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	<title>Arquivos colheita - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Safra sul-americana X safra norte americana &#8211; Oportunidades sazonais ao agro brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 19:18:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil se aproxima da finalização de colheita de soja e conclui o plantio tardio de milho. Para quem é do mercado, fica claro perceber o movimento de transição entre os ciclos sazonais de safras exatamente neste momento. Entramos numa janela em que, gradativamente, os fundamentos da safra sul-americana, em parte precificados, serão monitorados e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>O Brasil se aproxima da finalização de colheita de soja e conclui o plantio tardio de milho.</strong></p></blockquote>
<p>Para quem é do mercado, fica claro perceber o movimento de transição entre os ciclos sazonais de safras exatamente neste momento. Entramos numa janela em que, gradativamente, os fundamentos da safra sul-americana, em parte precificados, serão monitorados e processados juntamente com a expectativa de uma nova temporada no hemisfério norte.</p>
<p>Evidente que as safras europeias e asiáticas são relevantes para a formação do quadro de oferta mundial, mas não há dúvidas que a produção norte americana é que confere um peso maior sobre as cotações na Bolsa de Chicago. Os motivos são o reflexo da representatividade da safra se comparado aos outros países e também a grande participação de fundos atuando no dia a dia no mercado financeiro.</p>
<p>E daqui pra frente, meus amigos, será assim: investidores espartanamente disciplinados, acompanhando os detalhes do que acontece aqui na América do Sul e nos campos do meio oeste norte americano.</p>
<p>Os fundos de investimento adoram essa fase de transição. Se para nós, simples mortais, é um momento de dúvidas, de questionamentos e planejamentos, para eles é uma janela incrível de oportunidades. Cada dia vale um pretexto diferente, lá e cá, para fazer girar a roda da ciranda financeira. Os mesmos fundos que dão liquidez as negociações de ações, também atuam nos mercados agrícolas e gostam de aproveitar cada situação. E fica o alerta: estamos entrando em uma fase em que a volatilidade nos preços será companheira nossa de cada dia.</p>
<p>De um lado, temos o Brasil com uma produção grande, porém inferior à projetada inicialmente, a qual ainda deve ser corrigida num futuro próximo devido aos problemas climáticos enfrentados. A comercialização, impulsionada pela demanda chinesa, também está bastante avançada, com mais de 50% vendida de uma safra de 132 milhões de toneladas. Outros pontos importantes a serem observados: o reflexo climático e as perdas nas safras do Paraguai, Uruguai e Argentina.</p>
<p>De outro lado, temos os Estados Unidos iniciando o plantio numa temporada em que as famílias norte americanas tinham tudo pra plantar muito mais área de soja do que foi anunciado pelo <strong>Departamento de Agricultura dos Estados Unidos – USDA</strong>, no dia 31 de março. E foi justamente este relatório que desencadeou o limite de alta nas cotações da Bolsa de Chicago.</p>
<p><strong>**Dá pra acreditar? Com os preços tão atrativos para a soja, as famílias do meio oeste sinalizarem que plantarão mais milho do que soja?</strong></p>
<p>Agora só pra fechar o link com as oportunidades de mercado que os fundos caçam, quem aqui se lembra que há 2 anos, mesmo querendo plantar, os produtores do meio oeste não conseguiam por que a as chuvas torrenciais não davam trégua?</p>
<p>Naquela temporada, em 2019, muitas áreas de milho e soja não puderam ser semeadas e foram alocadas em programas de proteção e conservação. Ali os fundos fizeram muito dinheiro e foi exatamente por isso, que no ano passado os produtores, com medo de não conseguirem plantar assim que a janela de plantio abriu, foram em massa aos campos e plantaram suas safras de forma acelerada e concentrada.</p>
<p>Tentar antecipar agora o que vai acontecer é um jogo, uma aposta, mas é isso que os fundos fazem e, na maioria das vezes, ganham dinheiro, muito dinheiro!</p>
<p>O que precisamos aqui, é entender os fundamentos disponíveis no mercado, quais os possíveis cenários para os preços e nos posicionarmos, e o nome disso NÃO é especulação, é proteção, é hedge. E pensando que o agro brasileiro é referência, em diversas cadeias e segmentos, não podemos deixar de pensar na gestão eficiente da porteira para fora também, pois isto influencia no resultado de uma safra.</p>
<p>Que assim como os fundos aproveitam oportunidades, o agro brasileiro use as inúmeras ferramentas disponíveis no mercado para maximizar seus resultados. Fiquemos atentos as possibilidades! Um forte abraço e até mais,</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>13 Abr, 2021<br />
Por Andrea Cordeiro</p>
<p><a href="https://digital.agrishow.com.br/colunistas/safra-sul-americana-x-safra-norte-americana-oportunidades-sazonais-ao-agro-brasileiro" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Matéria da colunista Andrea Cordeiro escrita para o Agrishow Digital</a></p>
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		<title>Dia Nacional dos Técnicos Agrícolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 11:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 5 de novembro comemora-se o Dia Nacional do Técnico Agrícola, data instituída pela Lei 13.099/2015. O exercício profissional da categoria é disposto pela Lei nº 5.524/1968, que 17 anos depois foi regulamentada pelo Decreto nº 90.922/1985. A profissão completará 110 anos em 2020. A primeira turma de técnicos agrícolas foi formada em 1910, na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 5 de novembro comemora-se o Dia Nacional do Técnico Agrícola, data instituída pela Lei 13.099/2015. O exercício profissional da categoria é disposto pela Lei nº 5.524/1968, que 17 anos depois foi regulamentada pelo Decreto nº 90.922/1985. A profissão completará 110 anos em 2020. A primeira turma de técnicos agrícolas foi formada em 1910, na cidade de Viamão, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>O técnico agrícola é responsável pela elaboração e monitoramento dos programas higiênicos e sanitários na produção animal, vegetal e agroindustrial. Também planeja e acompanha a colheita e o processo de produção, responsabilizando-se pelo armazenamento, conservação, comercialização e industrialização dos produtos agropecuários.</p>
<p>De acordo com Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (FENATA) existem atualmente cerca de 350 mil profissionais no Brasil, exercendo as mais diversas funções nas áreas da agropecuária, agricultura, zootecnia, pesca e agrimensura.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-9133 aligncenter" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/dia-tecnicos-agricolas.jpg" alt="" width="615" height="615" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/dia-tecnicos-agricolas.jpg 1000w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/dia-tecnicos-agricolas-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/dia-tecnicos-agricolas-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/dia-tecnicos-agricolas-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 615px) 100vw, 615px" /></p>
<p>As atribuições dos técnicos agrícolas e suas respectivas modalidades estão definidas no artigo 6º do Decreto nº 90.922/85.</p>
<ul>
<li>Impacto ambiental – permite ao técnico agrícola atuar na elaboração de laudos e em projetos de licenciamento ambiental;</li>
