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	<title>Arquivos bushel - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Apr 2020 13:23:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>E soja para onde vai?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 13:26:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>08/04/2020 Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso turnaround tuesday, a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>08/04/2020</p>
<p>Em um clássico pregão de terça-feira de reversão de tendência, &#8211; o famoso <strong>turnaround tuesday,</strong> a soja esboçou uma tentativa de recuperação, mas não conseguiu manter o viés positivo do dia e encerrou o dia em leve baixa.  Desde o fim de março até ontem, o contrato com vencimento maio perdeu cerca de 31 centavos por bushel.</p>
<p>Embora os investidores no geral usem todas as oportunidades de notícias para fazer dinheiro, o início desse segundo trimestre vem mostrando que os trabalhos mostram investidores mais pautados em fundamento agrícolas e com um perfil mais observador e cauteloso.</p>
<p>Embora o coronavírus não tenha saído de cena, pelo contrário, está a cada dia mais presente e na quarta em especial nos Estados Unidos com o número recorde de mortes nas últimas 24 horas, investidores, produtores e demais integrantes do mercado agro dos Estados Unidos vêm se mantendo atentos sobre notícias de demanda da China. Nesse momento o governo dos EUA está voltado ao controle da doença mas deve voltar muito em breve a pressionar o governo chinês para que voltem com urgência a comprar alimentos daquele país.</p>
<p>Afinal a retomada das atividades chinesas em um ritmo mais acelerado é um alento para o mundo. Ontem pela primeira vez a China não registrou casos de mortes decorrentes da doença e também anunciou o fim do isolamento total de 76 dias da cidade de Wuhan, epicentro da doença.  E essa percepção de retomada econômica que tem feito os mercados financeiros nos últimos dias recuperarem parte das perdas, é a mesma que alimenta e instiga a cobrança dos norte americanos por uma maior atividade comercial chinesa que justifique os termos do acordo da Guerra Comercial firmado da fase 1.</p>
<p>Enquanto as compras não ocorrem da forma como os EUA imaginam, os preços ficam à mercê da atuação de grandes fundos e investidores, que também seguem avaliando atentamente o quadro atual de oferta e demanda mundial.</p>
<blockquote><p>Estamos em um momento em que a safra brasileira está colhida e sendo direcionada ao cumprimento de contratos antigos e atuais nos mercados físicos e internacionais. A logística brasileira vem sendo acompanhada de lupa pelos investidores mundo afora. Ontem e hoje recebi ligação de profissionais ligados a casas de consultoria nos EUA querendo falar sobre a logística brasileira. Um deles vem alertando seus clientes para a possibilidade de portos na América do Sul paralisarem operações e está orientando sua carteira a não vender e comprar opções apostando no cenário de agravamento no coronavírus aqui no Brasil. Inclusive esse analista alertou para a possibilidade de um inverno muito frio e que acentuaria a propagação da doença.</p></blockquote>
<p>O que eu disse a ele é que aqui brasileiros seguem embarcando um grande volume de soja, em ritmo igualmente acelerado como em março e que o Brasil há várias semanas adotou medidas para garantir o sistema de logística e o abastecimento interno e internacional.  Aliás sobre isso, vale dizer que a preocupação não é recente. China e Europa há 1 mês já fazem o movimento de tentar antecipar embarques e promovem novas compras justamente com o receio de no ápice da crise do coronavírus ficarem desabastecidas de proteína animal e vegetal.</p>
<p>Indo além nesse ponto, a preocupação quanto ao fluxo de embarques também se estende ao Estados Unidos. Embora o hemisfério tenha saído do inverno, são vários os reportes de indústrias ligadas ao agro sobre funcionários doentes. Sobre esse momento e de acordo com relatos de outros colegas nos EUA, existe uma certa dificuldade de entrega de insumos agrícolas (fertilizantes, sementes e químicos) o que também acentua o quadro delicado que temos pela frente, afinal a safra norte americana começa a ser semeada e pode-se dizer que oficialmente a temporada de plantio está aberta.</p>
<p>Então senhoras e senhores, daqui para frente vamos acompanhar mais de perto as notícias que vem dos Estados Unidos. Importante estarmos conectados ao ritmo de trabalho no meio oeste, às mudanças na paridade milho/soja e especulações sobre condições climáticas no meio oeste dos EUA (excesso ou falta de chuvas – temperaturas baixas, neve ou veranico) não sairão do radar.</p>
<p>Vamos lá, fazer bem feito a parte que nos cabe. Força aí.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Entenda a relação entre o Coronavírus e as Commodities – Parte II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 12:36:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após a recente queda no preço da soja em Chicago, o grão encontrou suporte com compras técnicas. Em 11 pregões os preços cederam até sexta-feira, dia 01, quase 60 centavos o bushel. Numa primeira etapa, a queda foi impulsionada pela ausência de demanda chinesa mesmo após a oficialização do acordo da fase 1 da Guerra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a recente queda no preço da soja em Chicago, o grão encontrou suporte com compras técnicas.</p>
<p>Em 11 pregões os preços cederam até sexta-feira, dia 01, quase 60 centavos o bushel.</p>
<p>Numa primeira etapa, a queda foi impulsionada pela ausência de demanda chinesa mesmo após a oficialização do acordo da fase 1 da Guerra Comercial.<br />
Os participantes do mercado em geral (investidores, especuladores, indústria, tradings, consultores, produtores, entre outros) passaram a questionar como a China conseguiria cumprir as elevadas metas de compra de produtos dos EUA.</p>
