76,6%)</strong>.</p>
<p><strong>O consumo interno de café no país registrou crescimento em 2020: foram 21,2 milhões de sacas entre novembro de 2019 e outubro de 2020</strong>, o que representa uma alta de 1,34% em relação ao período anterior, que considerou dados de novembro de 2018 a outubro de 2019.</p>
<p>Os números coletados pela ABIC revelam ainda que, no ano passado, <strong>o Brasil manteve a posição de segundo maior consumidor de café do mundo</strong> e dados da ultima pesquisa da realizada pela Euromonitor, em 2019, destacam o Brasil como maior mercado mundial em volume total de café como bebida quente. Quando analisado o consumo per capita, observase que, em 2020, ele foi de 5,99 kg por ano de café cru e 4,79 kg por ano de café torrado. O bom desempenho na mesa do consumidor teve impacto direto na indústria: <strong>as empresas associadas à ABIC registraram um crescimento de 2,19% no período</strong>.</p>
<p>Atualmente as indústrias associadas respondem por 72,4% d a produção do café torrado (grão e moído) e representa 85,4% de participação (share) no mercado . A ABIC registra em seu banco de dados mais de 3.000 produtos certificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<h3><strong>Micro e pequenas empresas são maioria na indústria do café no Brasil</strong></h3>
<p>O estudo qualitativo realizado pela ABIC, e que traz um perfil da indústria produtora de café no Brasil em 2020, mostra que <strong>82% do setor é composto por micro e pequenas empresas</strong>. Os números mostram que <strong>70% opera com administração exclusivamente familiar</strong>.</p>
<p>Como são pequenos,<strong> 80% desses negócios têm até 19 colaboradores</strong> e contam com capacidade de produção de até 2000 sacas por mês. Para se ter uma ideia, há 20 anos, os pequenos produtores representavam apenas 33,4% dos industriais.</p>
<p>“É importante entendermos como a nossa indústria está organizada para identificarmos como podemos auxiliar na melhoria do parque industrial e na estruturação desses negócios, consequentemente oferecendo um produto com ainda mais qualidade para o consumidor”, explica Ricardo Silveira, presidente da ABIC.</p>
<p>Os dados de 2020 revelam ainda a terceirização cresceu de 2% para 7%, mas as produções próprias ainda são a maioria em 93% dos pesquisados, e os principais canais de distribuição são <strong>Supermercados Regionais , redes médias e Pequenos varejos</strong> que representam juntos <strong>57,6% do faturamento</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<h3><strong>Café torrado e moído segue como produto de maior impacto nos faturamentos</strong></h3>
<p>O café torrado e moído continua reinando absoluto com impacto de 81,4% no faturamento das empresas, mas, apesar de estar em segundo lugar, o tipo torrado em grão saltou de 3,4% de participação em 2000 para 15% em 2020. Em relação ao tipo de embalagem para café torrado e moído, a almofada continua liderando, com 80,3%, e a embalagem à vácuo, que representava 40%, caiu para 10,2%.</p>
<p>Outro crescimento impressionante é o da fonte de aquisição de matéria-prima para a produção de café. Em 2000, a compra realizada diretamente do produtor representava apenas 25,4% do total e atualmente representa 71%.</p>
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<h3><strong>Produção industrial tem concentração no Sudeste</strong></h3>
<p>A pesquisa mostra ainda que a produção industrial está bastante concentrada no Sudeste, que detém 76,6% do mercado. Em segundo lugar vem o Nordeste, com 15,4%. Para distribuir o café desenvolvido nas empresas, 62% dos associados usam frota própria.</p>
<p>Com o desenvolvimento do setor industrial no Brasil, a ABIC comemora a conscientização sobre a importância nos cuidados com o produto que é entregue ao consumidor e, também, com o meio ambiente. De acordo com a pesquisa, 34% das empresas já implantaram programas de sustentabilidade nas suas unidades. Já a certificação de produtos de alta qualidade, com o uso dos selos da ABIC, teve alta de 85% nos últimos cinco anos. Atualmente a ABIC certifica mais de 3.000 produtos quanto a pureza, sendo 1.041 produtos com a categoria de qualidade certificada e realiza mais de 5.000 análises para o monitoramento do mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Inovação e Tecnologia</strong></h3>
<p>A ABIC lançou o aplicativo ABICAFÉ, que permiti que os usuários façam uma rápida consulta no momento da compra justamente para saber se o produto que eles pretendem adquirir é certificado e atende os padrões exigidos de pureza e qualidade. Esta iniciativa reflete uma série de esforços da ABIC para buscar soluções e ferramentas que auxiliem no desenvolvimento do agronegócio café.</p>
</div>