<li>Construção de benfeitorias rurais – permite ao técnico agrícola ser responsável técnico pela construção de pocilgas, aviários, etc.;</li>
<li>Drenagem e irrigação – permite ao técnico a realização de projetos que envolvam barragens, irrigações, etc.;</li>
<li>Prestar assistência técnica na aplicação, comercialização, no manejo e regulagem de máquinas, implementos, equipamentos agrícolas e produtos especializados, bem como na recomendação, interpretação de análise de solos e na aplicação de fertilizantes e corretivos;</li>
<li>Receituário agrícola – selecionar e aplicar métodos de erradicação no controle de vetores e pragas, doenças e plantas daninhas, responsabilizando-se pela emissão de receitas de produtos agrotóxicos;</li>
<li>Elaborar, aplicar e monitorar programas profiláticos, higiênicos e sanitários na produção animal, vegetal e agroindustrial;</li>
<li>Responsabilizar-se pelas empresas especializadas que exercem atividades de dedetização, desratização e no controle de vetores e pragas;</li>
<li>Realizar medição, demarcação de levantamentos topográficos, bem como projetar, conduzir e dirigir trabalhos topográficos e funcionar como perito em vistorias e arbitramento em atividades agrícolas – permite ao técnico a realização de projetos de PROAGRO, bem como atuar como perito.</li>
</ul>
<p><strong>Importância da categoria</strong></p>
<p>A participação dos técnicos agrícolas é de grande importância no desempenho da agropecuária brasileira, que é uma referência mundial na produtividade de diversas áreas do agronegócio, como a soja, avicultura, bovinocultura  e suinocultura, entres outras que são fundamentais para o desenvolvimento setorial do País.</p>
<p>De acordo com Mario Limberger, presidente da FENATA e diretor da CSB, a importância dos Técnicos Agrícolas explica porque o Brasil está entre um dos maiores produtores agrícolas e pecuários do mundo. “A presença dos profissionais em todas as comunidades agrícolas brasileiras garante ao produtor rural acesso à assistência técnica com o conhecimento de novas tecnologias, fundamentais para o aumento da produção e principalmente do crescimento da produtividade da agricultura brasileira. Este diferencial proporciona renda ao produtor rural e melhoria na qualidade de vida, e, como consequência, sua fixação no campo”, explica o dirigente.</p>
<p>O presidente da FENATA também destaca que a ampla maioria dos técnicos agrícolas são filhos de pequenos produtores rurais, e com este perfil eles se adaptam com mais facilidade ao trabalho de transferência do conhecimento ao homem do campo.</p>
<p><strong>Conquistas</strong></p>
<p>Segundo Limberger, dentre as principais conquistas da categoria, a regulamentação da profissão é a principal. “A Lei 5.524/68 foi grande divisor de águas para os técnicos agrícolas. A regulamentação da profissão levou os trabalhadores a um novo patamar profissional. As consequências positivas que produziu foram imediatas e visíveis, como a maior abertura de espaços no mercado de trabalho e possibilidade do exercício concreto de uma atuação profissional independente”, avalia.</p>
<p>O dirigente ainda afirma que a conquista da autonomia profissional dos técnicos agrícolas está estruturada em três planos evolutivos, ligados entre si, em um processo de verdadeira edificação: primeiro, a Lei 5.524/68, que é o marco legal, responsável por alicerçar sua história ao conceber a existência da profissão; segundo, o Decreto 90.922/85, que trouxe a regulamentação da profissão, estabeleceu um patamar de atuação independente e estimulou a sua organização; e terceiro, o Decreto 4.560/02, que contemplou os avanços tecnológicos ocorridos em escala mundial, permitindo à categoria a expansão do seu mercado de trabalho. “É esse o decreto que passa a iluminar o novo e promissor futuro profissional dos técnicos agrícolas”, diz o presidente da FENATA.</p>
<p>“O cenário de estruturação destas conquistas teve nos técnicos agrícolas e na sua mobilização os verdadeiros agentes das transformações alcançadas. Vencendo restrições e barreiras no passado e na atualidade, a categoria sempre demonstrou ter determinação para suplantar os obstáculos colocados ao longo do caminho, construindo no dia a dia as suas respectivas soluções”, afirma Limberger.</p>
<p><a href="https://csb.org.br/noticias/5-de-novembro-dia-nacional-do-tecnico-agricola-3" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
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		<title>Pausa para o Cafezinho – Do grão à xícara; conheça o caminho percorrido do seu cafezinho até chegar a sua xícara.</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/pausa-para-o-cafezinho-do-grao-xicara/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2020 13:48:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Geralmente muitas pessoas só conseguem visualizar os grãos de café já torrados (em grãos), ou moídos e já prontos para o consumo. Mas nem todos sabem como esses apaixonantes grãos se tornam uma bebida única, encorpada e aromática diante da nossa xícara. Então, prepare o seu cafezinho e se acomode enquanto explicamos o processo do grão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Geralmente muitas pessoas só conseguem visualizar os grãos de café já torrados (em grãos), ou moídos e já prontos para o consumo. Mas nem todos sabem como esses apaixonantes grãos se tornam uma bebida única, encorpada e aromática diante da nossa xícara.</p>
<p>Então, prepare o seu cafezinho e se acomode enquanto explicamos o processo do grão à xícara.</p>
<p>O grão de café é na verdade uma fruta do cafeeiro. Sim, o café é um alimento, e sua semente é pequena com uma esfera verde. Quando o grão atinge o estado de maturação para colheita tem um vermelho intenso (casca vermelha) ou amarelo (casca amarela), dependendo do seu cultivar (variedade).</p>
<p>As suas sementes são plantadas e as mudas regadas, sendo o local de plantio de acordo com a variedade da planta. Por exemplo, o café de espécie Arábica (Coffea Arábica) favorece grandes altitudes, enquanto o café da espécie Robusta conhecido também como Conilon (Coffea <em>Canephora</em>), é cultivado em baixas altitudes. Além de apresentar um alto teor de cafeína com um percentual de 2,5%, ou seja quase o dobro de cafeína do café arábica. O Brasil é um dos poucos países do mundo que produz esses dois tipos de café.</p>
<p>A produção de café pode levar de três a quatro anos para que a planta do café floresça depois de plantada, e essas flores produzam a fruta chamada cereja. A primeira colheita suficiente ocorre geralmente cerca de cinco anos após o plantio, é preciso muita dedicação em todo o processamento dos grãos.</p>
<p>Muitos imaginam que o processo em época de colheita é realizado apenas por máquinas conhecidas como colhedoras de café, sendo máquinas de grande porte nesta modalidade, mas existem outras modalidades de colheita na produção de café como a colheita seletiva e a derriça. É necessário que o produtor analise as características de cada uma, para decidir qual a melhor lhe atende de acordo com a produtividade e altitude de suas lavouras .</p>
<p>A colheita seletiva, ou a mão, é uma modalidade de colheita  manual aonde o  cafeicultor recolhe apenas os frutos maduros, chamados de cereja (nível máximo de maturação) e é a quem sem dúvida demanda um tempo bem maior. Essa prática, tenta garantir a qualidade do café, uma vez que os grãos secos, danificados ou verdes não vão se misturar com o restante da colheita.</p>