<p>Lembrando que a China deixou claro que faria isso de maneira a não prejudicar outros parceiros comerciais e já havia adquirido através de negociações anteriores ( 2019), um volume bastante significativo de soja brasileira e argentina; e salvo se recomprasse soja aqui ou renegociasse com as tradings a troca de origem de embarque (portos da América do Sul por Portos norte-americanos), o país poderia absorver volume no curto e médio prazos.</p>
<p>Num segundo momento, o tom baixista foi determinado pelo aparecimento do coronavírus e a escalada crescente no número de casos as vésperas de um dos mais importantes feriados na China, o Ano Novo Lunar.</p>
<p>A evolução da doença foi tamanha que as autoridades chinesas adotaram medidas extremas como a quarentena em cidades/províncias que concentravam os casos. O governo também decidiu estender o feriado e por essa razão muito se especulou como seria a reabertura dos negócios na Bolsa de Shangai nessa última segunda, dia 03.</p>
<p>Com a retomada dos negócios de forma melhor que a prevista ( baixa de 7.7%) e com o anúncio de injeção de recursos para dar liquidez ao mercado acionário e cambial na China, os investidores se sentiram menos incomodados.</p>
<p>A China deixou claro que contava com a colaboração dos Estados Unidos como parceiro (que no momento estava pressionando comercialmente) e tendo em vista que o mercado passou a processar que o acordo fase 1 contempla ajustes em caso de força maior, os preços da soja encontraram espaço para uma discreta correção.</p>
<p>Em três dias (segunda a quarta) a soja recuperou 7, centavos dos 57 que havia cedido.</p>
<p>A fala de terça feira do Diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, conferiu maior otimismo sobre a manutenção do acordo da fase 1.</p>
<p>Ele afirmou que os Estados Unidos sabem que o episódio coronavírus atrasará o fluxo de exportação para China, mas que isso não deve impactar a continuidade dos trabalhos das próximas fases.</p>
<p>Em vários países, incluindo Estados Unidos, Brasil e Argentina, circularam comentários sobre China estar usando o coronavírus como ferramenta para fazer os preços cederem. Segundo a tal teoria da conspiração a China teria a oportunidade de comprar produto mais barato.</p>
<p>Acompanhando todas as etapas dessa guerra eu descredito totalmente dessa interpretação. China é habilidosa em suas negociações, atenta às oportunidades de mercado, tanto e que por muitas vezes não avançou nas tratativas da fase 1 por adotar estratégias que a beneficiasse, assim como os Estados Unidos, mas não ao ponto de colocar sua imagem em xeque trazendo para a guerra comercial uma doença tão preocupante e que acomete a humanidade como o coronavírus.</p>
<p>A guerra envolve muito mais impactos do que somente a soja. No Brasil são vários tipos de proteína animal e vegetal, minério de ferro, café, celulose, petróleo bruto, algodão, couro, cobre.<br />
Nos Estados Unidos, aviões, carros, material hospital, ótico e médico, eletrônicos, entre outros no segmento de serviços.<br />
As próximas semanas serão importantes para clarear a tendência dos preços.</p>
<p>Acompanhar a evolução da doença e os impactos que causarão a demanda e a economia naquele país é fundamental.<br />
Estejamos todos atentos as oportunidades que surgirem.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para entender a relação da doença com as commodities acesse o link abaixo:</p>
<h3 class="entry-title"><a href="http://missaomulheresdoagro.com.br/entenda-relacao-entre-o-coronavirus-e-as-commodities-parte-i/" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class=" wp-image-4185 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/link.png" alt="" width="29" height="23" /> Entenda a relação entre o Coronavírus e as Commodities – Parte I</a></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Acordo Comercial &#8211; Fase 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:42:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente? É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">E o que dizer dos preços da soja na bolsa de Chicago, minha gente?</p>
<p style="font-weight: 400;">É uma tal de sobe e desce que confunde até “gente grande”. Grandes fundos de investimento estão com posições liquidas vendidos na soja e em vários momentos dessa guerra comercial estão sendo surpreendidos com a inconstância do humor em meio a tantas informações confusas e por vezes polarizadas sobre a Guerra Comercial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já foram muitas fases, ora de euforia, ora depressiva, mas o viés fundamental baixista reverteu na virada de setembro e na primeira semana de outubro o contrato com vencimento novembro recuperou 33 centavos, redirecionado acima do suporte psicológico de US$ 9,00/ bushel e hoje encerrar mais firme ainda cotado a US$ 9,36/ bushel.</p>
<p style="font-weight: 400;">Alguns fundamentos que justificam essa retomada de preço vêm do Clima; as geadas que apareceram nos mapas para áreas ao norte do cinturão de produção do meio oeste dos Estados Unidos, chuvas excessivas para alguns estados que estão colhendo o grão, números altistas ( produtividade e estoques ) divulgados na quinta, dia 10, pelo USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unido em relatório mensal de oferta e demanda e o mais importante, reflexo da atual fase da guerra comercial é a retomada da demanda chinesa pelo grão norte americano.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nas últimas duas semanas, as inspeções semanais de grãos, divulgadas sempre nas segundas-feiras e as vendas semanais, nas quintas, foram construtivas.</p>