<p><a href="https://www.abic.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: ABIC</a></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10846" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/04/dia-mundial-do-cafe.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/dia-mundial-do-cafe.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/dia-mundial-do-cafe-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/dia-mundial-do-cafe-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/dia-mundial-do-cafe-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Pré USDA &#8211; Cenários da Temporada 2019/2020 dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 14:50:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem está com os 2 pés, o bolso e a alma encravados no mundo Agro ontem foi um dia relevante para o setor. O USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgou o último levantamento da temporada 2018/2019 antes de divulgar agora em maio, o primeiro da próxima temporada que inclusive já começou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem está com os 2 pés, o bolso e a alma encravados no mundo Agro ontem foi um dia relevante para o setor.</p>
<p>O <strong>USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos </strong>divulgou o último levantamento da temporada 2018/2019 antes de divulgar agora em maio, o primeiro da próxima temporada que inclusive já começou a ser plantada.</p>
<p>Dia 10 de maio, o órgão reportará as suas primeiras impressões sobre tamanho de área de plantio e de colheita, produtividade, projeção de consumo, exportação, importação e esmagamento, entre outros. Será o primeiro quadro do <strong>Supply Demand</strong> americano.</p>
<p>Três grandes questionamentos vêm sendo feitos para esse reporte:</p>
<ul>
<li>*Qual será o estoque inicial do próximo ano? Essa pergunta temos viés de resposta. Muito provável que seja o número do estoque final divulgado ontem em 895 mi bu. Número do estoque final de um ano é o inicial da próxima temporada.</li>
<li>*Qual a projeção de exportação que o órgão vai trabalhar? Manterá um viés de encolhimento frente ao atual cenário de guerra comercial ou assumirá uma linha de entendimento comercial?</li>
<li>*E quais serão as estimativas de área de plantio e produtividade? Aqui a análise é mais complicada. Há poucas semanas &#8211; 29 de março, o órgão divulgou o <strong>Prospective Plantings</strong> &#8211; Intenção de Plantio &#8211; que eu costumo simpaticamente chamar de &#8220;<strong>acreagem</strong>&#8220;. E o resultado dessa divulgação foi uma ducha gelada no mercado.  Naquele dia os preços do milho na Bolsa de Chicago para o contrato vencimento maio cederam 17 cents/bu e os da soja com mesmo vencimento cederam outros 5 ½ cents/bu. De certa forma o relatório veio em linha com os trabalhos do <strong>Agricultural Forum Outlook</strong> no final de fevereiro quando os produtores preocupados com a falta de demanda chinesa para o grão norte americano já sinalizavam um recuo na área de soja. Só que o recuo da área da soja foi mais intenso que o “projetado” pelas maiorias dos analistas.  E mesmo assim os preços caíram.</li>
</ul>
<p>Os produtores dos EUA vivenciam momentos difíceis.  Os baixos preços do grão na bolsa e os <strong>prêmios</strong> praticados no <strong>Golfo</strong> e em Portos do Pacífico Noroeste – <strong>PNW não liquidam preços rentáveis.</strong></p>
<p>Eles, que acumulam perdas vultosas por terem vendido pouco da safra velha com preços superiores a US$ 10,00/bu e que foram pegos em abril de 2018 no contrapé da briga entre os dois países e durante o plantio crescente e acelerado de soja, caminham para uma <strong>nova temporada e já com máquinas entrando nos campos com prejuízos no bolso e com mais incertezas sobre o real avanço das tratativas entre EUA e China </strong>que visam dar um ponto final a batalha comercial estabelecida há exatos 13 meses.</p>
<p><strong>Lembrando que Donald Trump </strong>foi eleito com apoio dos estados essencialmente agro e por contar com esse suporte acreditava teria a SOJA como poder de barganha nessa disputa com os chineses. E segundo dizem analistas norte-americanos acreditou que essa moeda garantiria uma China submissa e desesperada para um rápido acordo. Mas o que Trump esqueceu, ou não considerou que naquele momento era somente a Argentina que não tinha competividade para disputar mercado com eles. E o Brasil que tinha pouco produto comercializado surfou uma onda boa e longa.</p>
<p>Se ele julgava<strong> ser fácil “brigar” com China por práticas de comércio mais justas,</strong> hoje ele se vê pressionado por uma disputa árdua e enfrenta a base de seu eleitorado: os produtores rurais.</p>
<p>Trump embora garanta quase que diariamente através de redes sociais que um<strong> bom acordo para o setor rural está prestes a ser fechado</strong>, hoje não conta mais com a crença em peso dos produtores que não se sentem confortáveis com as incertezas para a nova temporada.</p>
<p>Conversando pessoalmente com produtores norte americanos de vários estados percebemos um grande desanimo frente a esse cenário.</p>
<p>Muito provavelmente a resposta para as dúvidas sobre o próximo relatório é que o USDA confirmará o recuo da área de plantio de soja em favorecimento do milho. Mas como será que o órgão que é o braço agro do governo se posicionará especialmente se o acordo não tiver sido firmado?</p>