<p>Já a derriça mecânica (utiliza uma ferramenta motorizada, com garras que substituem a mão humana), o volume de colheita chega a subir mais vezes em referência a seletiva.</p>
<p>O importante na escolha da modalidade é que cada produtor possa se basear na realidade da sua lavoura, contribuindo para uma melhor produtividade e rentabilidade.</p>
<p>É feita a escolha da modalidade, neste caso citaremos como exemplo a colheita seletiva. Serão retiradas da lavoura apenas os grãos (cerejas) maduros, que geralmente se tornam grãos de alta qualidade dependendo do terroir de cada região e dos cuidados na colheita e pós-colheita.</p>
<p>Depois da colheita, o produtor escolherá algum dos métodos de manejo e beneficiamento (lavado, descascado ou natural), hoje vamos abordar o processo natural que realizei essa imersão da porteira para dentro juntamente com a minha amiga, vizinha e produtora de cafés especiais Márcia Amaral do Sítio São Judas Tadeu em Ilicínea no Sul de Minas Gerais.</p>
<p>O processo via seca é um dos mais utilizados até hoje no Brasil por alguns produtores. Antes de levar o café para o terreiro seja de cimento ou asfalto que são os mais recomendados, os grãos passam por um lavador. É um método simples e eficaz, os frutos mais secos que perderam a umidade no pé, boiam e são separados dos grãos verdes e dos cerejas (que dão origem aos cafés especiais), sendo os boias (os frutos secos) encaminhados para a secagem, e os verdes (que são mais adstringentes) retirados.</p>
<p>Os grãos cerejas são seguidos separadamente dos boias para o terreiro sendo espalhados através de finas camadas para serem secados, armazenados e beneficiados  dando origem ao café natural cereja, a bebida ficará mais doce e encorpada.</p>
<p>Lembrando que depois dos cafés irem para o terreiro, tem todo um cuidado para que sejam protegidos das chuvas e expostos para secar à luz do sol e ao vento. Lonas são utilizadas para proteção contra o orvalho. O café deverá ser rodado no mínimo 10 vezes por dia para que o calor os atinja do jeito mais uniforme possível, atingindo o teor de umidade adequado.</p>
<p>Os frutos são colocados nos secadores, existem cafeicultores que utilizam a secagem convencional feita em terreiros de chão (cimento), enquanto outros utilizam secadores como o secador rotativo ou o secador estático. Os secadores permitem o controle total da temperatura e da umidade durante o processo de secagem, o importante é monitorar para que a umidade dos grãos fique entre 11,5% a 12%.</p>
<p>Depois da secagem, vou abordar aqui um resumo bem básico utilizado para o beneficiamento do café, aonde será realizada a remoção da casca dos grãos.</p>
<p>Quando o café está completamente seco, é hora de fazer o beneficiamento dos grãos. Separa-se o fruto do grão, removendo as últimas camadas de pele seca do grão (descascando o café em coco seco e ainda com casca), separando a casca e o pergaminho, o café será submetido a diversas operações de limpeza, seleção, escolha e classificação  eliminando assim as impurezas como pedra, torrão e terra.</p>
<p>Após esta etapa, e para ser comercializado o café beneficiado precisará ser rebeneficiado,geralmente este processo é feito nas cooperativas ou grandes armazéns.</p>
<p>Os grãos são chamados de “café verde” nesta fase, e serão classificados os grãos por tamanho, peso específico e cor para melhorar a qualidade dos lotes e eliminar os defeitos. Essa é pontencialmente a parte mais importante de todo o processo.</p>
<p>Será realizada também a análise sensorial dos grãos, parte fundamental que irá desvendar todos os atributos do café (os sabores característicos dos grãos). Os grãos então serão armazenados em sacarias de 60kg ou a granel em big bags, lembrando apenas que o café quando deixando armazenado por muito tempo em juta pode perder sua qualidade e aroma devido a variação do teor de água nos grãos e sua interação com o ar ambiente.</p>
<p>Hoje em dia existem embalagens que contribuem para uma melhor conservação da qualidade e aroma como a Grain Pro, e a Klabin que desenvolveu em parceria com a UFLA embalagens sustentáveis que prometem atributos físicos e sensoriais do café por mais tempo.</p>
<p>A arte de transformar o café verde em grãos para consumo, é sem dúvida uma das etapas mais complexas e importantes para termos uma bebida incrível na xícara, mas para isso é necessário através de uma amostra do grão verde, conhecer o perfil do café e criar um padrão de torra.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-8511" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/pausa-cafezinho-grao-xicara-trigolo-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/pausa-cafezinho-grao-xicara-trigolo-300x300.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/pausa-cafezinho-grao-xicara-trigolo-150x150.jpg 150w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/pausa-cafezinho-grao-xicara-trigolo-768x768.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/pausa-cafezinho-grao-xicara-trigolo.jpg 847w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O processo de torrefação é o que transforma os grãos no café que conhecemos e amamos. Eles são torrados em uma máquina de torra, por períodos variados, dependendo da variedade do grão.</p>
<p>As variações no tempo de torrefação alteram o sabor do grão e a duração do processo de torrefação é geralmente acompanhada de acordo com o perfil do café(cultivar e terroir), e através de muita técnica que  se consegue extrair as qualidades desejadas para obtermos aquele cafezinho tão saboroso na nossa xícara todos os dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Toda a minha admiração a todos dessa cadeia única do café especial, viva o café! Ótimas experiências cafeínadas a todos!</p>
<p>E você o que achou da nossa matéria? Compartilhe conosco!</p>
<p><strong>Uma ótimo fim de semana a todos, abraço e até o próximo e saboroso cafezinho.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.blogdomadeira.com.br/2020/09/pausa-para-o-cafezinho-do-grao-a-xicara-conheca-o-caminho-percorrido-do-seu-cafezinho-ate-chegar-a-sua-xicara/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog do Madeira</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6236 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/01/lilian-trigolo-3-e1518799129887.jpg" alt="" width="159" height="195" /></p>
<h3><strong>*Lilian Trigolo</strong></h3>
<p>Coffee Lover-apaixonada pelo universo do café, e toda a sua cultura cafeeira, formada em Administração de Empresas com Ênfase em Comércio Exterior.</p>
<p><strong>Instagram</strong>: @liliantrigolo<br />
<strong>E-mail:</strong> lilianmg.trigolo@gmail.com</p>
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		<title>Mercado Climático nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 17:02:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não há ano em que o mercado climático, conhecido por Weather Market deixe de conferir oportunidades aos participantes de mercado. Seja aonde for. Aqui na  América do Sul, Europa, Austrália, Região do Mar Negro e em especial para as commodities soja e milho, nos Estados Unidos. Semanalmente e durante todo o ano, o  NOAA – [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há ano em que o mercado climático, conhecido por <strong><em>Weather Market </em></strong>deixe de conferir oportunidades aos participantes de mercado.</p>
<p>Seja aonde for. Aqui na  América do Sul, Europa, Austrália, Região do Mar Negro e em especial para as commodities soja e milho, nos Estados Unidos.</p>