<p style="font-weight: 400;">As inspeções representam o volume de produto de fato embarcado nos portos americanos e as vendas são anúncios de lotes negociados e que serão futuramente embarcados.  Simultaneamente nessa janela, o USDA – Departamento de Agricultura os Estados Unidos, reportou vendas avulsas para China e países desconhecidos que são chamadas de vendas extras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 02 foram 464 mil toneladas de soja, dia 03 outras 252 mil, dia 07, 198 mil e 240 mil toneladas para destinos desconhecidos e hoje, dia 10 mais 398 mil. Vale o destaque que <strong>Destinos Desconhecidos costumam ser processados como origem </strong>China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mesmo sendo inferior ao esperado por Trump, a demanda foi mais a mais consistente dos últimos meses e reforçaram a posição amistosa da China às vésperas das reuniões entre as delegações chinesas em norte americanas em Washington. Foi recado amistoso que China está engajada em chegar a um acordo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em paralelo, a entrada de dinheiro novo para a conta de alguns fundos de investimentos, favorecem ajustes em carteiras. Com o viés para novos cortes nos juros dos Estados Unidos esse dinheiro “novo” começa a circular em outros produtos como commodities.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas o que esperar daqui para frente para a commodities soja?</p>
<p style="font-weight: 400;">O radar dos fundos, aqueles que estão vendidos, acompanhará de pertinho algumas situações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Condições climáticas nos EUA</strong></p>
<p>Chuvas mais volumosas em estados que estão colhendo grão merecem atenção. Eventos de geada e neve estão concentrados ao norte do <em>cornbelt.</em> Esse é o maior temor do produtor local já que os trabalhos iniciais em campo, prejudicados pelas chuvas excessiva, foram concluídos fora da janela ideal, deixando parte importante das lavouras de soja expostas e vulneráveis as geadas precoces. Por isso vemos os produtores correndo literalmente contra o tempo e tentando armazenar todo o grão possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Pressão de Colheita Hemisfério Norte</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Com soja da safra 2018/2019 ainda em armazém, os produtores caminham para colher a safra dessa temporada. Apesar das dúvidas sobre a área correta destinada ao plantio e a produtividade real de uma safra castigada por um vai e vem de adversidades climáticas (chuvas, alagamentos, temperaturas baixas, estiagem, temperaturas altas, chuvas excessivas novamente e por fim, geadas) é norma que com a aproximação da colheita, os preços pressionem. Esse movimento sazonal é considerado como pressão de colheita. Caso a guerra persista, e com isso o engessamento da demanda para exportação continue, a soja colhida deve desencadear excesso de ofertas no mercado doméstico que por si só não consegue absorver a demanda chinesa. Além disso a janela de colheita na China, a mesma no hemisfério norte, pode devido à queda no consumo por farelo de soja (peste suína) arrefecer o ímpeto por grandes quantidades de soja naquele país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Porém caso um acordo parcial seja anunciado o produtor aliviaria parte de seus estoques em meio a uma demanda chinesa mais agressiva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
Condições climáticas na América do Sul</strong></p>
<p>No Brasil as altas temperaturas e tempo seco em regiões produtoras ficam no radar também. Quando há poucas semanas estive nos EUA coordenando o Missão Mulheres do Agro da Labhoro, as perguntas mais repetidas ao nosso grupo, composto por 6 profissionais mulheres do agro foram: O Plantio no Brasil está atrasado? O Brasil vai deixar área sem plantar soja? E a Argentina?</p>
<p>Graças as redes sociais, o produtor norte americano acompanha já há alguns anos o que acontece aqui. Já era o tempo que as informações reais demoravam a sair dos campos ou dos quarteis generais das multinacionais, por isso as condições climáticas nesse momento desfavoráveis para o plantio da próxima safra no Brasil, Argentina e Paraguai serão acompanhadas de lupa pelo mercado norte americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Peste Suína Africana</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Dia 10, a <strong>FAO – </strong>braço da<strong> ONU </strong>pra Alimentos e Agricultura atualizou a estatística de animais abatidos mundialmente. O crescente aumento dos casos preocupa pelo impacto na redução do consumo do farelo de soja. Essa é a razão que China vem reduzindo sua participação como compradora de grãos.  O USDA projeta que na temporada atual o volume de importação totalize 83 milhões de toneladas contra 94 registrados em 2018. Para a próxima temporada o órgão trabalha com a meta de 85 milhões, portanto um olho na demanda e outro nos números de casos da peste na Ásia.</p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html&amp;source=gmail&amp;ust=1571418958662000&amp;usg=AFQjCNHUN4dUpvxCOKQR_fV4LPyYmrCMaw">http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/en/empres/ASF/situation_update.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Guerra Comercial EUA e China</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Destaque negativo para os preços nos últimos 15 meses, a guerra é e continuará sendo extremamente relevante para a definição dos preços da soja e dos prêmios praticados nos países produtores da oleaginosa. Nos últimos dias, o mercado financeiro ventilou com maior intensidade possível acordo parcial, que foi confirmado hoje por agências interacionais de notícias após encontro de Trump e o vice primeiro ministro chinês, Liu He, na Casa Branca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a mídia a fase 1 foi concluída com sucesso e novas rodadas estão previstas. Nos holofotes, o anúncio que nas próximas semanas China deve realizar comprar expressivas de até US$ 50 bi em produtos norte-americanos. Como efeito colateral taxações extras de 5 %, de 25 para 30 %, previstas para entrar em vigor para o montante de US$ 250 Bi em produtos de origem chinesas, serão adiadas. Alguns analistas ficaram tão confiantes que até antecipam a possível suspensão total dessa cota. Será?</p>
<p style="font-weight: 400;">De concreto e até esse momento, não há anúncios oficiais, apenas falas de Trump e do Ministro do Comercio da China.</p>
