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	<title>Arquivos acidentes - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Maio Amarelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 15:02:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. ATENÇÃO PELA VIDA O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento <strong>Maio Amarelo</strong> nasce com uma só proposta: <strong>chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.</strong></p>
<h2>ATENÇÃO PELA VIDA</h2>
<blockquote><p>O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.</p></blockquote>
<h2>SOBRE A DÉCADA DE AÇÃO PARA SEGURANÇA NO TRÂNSITO</h2>
<p>A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.</p>
<p>São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.</p>
<p>Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1851 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-300x197.png" alt="" width="300" height="197" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-300x197.png 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-768x505.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-1024x673.png 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-76x50.png 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-123x82.png 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-83x55.png 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Nós-Somos-o-Trânsito-125x83.png 125w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> Com o mote “Nós somos o trânsito” o Movimento chega à sua 5ª edição e fomenta na sociedade discussões e atitudes voltadas à necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito.O tema foi discutido com a Associação Nacional de Detrans (AND) e foi apresentado em reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).</p>
<p>Assim como em 2017, o tema de 2018 propõe o envolvimento direto da sociedade nas ações e propõe uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.</p>
<p>De acordo com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, os acidentes não acontecem, mas sim são frutos de escolhas inadequadas e arriscadas. Para José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO e idealizador do Movimento Maio Amarelo, 90% dos acidentes têm como motivação as falhas humanas como imperícia, imprudência e desatenção. “Somos os responsáveis pelos nossos atos no trânsito e ter consciência clara disso é um dos caminhos para a reversão do triste cenário não só do Brasil, mas de todo o mundo”, ressalta.</p>
<p><a href="https://www.maioamarelo.com/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: www.maioamarelo.com/</a></p>
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		<title>Abril Verde &#8211; Pela saúde e segurança no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 18:54:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Abril Verde, uma iniciativa do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado do Paraná, tem como intuito trazer à sociedade a questão da segurança e saúde do trabalhador brasileiro. A mobilização se faz necessária para tratar do tema das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho com o objetivo maior de reduzir os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento Abril Verde, uma iniciativa do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado do Paraná, tem como intuito trazer à sociedade a questão da segurança e saúde do trabalhador brasileiro. A mobilização se faz necessária para tratar do tema das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho com o objetivo maior de reduzir os acidentes de trabalho e os agravos à saúde do trabalhador, e mobilizar o envolvimento da sociedade, dos órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações, sociedade civil organizada para prevenir e alertar sobre os problemas que ocorrem no mundo do trabalho e em decorrência do mesmo. Essa iniciativa quer trazer saúde e a prevenção para dentro do local onde passamos grande parte do nosso dia, da nossa vida e produzimos a riqueza da sétima economia do mundo.</p>
<p><strong>Por que apoiar?<br />
</strong>Apoiar essa iniciativa é acreditar que se pode fazer mais por um trabalho saudável e sem acidentes. Somente com o envolvimento, com a troca de informações, é que se pode favorecer uma cultura de prevenção à vida e à saúde no ambiente de trabalho.</p>
<p>Seja um apoiador e tenha sua marca associada a uma ação de valor social. É com sua ajuda que podemos chegar cada vez mais longe, atingir cada vez mais pessoas e salvar cada vez mais vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>POR QUE O MÊS DE ABRIL?</h2>
<div class="act-post">
<p><em>Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho e Dia Mundial da Saúde</em></p>
<p>No dia 28 de abril, pessoas de todo o mundo celebram o “Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho”.</p>
<p>A data foi instituída por iniciativas de sindicatos canadenses e escolhida em razão de um acidente que matou 78 trabalhadores em uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969. No Brasil, em maio de 2005, foi promulgada a Lei No. 11.121, criando o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.</p>
<p>No dia 07 de abril é celebrado o dia Mundial da Saúde, instituída pela Organização Mundial da Saúde, que define: a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. Criada em 1948, a data tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde populacional.</p>
<p><strong>Em memória</strong></p>
<p>Em 28 de abril nós lamentamos aqueles que morreram. No entanto, as mortes no trabalho também são um lembrete de que todos os níveis de governo são fundamentais para fazer mais por leis de saúde e segurança e vigorosamente julgar violações quando um trabalhador é morto ou gravemente ferido.</p>
<p>É tempo de tratamento justo e igualitário perante a lei para mortes e acidentes de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>OS NÚMEROS</h2>
<p>Segundo dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), divulgados em 2013, 2 milhões de pessoas morrem por ano por conta de doenças ocupacionais no mundo. Já o número de acidentes de trabalho fatais ao ano chegam a 321 mil. Neste panorama, a cada 15 segundos, um trabalhador morre por conta de uma doença relacionada ao trabalho.</p>
<p>Os dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) colocam o Brasil como 4º colocado no ranking mundial de acidentes fatais de trabalho. No Brasil, são quase 4 mil mortes anualmente em decorrência de acidentes de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.abrilverde.com.br/site/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Abril Verde</a></p>
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