<p>Semanalmente e durante todo o ano, o  <strong><em>NOAA – </em></strong><strong><em>National Oceanic and Atmospheric Administration</em></strong>, divulga um levantamento de umidade do solo dos Estados Unidos.</p>
<p>Esse quadro é importante à medida que a janela de plantio se aproxima e sua importância aumenta a partir do desenvolvimento de safra até a fase final da colheita.</p>
<p>Participantes de diversos países, interessados no mercado agrícola conseguem observar e acompanhar informações sobre os efeitos das condições climáticas no solo.</p>
<p>O acompamento é feito de forma simultânea a um outro reporte técnico divulgado a cada segunda feira pelo <strong><em>USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. </em></strong>O relatório de condições de lavoura.</p>
<p>Cruzar dados técnicos dos dois órgãos é uma tarefa quase que espontânea para o mercado agrícola mundial.</p>
<p>Através deles, é possível fazer um filtro importante para se determinar a instalação ou propagação de alguma anomalia climática nas áreas de produção de grãos dos Estados Unidos.</p>
<p>Geralmente não há situação de advsersidade climática que passe batida aos “olhos” desses dois relatórios.</p>
<p>Há alguma semanas atrás os mapas vinham mostrando uma ampliação de áreas mais secas nos estados do meio oeste do Estados Unidos e nessa última segunda-feira, o USDA reportou uma queda de 3 pp de lavouras de soja e 2 pp de lavouras de milho em condições boas e excelentes.</p>
<p>O mapa de umidade de solo atualizado nessa quinta, 16 de julho de 20 mostra os estados de  Michigan, Nebraska, Missouri e Oklahoma ampliaram condições de seca.</p>
<p>Analisando os mapas abaixo, pode-se observar que desde 30 de Junho até 14 de Julho, o estado do Texas, importante produtor de algodão, passou registrar pontos de extrema seca.</p>
<p>Estados importantes como Iowa, Ohio, Indiana, Missouri chamam atenção, embora tenham sido favorecidos com algumas chuvas recentes.</p>
<p>Já os estados de Dakota do Norte e Dakota do Sul, mostraram situação inversa. Chuvas recentes reduziram um estágio no quadro compartivo de seca.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-7981 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-1024x576.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-300x169.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-768x432.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-1104x621.jpg 1104w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-366x205.jpg 366w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-534x300.jpg 534w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-165x92.jpg 165w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-249x140.jpg 249w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-232x130.jpg 232w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico-344x193.jpg 344w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/imagem-mercado-climatico.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Acordo Comercial &#8211; Fase 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:42:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente? É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente?</p>
<p style="font-weight: 400;">É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a tantas informações confusas e por vezes polarizadas sobre a Guerra Comercial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já foram muitas fases, ora de euforia, ora depressiva, mas o viés fundamental baixista reverteu na virada de setembro e na primeira semana de outubro o contrato com vencimento novembro recuperou 33 centavos, redirecionado acima do suporte psicológico de US$ 9,00/ bushel e hoje encerrar mais firme ainda cotado a US$ 9,36/ bushel.</p>
<p style="font-weight: 400;">Alguns fundamentos que justificam essa retomada de preço vêm do Clima; as geadas que apareceram nos mapas para áreas ao norte do cinturão de produção do meio oeste dos Estados Unidos, chuvas excessivas para alguns estados que estão colhendo o grão, números altistas ( produtividade e estoques ) divulgados na quinta, dia 10, pelo USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unido em relatório mensal de oferta e demanda e o mais importante, reflexo da atual fase da guerra comercial é a retomada da demanda chinesa pelo grão norte americano.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas últimas duas semanas, as inspeções semanais de grãos, divulgadas sempre nas segundas-feiras e as vendas semanais, nas quintas, foram construtivas.</p>
<p style="font-weight: 400;">As inspeções representam o volume de produto de fato embarcado nos portos americanos e as vendas são anúncios de lotes negociados e que serão futuramente embarcados.  Simultaneamente nessa janela, o USDA – Departamento de Agricultura os Estados Unidos, reportou vendas avulsas para China e países desconhecidos que são chamadas de vendas extras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 02 foram 464 mil toneladas de soja, dia 03 outras 252 mil, dia 07, 198 mil e 240 mil toneladas para destinos desconhecidos e hoje, dia 10 mais 398 mil. Vale o destaque que <strong>Destinos Desconhecidos costumam ser processados como origem </strong>China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mesmo sendo inferior ao esperado por Trump, a demanda foi mais a mais consistente dos últimos meses e reforçaram a posição amistosa da China às vésperas das reuniões entre as delegações chinesas em norte americanas em Washington. Foi recado amistoso que China está engajada em chegar a um acordo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em paralelo, a entrada de dinheiro novo para a conta de alguns fundos de investimentos, favorecem ajustes em carteiras. Com o viés para novos cortes nos juros dos Estados Unidos esse dinheiro “novo” começa a circular em outros produtos como commodities.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas o que esperar daqui para frente para a commodities soja?</p>
<p style="font-weight: 400;">O radar dos fundos, aqueles que estão vendidos, acompanhará de pertinho algumas situações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Condições climáticas nos EUA</strong></p>
<p>Chuvas mais volumosas em estados que estão colhendo grão merecem atenção. Eventos de geada e neve estão concentrados ao norte do <em>cornbelt.</em> Esse é o maior temor do produtor local já que os trabalhos iniciais em campo, prejudicados pelas chuvas excessiva, foram concluídos fora da janela ideal, deixando parte importante das lavouras de soja expostas e vulneráveis as geadas precoces. Por isso vemos os produtores correndo literalmente contra o tempo e tentando armazenar todo o grão possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Pressão de Colheita Hemisfério Norte</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Com soja da safra 2018/2019 ainda em armazém, os produtores caminham para colher a safra dessa temporada. Apesar das dúvidas sobre a área correta destinada ao plantio e a produtividade real de uma safra castigada por um vai e vem de adversidades climáticas (chuvas, alagamentos, temperaturas baixas, estiagem, temperaturas altas, chuvas excessivas novamente e por fim, geadas) é norma que com a aproximação da colheita, os preços pressionem. Esse movimento sazonal é considerado como pressão de colheita. Caso a guerra persista, e com isso o engessamento da demanda para exportação continue, a soja colhida deve desencadear excesso de ofertas no mercado doméstico que por si só não consegue absorver a demanda chinesa. Além disso a janela de colheita na China, a mesma no hemisfério norte, pode devido à queda no consumo por farelo de soja (peste suína) arrefecer o ímpeto por grandes quantidades de soja naquele país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Porém caso um acordo parcial seja anunciado o produtor aliviaria parte de seus estoques em meio a uma demanda chinesa mais agressiva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