<p style="font-weight: 400;">Trump fez uma declaração celebrando o acordo da <strong>fase 1</strong> mas observando que o acordo que será redigido nas próximas quatro semanas. Já o Ministro chinês declarou: &#8220;China e Estados Unidos alcançaram progressos significativos em várias áreas após uma nova rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível na quinta e sexta-feira”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Passado o impacto desse acordo fase 1, o mercado especula agora sobre como o governo norte americano fará para aprovar com celeridade esse acordo em congresso e sobre quantas outras fases ainda existirão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante os últimos dias Trump anunciou via rede social que um acordo estava próximo e que ele estava tomando medidas para que não precisasse passar pela aprovação de congresso nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aqui reforço que o tema AGRO na pauta dessa guerra é o mais acessível e desde maio desse ano já estava bastante avançado. O calcanhar de Aquiles dessa Guerra tem sido o tema propriedade intelectual e segredo industrial. Quem não lembra dos recados nacionalistas de Trump pra as empresas norte americanas abandonarem a China e voltarem a gerar riqueza aos país ou então do caso Huawei?</p>
<p style="font-weight: 400;">E quem não lembra também que em alguns momentos dessa guerra os dois países estavam bem evoluídos e de uma hora pra outra tudo mudou? Portanto vale ficarmos atentos, acompanhando os desdobramentos oficiais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um abraço,</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretora Comercial Grupo Labhoro<br />
<b>Matéria escrita para coluna Agro do Infomoney.</b></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/acordo-comercial-fase-1/">Acordo Comercial &#8211; Fase 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
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		<title>Plantio nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 13:53:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como dose extra de preocupação aos produtores norte-americanos, as chuvas voltam ao meio oeste dos Estados Unidos, após uma curta trégua. Passado um inverno rigoroso e que ainda insiste em revisitar os Estados Unidos e Canadá – No último final de semana nevou em Alberta, Canadá e as temperaturas baixaram bruscamente no norte do cinturão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como dose extra de preocupação aos produtores norte-americanos, as chuvas voltam ao meio oeste dos Estados Unidos, após uma curta trégua.</p>
<p>Passado um inverno rigoroso e que ainda insiste em revisitar os Estados Unidos e Canadá – No último final de semana nevou em Alberta, Canadá e as temperaturas baixaram bruscamente no norte do cinturão – as chuvas torrenciais tem atormentado o sono dos produtores daquele país.</p>
<p>Não que o sono dos produtores estivesse em dia. Não mesmo, pois há 15 meses as famílias produtoras naquele país convivem em meio a uma ciranda de emoções que se desdobram entre euforia, nervosismo e por vezes até desespero pela sequência da Guerra Comercial com a China.</p>
<p>Trump percebeu no meio do caminho que o assunto rende popularidade. Que sua base eleitoral ainda sim, mesmo com tanta confusão e sentindo os efeitos da briga no bolso, o apoia. Inacreditável tamanha popularidade, né?</p>
<p>As famílias produtoras seguem esperançosas e aguardam as tratativas redirecionarem os preços do grão para a área de US$ 9,50 a 10,00 bushel, valor esse que a soja cotava na véspera da briga com a China.</p>
<p>Escrevendo aqui me recordo da história do bode na sala.</p>
<blockquote><p>A família de recursos medianos com alguns filhos e a sogra, dividindo um espaço pequeno e precário ouve o mestre da vila que os aconselha a colocar um bode na sala para solucionar seus problemas.  Creio que todos aqui conhecem a história: o bode entrou e transformou por umas semanas a vida daquela família um inferno. A casa fedia, os familiares se engalfinhavam a ponto de quase partirem para a violência física. Eis que um dia o mestre volta e a família desesperada pede ao mestre uma solução, pois seus problemas pioraram e ele mais que rapidamente manda tirar o bode da casa. A família tira o bode, limpa a casa e passa a conviver em maior harmonia, como se os problemas anteriores ao bode sequer existissem e pelo simples fato de tudo estar melhor a  mágica foi feita!</p></blockquote>
<p>Muito provavelmente Trump acreditou que negociar com a China seria um jogo fácil e percebeu que estava errado e passou a usar isso a seu favor. Com perfil apostador, passou a usar a mídia para conduzir as negociações, mas em meio às tratativas se deparou com uma postura chinesa tradicional, muito mais conservadora do que talvez tenha inicialmente julgado.</p>
<p>A China, a maior detentora de títulos da dívida pública dos Estados Unidos, vem jogando um jogo orquestrado, compassado o que torna cansativo o trabalho de Trump. China entre medidas e discursos de “bate e afaga” em paralelo busca parceiros novos para seus produtos. No agro o país busca soja do Brasil e Argentina e abriu as portas para as carnes do Brasil.  e está sendo assim com outros países, buscando estreitar laços comerciais.</p>
<p>E nessa estratégia o país asiático segue fazendo carinha de jogador de pôquer, empurrando com a barriga alguns pontos das questões fiscais e empresarias como que se estivesse esperando o período eleitoral nos Estados Unidos.</p>
<p>Aí a China poderia estar se perguntando: Se um candidato democrata se destacar, pra que firmar um acordo por agora? Os democratas são contra a maioria das medidas adotadas por Trump, especialmente nas questões fiscais e protecionistas.</p>
<p>Trump que foi conduzido ao descredito em alguns momentos, não teve saída. Passou a usar essa taxação  como ferramenta pré campanha. Em sua rede social, em entrevistas, em eventos públicos, ele afirma que os Estados Unidos estão ganhando a Guerra com ou sem acordo. Que China já está pagando há meses uma montanha de impostos e gerando empregos e riqueza nos Estados Unidos. É nessa linha que ele trabalha sua recandidatura e é nessa linha que o produtor norte americano está apostando.</p>
<p>Relembrando que esse é o mesmo produtor que vendeu pouco, que está com armazéns lotados, assumiu custos extras de estocagem devido aos altos estoques, contratou dívida em banco e vive dias intensos repleto de emoções polarizadas entre o vai e vem da guerra.</p>