<p>Como será que o USDA em meio a um cenário com fraca demanda (falta de compras da China), se posicionará sobre a produtividade do grão da próxima safra? Manterá a linha de produtividade alta das safras anteriores ?</p>
<p>Se ela estimar uma produtividade alta que é algo bem factível, o corte na área dos EUA será em parte compensado e os estoques finais ainda sim serão altos.</p>
<p><strong>A chave de todas essas dúvidas está no desfecho do acordo comercial.</strong></p>
<p>Se o acordo sair os produtores norte-americanos passarão imediatamente a surfar a onda que o Brasil surfou até então e que hoje os dividimos com nossos vizinhos Argentinos. Afinal plantarão menos área, o que será precificado na bolsa, terão prêmios mais valorizados,  garantia de volume no comércio chines e dai sim o cenário passaria a complicar para o produtor brasileiro que precisará estudar muito bem seu mercado para decidir qual área plantará no final do segundo semestre.</p>
<p><strong>Por ora, o produtor de lá segue preocupado com a briga e também com o excesso de umidade no meio oeste. Foram impactados por um degelo intenso, chuvas e agora tem pela frente um sistema de chuvas fortes. </strong></p>
<p>Vamos aqui acompanhando em paralelo a evolução do plantio nos EUA que até domingo – 07 de abril totalizava 3% de área destinada ao milho.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Pesquisa acadêmica vai mapear os hábitos de mídia das mulheres do agro</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/pesquisa-academica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 12:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[dia-da-mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comemoração ao Dia da Mulher, neste 8 de março, uma nova pesquisa digital está sendo lançada para traçar o perfil das mulheres do agronegócio em relação aos hábitos de consumo de mídia. A pesquisa foi elaborada para fins acadêmicos e será utilizada no trabalho de conclusão do curso de MBA em Agronegócios da Esalq/USP [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração ao Dia da Mulher, neste 8 de março, uma nova pesquisa digital está sendo lançada para traçar o perfil das mulheres do agronegócio em relação aos hábitos de consumo de mídia. A pesquisa foi elaborada para fins acadêmicos e será utilizada no trabalho de conclusão do curso de MBA em Agronegócios da Esalq/USP pela jornalista Lilian Munhoz, sob orientação da economista Juliana Chini, mestre em gestão internacional e líder de inteligência de marketing da @tech.</p>
<p>A pesquisa traz perguntas sobre os hábitos das mulheres que atuam no agronegócio em relação à forma de se comunicar na internet, nas redes sociais, como utilizam os veículos de comunicação para estarem atualizadas, o que consomem via internet, entre outros. “O objetivo é mapear o perfil de produtoras rurais e profissionais que atuam nas mais diversas áreas do agronegócio, conhecer suas preferências e desenvolver conclusões a respeito de como se comunicam e se informam nos dias de hoje”, explica Lilian Munhoz, que também é editora e apresentadora da TV Terraviva, canal de agronegócios do Grupo Bandeirantes.</p>
<p>Pesquisas que destacam o aumento da participação de mulheres no agronegócio têm crescido a cada ano, mas o tema ainda é inédito. As pesquisas mais recentes são de 2017, que destacam o aumento da participação das mulheres em cargos de gestão e planejamento nas propriedades, mas ainda não há pesquisas que façam uma abrangência sobre os hábitos digitais delas. Além disso, nos dias de hoje, as novas tecnologias mudam constantemente, sendo necessária uma atualização frequente sobre a utilização das novas ferramentas digitais.</p>
<p>A pesquisa pode ser respondida por todas as mulheres acima de 18 anos que atuam com qualquer área relacionada ao agronegócio (Produção Rural, Comunicação, Marketing, Insumos, Logística, Advocacia, Governo, Ensino e Pesquisa, entre outras).</p>
<p><a href="http://bit.ly/2IZDfw5" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="wp-image-3516 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-do-agro-img-materia.jpg" alt="" width="484" height="412" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-do-agro-img-materia.jpg 940w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-do-agro-img-materia-300x256.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-do-agro-img-materia-768x654.jpg 768w" sizes="(max-width: 484px) 100vw, 484px" /></a><br />
São 28 questões de múltipla escolha e duas descritivas. A pesquisa vai estar disponível até o final de julho. Os dados serão divulgados no trabalho de conclusão de curso da jornalista no final de 2019.</p>
<p>Para ter acesso às perguntas e participar da pesquisa “Hábitos de Consumo de Mídia das Mulheres do Agronegócio”, clique aqui: <a href="http://bit.ly/2IZDfw5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/2IZDfw5&amp;source=gmail&amp;ust=1552496586557000&amp;usg=AFQjCNE6gZs9ljlAxkA1LG6Dg_cBK_hy6w">http://bit.ly/2IZDfw5</a>.</p>
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