Condições climáticas na América do Sul</strong></p>
<p>No Brasil as altas temperaturas e tempo seco em regiões produtoras ficam no radar também. Quando há poucas semanas estive nos EUA coordenando o Missão Mulheres do Agro da Labhoro, as perguntas mais repetidas ao nosso grupo, composto por 6 profissionais mulheres do agro foram: O Plantio no Brasil está atrasado? O Brasil vai deixar área sem plantar soja? E a Argentina?</p>
<p>Graças as redes sociais, o produtor norte americano acompanha já há alguns anos o que acontece aqui. Já era o tempo que as informações reais demoravam a sair dos campos ou dos quarteis generais das multinacionais, por isso as condições climáticas nesse momento desfavoráveis para o plantio da próxima safra no Brasil, Argentina e Paraguai serão acompanhadas de lupa pelo mercado norte americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Peste Suína Africana</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 10, a <strong>FAO – </strong>braço da<strong> ONU </strong>pra Alimentos e Agricultura atualizou a estatística de animais abatidos mundialmente. O crescente aumento dos casos preocupa pelo impacto na redução do consumo do farelo de soja. Essa é a razão que China vem reduzindo sua participação como compradora de grãos.  O USDA projeta que na temporada atual o volume de importação totalize 83 milhões de toneladas contra 94 registrados em 2018. Para a próxima temporada o órgão trabalha com a meta de 85 milhões, portanto um olho na demanda e outro nos números de casos da peste na Ásia.</p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html&amp;source=gmail&amp;ust=1571418958662000&amp;usg=AFQjCNHUN4dUpvxCOKQR_fV4LPyYmrCMaw">http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Guerra Comercial EUA e China</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Destaque negativo para os preços nos últimos 15 meses, a guerra é e continuará sendo extremamente relevante para a definição dos preços da soja e dos prêmios praticados nos países produtores da oleaginosa. Nos últimos dias, o mercado financeiro ventilou com maior intensidade possível acordo parcial, que foi confirmado hoje por agências interacionais de notícias após encontro de Trump e o vice primeiro ministro chinês, Liu He, na Casa Branca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a mídia a fase 1 foi concluída com sucesso e novas rodadas estão previstas. Nos holofotes, o anúncio que nas próximas semanas China deve realizar comprar expressivas de até US$ 50 bi em produtos norte-americanos. Como efeito colateral taxações extras de 5 %, de 25 para 30 %, previstas para entrar em vigor para o montante de US$ 250 Bi em produtos de origem chinesas, serão adiadas. Alguns analistas ficaram tão confiantes que até antecipam a possível suspensão total dessa cota. Será?</p>
<p style="font-weight: 400;">De concreto e até esse momento, não há anúncios oficiais, apenas falas de Trump e do Ministro do Comercio da China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Trump fez uma declaração celebrando o acordo da <strong>fase 1</strong> mas observando que o acordo que será redigido nas próximas quatro semanas. Já o Ministro chinês declarou: &#8220;China e Estados Unidos alcançaram progressos significativos em várias áreas após uma nova rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível na quinta e sexta-feira”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Passado o impacto desse acordo fase 1, o mercado especula agora sobre como o governo norte americano fará para aprovar com celeridade esse acordo em congresso e sobre quantas outras fases ainda existirão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante os últimos dias Trump anunciou via rede social que um acordo estava próximo e que ele estava tomando medidas para que não precisasse passar pela aprovação de congresso nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui reforço que o tema AGRO na pauta dessa guerra é o mais acessível e desde maio desse ano já estava bastante avançado. O calcanhar de Aquiles dessa Guerra tem sido o tema propriedade intelectual e segredo industrial. Quem não lembra dos recados nacionalistas de Trump pra as empresas norte americanas abandonarem a China e voltarem a gerar riqueza aos país ou então do caso Huawei?</p>
<p style="font-weight: 400;">E quem não lembra também que em alguns momentos dessa guerra os dois países estavam bem evoluídos e de uma hora pra outra tudo mudou? Portanto vale ficarmos atentos, acompanhando os desdobramentos oficiais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um abraço,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretora Comercial Grupo Labhoro<br />
<b>Matéria escrita para coluna Agro do Infomoney.</b></p>
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		<title>Histórias Inspiradoras: Lucia Roney</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 17:55:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Minha história começou quando saí de minha cidade Guaraciaba em Minas Gerais. Fui para Cuiabá no Mato Grosso fazer vestibular na Universidade de Cuiabá. Trabalhei na CEMAT &#8211; Centrais Elétricas Mato-grossense no setor de Recursos Humanos, após passar no vestibular e aguardando o início das aulas e fui morar com um tio, casado com uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Minha história começou quando saí de minha cidade Guaraciaba em Minas Gerais.<br />
</span>Fui para Cuiabá no Mato Grosso fazer vestibular na Universidade de Cuiabá.<br />
<span style="font-weight: 400;">Trabalhei na CEMAT &#8211; Centrais Elétricas Mato-grossense no setor de Recursos Humanos, após passar no vestibular e aguardando o início das aulas e fui morar com um tio, casado com uma norte americana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paul Roney, meu marido, havia na época chegado ao Brasil 2 anos antes, em 1972 com o </span><b>Corpo Da Paz</b><span style="font-weight: 400;">. Ele foi transferido de Sidrolândia no Mato Grosso do Sul, para Cuiabá, cidade que eu estava morando. </span>Como curiosidade, Paul colaborava ao compartilhar experimentos com a cultura da soja com os primeiros produtores do sul que migraram para o centro oeste.<br />
<span style="font-weight: 400;">Quando ele chegou a Cuiabá, ele se lembrou que conhecia meu tio Cornélio e em um certo dia foi visitá-lo. Foi nesse momento que nos conhecemos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paul passou a &#8220;visitar meu tio&#8221; várias vezes e foi assim que tudo começou.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Seu contrato com o Corpo da Paz estava para vencer e ele então teria que retornar aos Estados Unidos e em menos de 1 ano nós decidimos casar e morar nos Estados Unidos.<br />
</span>Meu inglês era bem básico. Entendia um pouco e falava quase nada e esta foi a minha dificuldade maior.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estranhei um pouco a comida. Muito doce.<br />