<p>A cereja do bolo nesse nervosismo todo é a preocupação extra de não ter conseguido plantar totalmente a área que programou para milho e agora está assustado com o retorno das chuvas a partir do dia 15 de junho, que poderia atrasar ainda mais os trabalhos com a soja.</p>
<blockquote><p>Nos próximos 7 dias os mapas mostram bons acumulados de chuvas para grande parte do meio oeste. Estão previstos acumulados entre 75 a 125 mm para parte de <strong>Texas, Oklahoma, Kansas, Louisiania, Arkansas, Missouri, Mississippi, Tennessee e Kentucky, Illinois, Indiana e Ohio</strong>. Chuvas entre 50 a 75 mm para I<strong>owa, Minesota e Dakota do Norte</strong> e entre 30 a 40 mm para <strong>Wisconsin, Michigan e Dakota do Sul.</strong></p></blockquote>
<p>As chuvas acumuladas nas últimas semanas e as que estão previstas até final de junho influenciam em preços mais firmes na bolsa em Chicago. Solo úmido e temperaturas mais baixas que as normais no centro e leste do cinturão devem continuar servindo de ferramenta para os fundos de investimentos desmontarem posições vendidas e com isso temos volatilidade à vista! Ainda mais sem novidades sobre China e México, eles, os fundos devem monitorar cada janela de atualização dos modelos climáticos.</p>
<p>Vale o destaque que muitos fundos perderam dinheiro nas ultimas semanas tendo que <em><b>estopar posições vendidas.</b></em></p>
<p>Dia 10 o <strong>USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos</strong> divulgou que 60 % da área de soja estava semeada, correspondendo a avanço de 21 pp na semana. Nessa época em 2018 os produtores já tinham semeado 92% da área. A janela ideal para o plantio da soja encerra em 15 dias.</p>
<p>Já o plantio de milho totalizava 83% da área, contra os 99% da mesma época do ano passado. A janela ideal para o plantio do cereal fechou no final de maio.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3949 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1.jpg" alt="" width="728" height="449" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1.jpg 728w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/06/1-300x185.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Guerra Comercial &#8211; Façam suas Apostas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 13:03:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há 12 dias atrás eu estava em São Paulo e fui à uma reunião da BBM – Bolsa Brasileira de Mercadorias, tradicional instituição do Agro da qual a Labhoro, grupo que represento, está associada. Por ocasião daquela visita, fui convidada a dar uma entrevista para ao consagrado apresentador do Canal do Boi, Valter Puga. Naqueles [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 12 dias atrás eu estava em São Paulo e fui à uma reunião da <strong>BBM</strong> – <strong>Bolsa Brasileira de Mercadorias</strong>, tradicional instituição do Agro da qual a <strong>Labhoro</strong>, grupo que represento, está associada.</p>
<p>Por ocasião daquela visita, fui convidada a dar uma entrevista para ao consagrado apresentador do <strong>Canal do Boi, Valter Puga.</strong><br />
Naqueles dias que antecederam a entrevista, o mercado financeiro respirava ares mais animados e otimistas sobre o possível entendimento entre americanos e chineses. Analistas em geral e representantes do Governo dos EUA declaravam que o acordo estaria muito perto de ser fechado.</p>
<p>Essa entrevista que dei não foi ao ar ainda, mas nela eu lembro claramente ter comentado com Puga sobre o presidente Trump estar sendo cada vez mais pressionado pela base do seu eleitorado que é o produtor rural do meio oeste.</p>
<p>Ressaltei que fazia 13 meses que a disputa que havia começado devido a tarifação no Aço e Alumínio, estava mais viva que nunca. E que lá no início do desentendimento, em 2018 boa leva de analistas acreditava que o impasse seria resolvido até agosto (2018) &#8211; fato não se confirmou !</p>
<blockquote><p><strong>Aqui um parêntese &#8211; nessa primeira rodada da guerra o clima de tensão só foi crescente não permitindo qualquer entendimento, embora o mercado com interesses financeiros apostasse na possibilidade.</strong></p></blockquote>
<p>Dito tudo isso, como então seria possível garantir ali, naquele momento da entrevista (início de abril/2019) que o clima de euforia se materializaria em um acordo? Ainda mais se até então as expectativas anteriores não foram sequer alcançadas? <strong>Não seria e nem é possível.</strong> Quem apostou fichas inteiras nisso perdeu muito dinheiro e muito provavelmente pode perder mais ainda, <strong>isso porque investidores estão jogando e fazendo apostas e girando a ciranda financeira.</strong></p>
<p>Naquela entrevista inclusive alertei para o fato de o produtor brasileiro aproveitar o momento de prêmios positivos e <strong>travar negociações com Chicago e dólar a fixar oportunamente.</strong> No caso de um acordo feliz, os prêmios despencariam aqui no Brasil, além disso, nossos vizinhos argentinos que não surfaram a onda de prêmios altos em 2018 viriam com tudo, especialmente com câmbio tão desvalorizado.</p>
<p>Aqui não podemos deixar de considerar que o produtor norte americano que votou em Trump, foi pego de surpresa em 2018 em meio aos trabalhos de plantio de uma safra de soja com <strong>área grande e com alta tecnologia empregada</strong> e agora esse mesmo produtor entra numa nova janela de plantio acumulando prejuízos e muitas dúvidas.</p>
<p>Mesmo buscando alternativa de demanda em países diversos,  como destino para sua soja, o produtor passou a intensificar a cobrança do governo uma resolução imediata para a ausência da China no mercado norte americano.</p>
<p>Hoje Trump sente cada vez mais a pressão em tom irritado de um produtor que votou nele e que perdeu competitividade no mercado internacional.</p>
<p>Conversando com produtores ao longo de todas essas fases dessa guerra comercial &#8211; que passou de euforia à incertezas e preocupações, percebi certa descrença do produtor sobre as declarações mais recentes de Trump.</p>