</span>As comunidades locais me receberam muito bem, principalmente porque a família Roney sempre foi muito respeitada. <span style="font-weight: 400;">Aprendi a dirigir e dentro de 3 meses, tirei carteira e comecei a frequentar a faculdade para aprender inglês. </span>Uns meses depois, comecei a dirigir caminhão para ajudar a transportar a safra da produção da família para a cooperativa na cidade vizinha.</p>
<p>Foi então que os filhos começaram a chegar. Temos quatro. Dois meninos e duas meninas.<br />
<span style="font-weight: 400;">Ajudei nas atividades da fazenda o quanto pude e quando as crianças iniciaram as atividades escolares, passei a ter mais tempo livre.<br />
</span>Nesse meio tempo, meu sogro morreu em um acidente de trator na fazenda. Ele e o Paul trabalhavam juntos e eu só ajudava durante os trabalhos de na colheita.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após sua morte, comecei a ajudar na fazenda dirigindo trator preparando o solo para o plantio, adubando, aplicando químicos e depois colhendo e hoje eu até dirijo caminhão carreta.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">A Educação nos Estados Unidos não é barata e graças a Deus todos os nossos 4 filhos se formaram em várias universidades sem precisarmos financiar os estudos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3694 " src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15.jpeg" alt="" width="633" height="490" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15.jpeg 960w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15-300x232.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/04/WhatsApp-Image-2019-04-04-at-10.44.15-768x594.jpeg 768w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos estão bem empregados e seguindo a carreira que estudaram. Também estão casados e nos deram 7 netinhos. Dois de nossos filhos trabalham com o Agro. Um deles após trabalhar por mais de 10 anos numa das mais importantes indústrias dos EUA, veio nos ajudar a gerenciar os trabalhos na nossa fazenda e o outro é Engenheiro mecânico na John Deere no estado de Iowa.</span></p>
<p>Lucia Roney</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pré USDA &#8211; Cenários da Temporada 2019/2020 dos EUA</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/pre-usda-2019-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 14:50:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem está com os 2 pés, o bolso e a alma encravados no mundo Agro ontem foi um dia relevante para o setor. O USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgou o último levantamento da temporada 2018/2019 antes de divulgar agora em maio, o primeiro da próxima temporada que inclusive já começou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem está com os 2 pés, o bolso e a alma encravados no mundo Agro ontem foi um dia relevante para o setor.</p>
<p>O <strong>USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos </strong>divulgou o último levantamento da temporada 2018/2019 antes de divulgar agora em maio, o primeiro da próxima temporada que inclusive já começou a ser plantada.</p>
<p>Dia 10 de maio, o órgão reportará as suas primeiras impressões sobre tamanho de área de plantio e de colheita, produtividade, projeção de consumo, exportação, importação e esmagamento, entre outros. Será o primeiro quadro do <strong>Supply Demand</strong> americano.</p>
<p>Três grandes questionamentos vêm sendo feitos para esse reporte:</p>
<ul>
<li>*Qual será o estoque inicial do próximo ano? Essa pergunta temos viés de resposta. Muito provável que seja o número do estoque final divulgado ontem em 895 mi bu. Número do estoque final de um ano é o inicial da próxima temporada.</li>
<li>*Qual a projeção de exportação que o órgão vai trabalhar? Manterá um viés de encolhimento frente ao atual cenário de guerra comercial ou assumirá uma linha de entendimento comercial?</li>
<li>*E quais serão as estimativas de área de plantio e produtividade? Aqui a análise é mais complicada. Há poucas semanas &#8211; 29 de março, o órgão divulgou o <strong>Prospective Plantings</strong> &#8211; Intenção de Plantio &#8211; que eu costumo simpaticamente chamar de &#8220;<strong>acreagem</strong>&#8220;. E o resultado dessa divulgação foi uma ducha gelada no mercado.  Naquele dia os preços do milho na Bolsa de Chicago para o contrato vencimento maio cederam 17 cents/bu e os da soja com mesmo vencimento cederam outros 5 ½ cents/bu. De certa forma o relatório veio em linha com os trabalhos do <strong>Agricultural Forum Outlook</strong> no final de fevereiro quando os produtores preocupados com a falta de demanda chinesa para o grão norte americano já sinalizavam um recuo na área de soja. Só que o recuo da área da soja foi mais intenso que o “projetado” pelas maiorias dos analistas.  E mesmo assim os preços caíram.</li>
</ul>
<p>Os produtores dos EUA vivenciam momentos difíceis.  Os baixos preços do grão na bolsa e os <strong>prêmios</strong> praticados no <strong>Golfo</strong> e em Portos do Pacífico Noroeste – <strong>PNW não liquidam preços rentáveis.</strong></p>
<p>Eles, que acumulam perdas vultosas por terem vendido pouco da safra velha com preços superiores a US$ 10,00/bu e que foram pegos em abril de 2018 no contrapé da briga entre os dois países e durante o plantio crescente e acelerado de soja, caminham para uma <strong>nova temporada e já com máquinas entrando nos campos com prejuízos no bolso e com mais incertezas sobre o real avanço das tratativas entre EUA e China </strong>que visam dar um ponto final a batalha comercial estabelecida há exatos 13 meses.</p>
<p><strong>Lembrando que Donald Trump </strong>foi eleito com apoio dos estados essencialmente agro e por contar com esse suporte acreditava teria a SOJA como poder de barganha nessa disputa com os chineses. E segundo dizem analistas norte-americanos acreditou que essa moeda garantiria uma China submissa e desesperada para um rápido acordo. Mas o que Trump esqueceu, ou não considerou que naquele momento era somente a Argentina que não tinha competividade para disputar mercado com eles. E o Brasil que tinha pouco produto comercializado surfou uma onda boa e longa.</p>
<p>Se ele julgava<strong> ser fácil “brigar” com China por práticas de comércio mais justas,</strong> hoje ele se vê pressionado por uma disputa árdua e enfrenta a base de seu eleitorado: os produtores rurais.</p>
<p>Trump embora garanta quase que diariamente através de redes sociais que um<strong> bom acordo para o setor rural está prestes a ser fechado</strong>, hoje não conta mais com a crença em peso dos produtores que não se sentem confortáveis com as incertezas para a nova temporada.</p>
<p>Conversando pessoalmente com produtores norte americanos de vários estados percebemos um grande desanimo frente a esse cenário.</p>
<p>Muito provavelmente a resposta para as dúvidas sobre o próximo relatório é que o USDA confirmará o recuo da área de plantio de soja em favorecimento do milho. Mas como será que o órgão que é o braço agro do governo se posicionará especialmente se o acordo não tiver sido firmado?</p>
<p>Como será que o USDA em meio a um cenário com fraca demanda (falta de compras da China), se posicionará sobre a produtividade do grão da próxima safra? Manterá a linha de produtividade alta das safras anteriores ?</p>
<p>Se ela estimar uma produtividade alta que é algo bem factível, o corte na área dos EUA será em parte compensado e os estoques finais ainda sim serão altos.</p>
<p><strong>A chave de todas essas dúvidas está no desfecho do acordo comercial.</strong></p>