<p>Essas declarações otimistas são geralmente publicadas em redese sociais durante o final de semana e para alguns desses produtores fazem parte de uma estratégia para tentar girar a chave dos fundos de investimentos vendidos na bolsa de Chicago e com isso manter os preços da soja acima do importante suporte de US$ 9,00 /bushel.</p>
<blockquote><p>Enquanto alguns analistas especializados em agro compram essa ideia de um acordo próximo, outros acreditam que o assunto é mais delicado e deve render maior tempo de debate.</p></blockquote>
<p>Nessa entrevista que citei logo no início do texto eu inclusive chamei a atenção para os pontos que acredito dificultar os avanços das tratativas e que fazem parte de uma pauta não agro.</p>
<p>Além da questão déficit comercial, existem lacunas enormes de entendimento sobre <strong>práticas comerciais chinesas</strong> no que tangem direitos de <strong>propriedade intelectual, transferência de tecnologia e acesso a mercados.</strong></p>
<p><strong>Violações, roubo de informações, segredos comerciais e respeito aos direitos de marcas e patentes vêm sendo questionados pelos EUA.</strong></p>
<p>Tendo dito tudo isso e depois de 12 dias dessa entrevista, o mercado foi tomado por uma onda menos otimista a respeito do acordo imediato e agora especialistas apostam que novas rodadas presenciais na China e Estados Unidos são necessárias e empurram as expectativas sobre o acordo para fim maio, começo de junho. Será?</p>
<blockquote><p><strong>De fato, ninguém pode ainda afirmar quando o acordo será selado, e quem o fizer pode queimar a língua. </strong></p></blockquote>
<p>Mas o que quero deixar aqui bem ilustrado é que nessa guerra que brasileiros que antes estavam lucrando todo o tempo, passaram a ser igualmente prejudicados. Brasil tem ainda muito a comercializar da safra que recem foi colhida e passará a disputar mercado com a Argentina que embora tradicionalmente exportadora de derivados de soja, vem sedenta por fazer caixa num momento de desvalorização cambial.</p>
<p>O resultado disso  não poderia ser pior:<strong> Os prêmios praticados para a logística exportação nas diversas praças brasileiras cedem.</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>Consequências da Paralisação dos Caminhoneiros no Agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2018 22:30:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Guerra Comercial EUA &#38; China abalam Mercados globais. E com isso as nações perdem! Mesmo que nesse momento o impasse influencie em alta de prêmios para a soja brasileira, as cotações em Chicago caem num outro ritmo, numa outra proporção! Pensando no longo prazo e no cenário de continuidade do impasse entre Estados Unidos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Guerra Comercial EUA &amp; China abalam Mercados globais</strong>. E com isso as nações perdem!</p>
<p>Mesmo que nesse momento o impasse influencie em alta de prêmios para a soja brasileira, as cotações em Chicago caem num outro ritmo, numa outra proporção!</p>
<p>Pensando no longo prazo e no cenário de continuidade do impasse entre Estados Unidos e China, teríamos que competir com nossos colegas Argentinos e Uruguaios. Esse ano a Argentina não se beneficia da alta dos prêmios por ter registrado uma quebra expressiva de safra.</p>
<p>Mas não duvide nas vendas da soja 2019 a Argentina disputará a demanda chinesa lado a lado com o Brasil.</p>
<p><strong>Agora voltemos ao curto prazo&#8230;</strong></p>
<p>Se a alta dos prêmios não aconteceu numa proporção equilibrada com o recuo dos preços da soja em Chicago, agora adicione aí, o <strong>aumento brusco dos fretes no Brasil</strong>,  fruto da <strong>paralisação dos caminhoneiros</strong>.</p>
<p>Pois é, aquele movimento de 11 dias, mesmo oficialmente encerrado, se faz presente até hoje, embora de outra forma. <strong>É fato que o Agro continua vivendo dias de paralisação</strong>.</p>
<p>O retrocesso no sistema de formação de preços de Frete, autorizado pelo governo, antes balizado pelo processo de oferta e demanda. Desde a mudança mostrou-se ineficaz.</p>
<p>De lá pra cá 2 tabelas foram instituídas inclusive com a segunda imediatamente revogada gerando ainda mais dúvidas sobre qual frete aplicar nos novos carregamentos. Com isso muitas tradings se retiraram de mercado e estão com compras físicas paralisadas, poucas indicando preços e unicamente na modalidade CIF, quando o produto deve ser transportado pelo vendedor até a casa do Comprador (Indústria ou Porto). Com essa estratégia, o risco do frete sai de suas mãos para as mãos das origens (produtores, cerealistas, cooperativas). Essas mesmas empresas (tradings/indústria)  inclusive registram em seus balanços altos prejuízos.</p>
<p>Olha só! Logo no início do impasse entre Estados Unidos e China, elas visualizaram aquele estresse entre os 2 países, como o momento oportuno para originarem soja no Brasil para suprir parte a demanda que a China precisa.</p>
<p>Naquele momento, alguns fatores contribuíram para os negócios feitos.</p>
<ol>
<li><strong>Subida dos prêmios;</strong></li>
<li>Preços em Chicago ainda acima dos <strong>US$ 10,00/bushel</strong> (Em 30/04 Soja Julho em CME fechou a $10,48. Em 10/05 a $10,2125 e em 15/05 $10,1875 e no primeiro dia da paralisação dos caminhoneiros em 21.05 a $10,2525;</li>
<li><strong>Interesse de venda do produtor que precisava gerar caixa para pagar compromissos</strong>.</li>
<li>Comercialização de Soja inferior à média normal</li>
</ol>
<p>Nessa janela, as tradings compraram forte volume de soja para retirar em Junho e Julho e até em Agosto. Em muitos casos, pagaram antecipadamente e em outros assumiram pagamento com data final de maio, final de junho e julho. E na formação de preços dessas compras, o frete aplicado foi o praticado na época.</p>
<p>Não bastassem a paralisação daquela época e os prejuízos imediatos gerados, as diversas cadeias do Agro brasileiro ainda hoje sofre os efeitos da inércia/lentidão do governo ao gerir o impasse.</p>
<p>Além da diferença de frete que está sendo absorvida pelas tradings e indústrias para os contratos antigos e não embarcados, o setor hoje está engessado. Para novos negócios o custo do frete atual está sendo aplicado e repassado à origem.</p>
<p>Embora não tenhamos caminhões parados e desabastecimento nos supermercados e lojas, uma grande parte do país esta parada. Afinal com esse custo, o Produtor também não vende e por sua vez o comprador não origina.</p>
<p><strong>A economia brasileira padece e apodrece.  O peso do desempenho do Agro na economia brasileira é determinante para o ritmo de outros setores e segmentos. E para trazer e distribuir riqueza, o Agro precisa girar, girar, girar, o que não está acontecendo. </strong></p>
<p>Esse movimento é invisível aos olhos de muitos entre nós, em especial para os brasileiros que não estão no agro e talvez até o momento atual com o evento da Copa do Mundo exista uma falsa impressão de economia melhor. E com a Copa nas mídias a percepção é que o Governo trabalha menos pressionado para essas questões importantes como o Impasse da Tabela de Fretes. ( Aqui poderia também afirmar que outros assuntos importantes para o Brasil, infelizmente também passam desapercebidos&#8230;)</p>
<p><strong>Quer ver como o cenário ainda pode piorar se o assunto não for resolvido rapidamente?</strong><strong> </strong></p>
<ol>
<li>O momento atual do Agro brasileiro é de proximidade com a colheita de Milho Safrinha e mesmo com quebra em estados como Paraná e Mato Grosso do Sul, o cereal precisa ser transportado. Mesmo com muito milho negociado, especialmente no Mato Grosso (aproximadamente 70% as safrinha) o produtor precisa fazer caixa. E como muitas compradoras de milho e estão abastecidas e não vão às compras, as ofertas que chegam ao mercado não encontram demanda. Até quando não sabemos.<br />
E nessa corrente de mais prejuízos vale relembrar que as compra de milho safrinha feitas lá atrás, consideravam o frete projetado na época da compra.<br />
E no caso de compras novas, não há dúvidas que o frete atual será aplicado. E daí entramos já em outro debate. Produtor venderá? Se não vender, terá espaço para armazenar? As indústrias estão abastecidas?</li>
<li>Outro ponto importante e grave que decorrente do Movimento dos Caminhoneiros é o atraso de embarques de grãos, com atrasos e fila crescente de navios. Mas como tudo que está ruim, pode piorar, há uma fila crescente também de navios que precisam desembarcar  fertilizantes. E a cadência dos caminhões aos portos brasileiros e os novos valores do frete de retorno valores  representam em atrasos de descarga.</li>
</ol>
<p><strong>E Mais uma vez o Agro perde</strong>!</p>
<p>As companhias de fertilizantes que realizaram vendas antes da paralisação dos motoristas, posto fazenda/posto interior, absorvem o aumento do frete de retorno. E nesse momento não há o que ser feito. Haverá atrasos de entrega e terão que administrar o fluxo de entrega absorvendo o prejuízo. Da mesma forma que absorverão os prejuízos os produtores, revendas e cooperativas que compraram antecipadamente o fertilizante para retirar o produto no porto, contando com um frete de retorno barato. E para os que ainda não compraram o fertilizante, apostando num recuo do dólar, más notícias. Terão em sua conta esse custo extra e ainda correm o risco do dólar continuar subindo.</p>
<p><strong>Não tenho dúvidas que desdobramentos da paralisação serão materializados adiante. O país que já padece da desvalorização cambial junto com demais países emergentes (reflexo da gestão Trump de fortalecer a economia dos EUA), chegará lá adiante mostrando os sinais de fraqueza.  </strong></p>
<p>Se nada mudar teremos pela frente: prejuízos, quebras, aumento do nível de risco em empresas do Agro e num efeito cascata de outros setores, inflação na mesa do brasileiros, queda de vendas, aumentos de juros, recessão, desemprego, desempenho fraco da Balança Comercial, dificuldades financeiras e mais volatilidade cambial.</p>
<p>Mas também se nada mudar, se o governo nada fizer, quem sabe não seria o momento adequado para o Nosso Agro achar a solução ?</p>
<p><strong>Afinal nosso Agro é forte e dita tendências</strong>.</p>
<p>E quem sabe seja a hora da origem brasileira regionalmente fortalecer um sistema cooperativo de transporte ? Na ponta oposta, os grandes compradores &#8211; nacionais ou multinacionais, criarem um braço de frete em suas empresas e passar a depender mesmos de fatores externos?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rumo ao 9.º pregão em Alta na Soja?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2018 16:06:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Contabilizando 8 pregões consecutivos em alta contabilizados até ontem, quarta feira, a soja negocia na manhã dessa quinta feira, 25, com 3 centavos de alta no vencimento março, cotado a US$ 9,9525 bushel. Demais vencimentos da soja negociam acima dos US$ 10,00 bushel. No radar os fundos continuam a monitorar as condições climáticas na Argentina [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contabilizando 8 pregões consecutivos em alta contabilizados até ontem, quarta feira, a soja negocia na manhã dessa quinta feira, 25, com 3 centavos de alta no vencimento março, cotado a US$ 9,9525 bushel. Demais vencimentos da soja negociam acima dos US$ 10,00 bushel.</p>
<p>No radar os fundos continuam a monitorar as <strong>condições climáticas na Argentina e Brasil</strong>. Para os próximos 8 dias chuvas abaixo do normal para as províncias de Buenos Aires e chuvas acima do normal para áreas de colheita no Brasil.</p>
<p>No curto prazo, janela de 3 dias, chuvas fracas entre 5 a 15 mm  estão previstas para pontos da Argentina, incluindo Buenos Aires, com destaque para as temperaturas da Argentina que estarão em ascensão nos próximos dias!</p>
<p>Nesse momento em que o mercado processa nova onda de seca e calor na Argentina e excesso de chuvas em áreas de colheita no Brasil, não podemos ignorar um fato novo: Nos últimos pregões as commodities foram favorecidas com a entrada de dinheiro novo e isso em parte provoca os fundos de investimentos vendidos para uma reação.</p>