<p>Se o acordo sair os produtores norte-americanos passarão imediatamente a surfar a onda que o Brasil surfou até então e que hoje os dividimos com nossos vizinhos Argentinos. Afinal plantarão menos área, o que será precificado na bolsa, terão prêmios mais valorizados,  garantia de volume no comércio chines e dai sim o cenário passaria a complicar para o produtor brasileiro que precisará estudar muito bem seu mercado para decidir qual área plantará no final do segundo semestre.</p>
<p><strong>Por ora, o produtor de lá segue preocupado com a briga e também com o excesso de umidade no meio oeste. Foram impactados por um degelo intenso, chuvas e agora tem pela frente um sistema de chuvas fortes. </strong></p>
<p>Vamos aqui acompanhando em paralelo a evolução do plantio nos EUA que até domingo – 07 de abril totalizava 3% de área destinada ao milho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Segunda-feira em Ritmo de Carnaval em Chicago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2018 20:39:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E quem aqui poderia afirmar que o USDA em seu relatório mensal de Oferta e Demanda dos EUA e Mundial reportaria números pessimistas e que mesmo assim o mercado naquele dia encerraria com 12 centavos de alta? Imediatamente após a divulgação dos números, os preços registraram volatilidade. Na análise dos números, ficou claro o viés [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1410" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-300x100.jpg" alt="" width="300" height="100" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-300x100.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-768x256.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja-1024x341.jpg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/02/img-blog-plantacao-soja.jpg 1500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>E quem aqui poderia afirmar que o <strong>USDA</strong> em seu <strong>relatório mensal de Oferta e Demanda </strong>dos EUA e Mundial reportaria números pessimistas e que mesmo assim o mercado naquele dia encerraria com 12 centavos de alta?</p>
<p>Imediatamente após a divulgação dos números, os preços registraram volatilidade. Na análise dos números, ficou claro o viés negativo: Estoques nos EUA mais baixos, perda de competitividade dos norte americanos nas exportações mundiais, compensação da perda de produção da Argentina com aumento de produção no Brasil.</p>
<p>Só que em meio a todo aquele mar de números, os fundos de investimentos ignoraram o viés baixista e passaram a aproveitar as baixas para comprar.</p>
<p>Em entrevista a Agência Estado no dia 8, destaquei à jornalista Letícia Pakulski que o mercado se aproxima de um divisor de fundamentos. Por agora os radares seguem monitorando as condições climáticas na Argentina e os trabalhos de colheita no Brasil, mas o mais novo queridinho dos fundos logo chegará: Temporada de plantio dos EUA.</p>
<p>E já nos próximos dias 22 e 23 o mercado inteirinho acompanhará as primeiras projeções de área e produtividade das culturas que serão anunciadas no <strong>Agricultural Outlook Forum.</strong></p>
<p>Pensando nessa linha, destaquei na entrevista que a gasolina na fogueira na quinta feira foi a expansão de áreas secas no <strong>Drought Monitor, </strong>levantamento atualizado toda quinta-feira. Adivinha aí o que mostrou o tal Mapa?</p>
<p><em>Pois é, mostrou que áreas com seca ampliaram nos EUA.</em></p>
<p>Eu sei, Eu sei! Ainda é cedo para especulações sobre a nova safra dos EUA e que tem muita neve acumulada nos campos, mas que tal pensarmos sem emoção, igualzinho os fundos?</p>
<p>Solo seco nos EUA há 3 semanas antes do <strong>início de plantio de milho</strong> nas área ao Sul do cinturão e Delta do Golfo <strong>+</strong> mapas secos para o período estendido na Argentina +<strong> novo corte </strong>de produção da  <strong>Bolsa de Cereales</strong>, o segundo em 8 dias. <strong>Resultado:</strong> Fundos atuando numa mistura de tomada de lucro generalizada com Desmonte de carteira comprada.</p>
<p>Sim, os fundos mesmo com a percepção que Brasil terá uma safra maior que a estimada e que compensará as perdas da vizinha Argentina, desmontam posições. E isso os deixa menos expostos e vulneráveis caso sejam pegos com notícias potencialmente altistas.</p>
<p>Ainda na sexta pós relatório de USDA e CONAB, os fundos preferiram processar chuvas para os próximos 10 dias em Buenos Aires e voltaram a vender e os preços cederam 8 centavos.</p>
<p>Mas adivinha o que aconteceu hoje ? Aproveitando que os brasileiros estão focados em atividades em campo e recebendo visita do Rei Momo, os fundos aproveitaram oportunidades. ((((Tenha sempre em mente que todos os dias os mercados oferecem oportunidades!))))</p>
<p><strong>E hoje na soja foram pelo menos 2</strong>: Novo movimento de queda no dólar índex (dólar  frente a uma cesta de moedas)  <strong>+</strong> mapas mais secos para a Argentina. O dia foi bem ao <strong>Estilo Ritmo de Compras</strong> e o contrato de soja março fechou cotado a US$ 10,0125 com 18,25 centavos de alta e maio com 18,50 centavos de alta a US$ 10,12.</p>
<p>Eu já falei aqui que dólar index em baixa favorece demanda de países importadores o que é positivo para preços de commodities em geral, né?</p>
<p><strong>Abaixo um resumo dos principais números CONAB e USDA </strong></p>
<p><strong>CONAB </strong></p>
<p>Em seu <strong>5º levantamento das safras a CONAB elevou a produção de soja para 111.56 mi tons</strong>, contra 110.44 mi tons em janeiro. No <strong>milho</strong>, a produção total foi revisada para baixo &#8211; <strong>88 milhões de tons</strong> contra 92.35 milhões. 1ª Safra projetada em 24.74 mi tons e 63.26 na safrinha. Em janeiro, a 1ª safra era  projetada em 25.18 e a 2ª safra em 67.17.</p>
<p><strong>USDA Supply Demand</strong></p>
<p><strong>EUA </strong>Estoques finais subiram de 470 para 530 milhões de bushels decorrente corte projeção de exportação.</p>
<p><strong>Soja BR </strong>112 milhões de toneladas.<strong> Milho BR </strong>produção mantida em 95 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja Argentina </strong>54 milhões de toneladas. <strong>Milho</strong> 39 milhões de toneladas.</p>
<p><strong>Soja</strong> Importação da china mantida em 97 milhões de toneladas.</p>
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		<item>
		<title>Colheita de Milho nos EUA – USDA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 16:19:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[colheita]]></category>
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		<category><![CDATA[usda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto os trabalhos na soja evoluíram apenas 3 pp, os produtores aceleraram os trabalhos nos campos de milho. A performance pulou em 1 semana de 70 para 83% da área. Esse salto de 13 % na semana se justifica pela quase conclusão dos trabalhos com a soja. A divulgação da área colhida pelo USDA ficou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os trabalhos na soja evoluíram apenas 3 pp, os produtores aceleraram os trabalhos nos campos de milho. A performance pulou em 1 semana de 70 para 83% da área. Esse salto de 13 % na semana se justifica pela quase conclusão dos trabalhos com a soja.</p>
<p>A divulgação da área colhida pelo USDA ficou dentro da aguardada pelo mercado que projetava a área entre 80 a 85%.</p>
<p>Quer saber como está a evolução da <strong>colheita do Milho</strong> lá nos estados americanos? Depois aproveita e dá uma analisada no post da colheita da Soja e repara que nem todos os estados lá produzem simultaneamente os 2 produtos.</p>