<p>A postura que esses fundos vêm adotando ao defender as posições vendidas está sendo monitorada por todos os participantes do mercado, afinal atribui-se a eles Fundos de Investimentos a postura de “direcionadores” dos preços da soja. Agora a pergunta que não quer calar é justamente essa&#8230;</p>
<p>Esse dinheiro novo que está entrando no mercado forçará algum movimento de reversão de tendência de venda dos fundos?</p>
<p>Para ilustrar estima-se que os fundos acumulem em suas carteiras aproximadamente 115 mil contratos vendidos de Soja, 240 mil contratos de Milho e 150 mil contratos de Trigo em Chicago.</p>
<blockquote><p><strong>Para o dia de hoje chamo a ATENÇÃO</strong> para a nova desvalorização do <strong>DXY</strong> que é o <strong>Dólar Index</strong> &#8211; Dólar frente a uma cesta de moedas internacionais. Essa queda favorece a valorização das commodities, pois de modo geral valoriza moedas de países importadores.</p></blockquote>
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		<title>Impacto do Clima argentino nos preços da Soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2018 20:33:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A soja vivencia uma janela de valorização e o encerramento dos trabalhos dessa terça feira, cravou 7 pregões consecutivos de alta. Desde o dia 10 de janeiro, até hoje, o contrato de soja março saiu de US$ 9,47 para 9,8575. Diz aí, você sabe o que está por trás desse movimento que fez os fundos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A soja vivencia uma janela de valorização e o encerramento dos trabalhos dessa terça feira, cravou 7 pregões consecutivos de alta. Desde o dia 10 de janeiro, até hoje, o contrato de soja março saiu de US$ 9,47 para 9,8575.</p>
<p>Diz aí, você sabe o que está por trás desse movimento que fez os fundos de investimentos aliviarem parte de suas carteiras excessivamente vendidas? Você já deve ter a resposta na ponta da língua, mas vamos lá:</p>
<p><strong>Clima na Argentina </strong></p>
<p>Depois de chuvas gerais registradas na semana passada nas Províncias de Córdoba, Santa Fé, Santiago del Estero, La Pampa e Missiones, os mapas estendidos voltam a mostrar chuvas fracas para as áreas de produção e em especial para  Buenos Aires. (Um complemento aqui, a Argentina registrou uma segunda-feira úmida, diferentemente do que os mapas estavam mostrando e essa é razão da fraqueza da soja hoje ).</p>
<p>A <strong>Bolsa de Rosário</strong> projeta a safra do grão em 52 Milhões de Toneladas.</p>
<p>A <strong>Bolsa de Cereales</strong> no reporte semanal do último dia 18 ainda considera uma área de plantio em 18 milhões de hectares e menciona que até aquela data faltavam semear 590 mil hectares concentrados nas regiões de NOA e NEA, respectivamente noroeste e nordeste da Argentina. O mercado aguarda ansiosamente pela atualização do órgão. O USDA no último reporte mensal reduziu a safra de 57 para 56 milhões de toneladas.</p>
<p>Enquanto tem uma fila de analistas especulando sobre o tamanho da quebra na Argentina, os fundos mega vendidos continuam a processar esse fundamento na intensidade contrária que o mercado inteirinho deseja. Eles ainda estão agarrados a fundamentos baixistas, defendem suas posições e valorizam a idéia que a safra de soja do Brasil é superior a 110 milhões de toneladas e defendem que a  Argentina mesmo com quebra teria estoques de passagem confortáveis pra chegar na próxima temporada.</p>
<p>Fundamentos a serem monitorados:</p>
<p>#<strong>Evolução de Colheita em Mato Grosso</strong> e início da colheita em áreas isoladas no Paraná;</p>
<p>#Paralelamente as <strong>Condições climáticas no sul do Brasil</strong> que vem registrando chuva intensa. Hoje as chuvas deram uma folga e em diversas cidades do Paraná os produtores estão nos campos tratando as lavouras;</p>
<p>#<strong>Demanda mundial</strong>. Embora as inspeções semanais nos EUA (embarques em navio) tenham vindo bem fortes ontem, novos anúncios de vendas andam mais calmos e o mercado todo aguarda por um ritmo de compra da China. Sazonalmente o mercado absorve que as ofertas sul-americanas começam a ser acompanhadas pelos compradores da China com maior interesse, mas a origem norte-americana tem hoje estoques que possibilitam brigar com a origem sul-americana;</p>
<p># Consequência de ajustes tributários nos EUA que deve favorecer a competitividade das cooperativas nos EUA</p>
<p>#Câmbio no Brasil. Encontro em Davos e amanhã foco no cenário político doméstico</p>
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		<title>Inspeções de Grãos nos Estados Unidos Mornas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 14:17:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Inspeções Semanais nos Estados Unidos divulgadas pelo USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; mostram que o volume de soja embarcada nos portos americanos no decorrer da semana passada não foi lá uma maravilha.  Embora dentro da janela aguardada pela maioria dos analistas, o volume embarcado veio do lado baixo e não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>Inspeções Semanais</strong> nos Estados Unidos divulgadas pelo <strong>USDA</strong> – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; mostram que o volume de soja embarcada nos portos americanos no decorrer da semana passada não foi lá uma maravilha.  Embora dentro da janela aguardada pela maioria dos analistas, o volume embarcado veio do lado baixo e não garantiu “apoio” extra aos preços que no momento absorvem mapas climáticos mais úmidos para a Argentina.</p>
<p>O fluxo de embarque da soja foi de 45.2 MI BU equivalente a  1.230 Mi Tons. Os analistas antecipavam embarques entre 40 E 59 MI BU.</p>
<p>Para o Milho e Trigo da mesma forma. Volumes aguardados porem dentro do viés de baixa.</p>
<p>Para o Milho embarques totalizaram 25.9 MI BU, contra estimativa entre 22 E 31 MI BU e para o Trigo embarques finalizados em 11.6 MI BU, contra estimativa entre 11 E 18 Mi Bu</p>
<p>Quer saber os referenciais de Conversão de Bushel de Soja, Milho e Trigo? Acompanhe o Blog, farei um post essa semana com uma tabela super didática!</p>
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