<table width="100%%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="24%">&nbsp;</td>
<td width="18%">12/Nov</td>
<td width="22%">11/Nov</td>
<td width="17%">2016</td>
<td width="19%">Média 5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Colorado</span><span>             </span></td>
<td>72</td>
<td>50</td>
<td>93</td>
<td>86</td>
</tr>
<tr>
<td height="24"><span>Illinois</span><span>             </span></td>
<td>90</td>
<td>83</td>
<td>97</td>
<td>96</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Indiana</span><span>              </span></td>
<td>80</td>
<td>70</td>
<td>93</td>
<td>90</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Iowa </span><span>                </span></td>
<td>85</td>
<td>67</td>
<td>93</td>
<td>92</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Kansas</span><span>               </span></td>
<td>93</td>
<td>88</td>
<td>99</td>
<td>96</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Kentucky</span><span>             </span></td>
<td>92</td>
<td>90</td>
<td>99</td>
<td>96</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Michigan  </span><span>           </span></td>
<td>69</td>
<td>57</td>
<td>68</td>
<td>70</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Minnesota</span><span>            </span></td>
<td>79</td>
<td>60</td>
<td>93</td>
<td>94</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Missouri</span><span>             </span></td>
<td>92</td>
<td>87</td>
<td>99</td>
<td>96</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Nebraska</span><span>             </span></td>
<td>86</td>
<td>68</td>
<td>92</td>
<td>90</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Carolina do   Norte</span></td>
<td>100</td>
<td>98</td>
<td>100</td>
<td>99</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Dakota do Norte </span></td>
<td>76</td>
<td>59</td>
<td>83</td>
<td>85</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Ohio </span><span>           </span><span>     </span></td>
<td>71</td>
<td>89</td>
<td>89</td>
<td>85</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Tennessee </span><span>          </span></td>
<td>99</td>
<td>98</td>
<td>100</td>
<td>98</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Pensilvania        </span></td>
<td>69</td>
<td>58</td>
<td>86</td>
<td>79</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Dakota do Sul </span></td>
<td>82</td>
<td>61</td>
<td>90</td>
<td>90</td>
</tr>
<tr>
<td>Tennessee</td>
<td>99</td>
<td>98</td>
<td>100</td>
<td>98</td>
</tr>
<tr>
<td>Texas<span>          </span></td>
<td>95</td>
<td>92</td>
<td>97</td>
<td>96</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Wisconsin</span><span>  </span></td>
<td>56</td>
<td>37</td>
<td>81</td>
<td>76</td>
</tr>
<tr>
<td>Média 18 estados<span> </span></td>
<td>83</td>
<td>70</td>
<td>92</td>
<td>91</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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			</item>
		<item>
		<title>Colheita de Soja nos EUA &#8211; USDA</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/colheita-de-soja-nos-eua-usda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 16:18:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[usda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com uma evolução de 3 pp, os EUA acumulam hoje 93% da área da soja colhida. Com a evolução da semana passada para essa, os trabalhos nos campos desaceleraram no grão e aceleraram no milho. Esses movimentos de alternar as culturas são normais. Com a previsão de tempo frio e nevascas, os produtores focaram nas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/colheita-de-soja-nos-eua-usda/">Colheita de Soja nos EUA &#8211; USDA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma evolução de 3 pp, os EUA acumulam hoje 93% da área da soja colhida. Com a evolução da semana passada para essa, os trabalhos nos campos desaceleraram no grão e aceleraram no milho.</p>
<p>Esses movimentos de alternar as culturas são normais. Com a previsão de tempo frio e nevascas, os produtores focaram nas semanas anteriores nos campos da soja. A estratégia era evitar prejuízos às lavouras e ainda bem que isso aconteceu, pois, o frio intenso se confirmou.</p>
<p>Em campos ao norte do cinturão houve registro de neve e por aqui circularam pelas redes sociais alguns vídeos mostrando a soja coberta pela nevasca, mas o estrago às lavouras foi pontual, justamente porque os produtores se anteciparam ao evento e colheram como se não houvesse amanhã.</p>
<p>Por isso agora, os produtores mais tranquilos podem se concentrar nos trabalhos com o cereal.</p>
<p>Quer saber como está a evolução da <strong>colheita da soja</strong> lá nos estados americanos?</p>
<table width="100%%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="24%">&nbsp;</td>
<td width="18%">12/Nov</td>
<td width="22%">11/Nov</td>
<td width="17%">2016</td>
<td width="19%">Média 5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Arkansas   <span>             </span></td>
<td>97</td>
<td>94</td>
<td>99</td>
<td>94</td>
</tr>
<tr>
<td height="24"><span>Illinois</span><span>             </span></td>
<td>95</td>
<td>92</td>
<td>99</td>
<td>98</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Indiana</span><span>              </span></td>
<td>89</td>
<td>85</td>
<td>95</td>
<td>95</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Iowa </span><span>                </span></td>
<td>97</td>
<td>92</td>
<td>97</td>
<td>98</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Kansas</span><span>               </span></td>
<td>91</td>
<td>85</td>
<td>93</td>
<td>91</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Kentucky</span><span>             </span></td>
<td>69</td>
<td>63</td>
<td>92</td>
<td>82</td>
</tr>
<tr>
<td>Lousiania</td>
<td>100</td>
<td>100</td>
<td>100</td>
<td>100</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Michigan  </span><span>           </span></td>
<td>88</td>
<td>84</td>
<td>85</td>
<td>92</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Minnesota</span><span>            </span></td>
<td>100</td>
<td>99</td>
<td>99</td>
<td>99</td>
</tr>
<tr>
<td>Mississipi</td>
<td>98</td>
<td>95</td>
<td>99</td>
<td>98</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Missouri</span><span>             </span></td>
<td>86</td>
<td>77</td>
<td>91</td>
<td>87</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Nebraska</span><span>             </span></td>
<td>99</td>
<td>95</td>
<td>99</td>
<td>99</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Carolina do   Norte</span></td>
<td>54</td>
<td>50</td>
<td>60</td>
<td>45</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Dakota do Norte </span></td>
<td>99</td>
<td>98</td>
<td>99</td>
<td>99</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Ohio </span><span>           </span><span>     </span></td>
<td>93</td>
<td>90</td>
<td>98</td>
<td>95</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Dakota do Sul </span></td>
<td>99</td>
<td>99</td>
<td>99</td>
<td>99</td>
</tr>
<tr>
<td>Tennessee</td>
<td>74</td>
<td>68</td>
<td>94</td>
<td>82</td>
</tr>
<tr>
<td><span>Wisconsin</span><span>  </span></td>
<td>92</td>
<td>86</td>
<td>96</td>
<td>95</td>
</tr>
<tr>
<td>Média 18 estados<span> </span></td>
<td>93</td>
<td>90</td>
<td>96</td>
<td>95</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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