<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Histórias Inspiradoras - Missão Mulheres do Agro</title>
	<atom:link href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/categoria/historias-inspiradoras/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/categoria/historias-inspiradoras/</link>
	<description>por Andrea Cordeiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 May 2024 13:19:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.5.7</generator>
	<item>
		<title>Como ajudar o Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-ajudar-o-rio-grande-do-sul/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-ajudar-o-rio-grande-do-sul/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 13:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://missaomulheresdoagro.com.br/?p=15853</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brasil sensibilizado em um só povo, uma só nação se une para socorrer, apoiar as vítimas da tragédia que assolou o estado. O Mulheres do Agronegócio Brasil vem atuando em várias frentes e apoiando ações neste momento tão doloroso para nossos irmãos, amigos, familiares gaúchos. Estamos relacionando alguns perfis e campanhas que conhecemos que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-ajudar-o-rio-grande-do-sul/">Como ajudar o Rio Grande do Sul</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil sensibilizado em um só povo, uma só nação se une para socorrer, apoiar as vítimas da tragédia que assolou o estado.</p>
<p>O Mulheres do Agronegócio Brasil vem atuando em várias frentes e apoiando ações neste momento tão doloroso para nossos irmãos, amigos, familiares gaúchos.</p>
<p>Estamos relacionando alguns perfis e campanhas que conhecemos que vem atuando diretamente com ações civis no socorro às vítimas dos alagamentos.</p>
<p>Se você conhece mais ações civis e quiser nos indicar mande uma mensagem pelo perfil @MULHERESDOAGRONEGOCIOBRASIL</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>pix</p>
<p>enchentes@vakinha.com.br</p>
<p>camilatellesrp@gmail.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>perfis twitter</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="css-175oi2r r-1wbh5a2 r-dnmrzs">
<div class="css-1rynq56 r-dnmrzs r-1udh08x r-3s2u2q r-bcqeeo r-qvutc0 r-37j5jr r-a023e6 r-rjixqe r-16dba41 r-18u37iz r-1wvb978" dir="ltr">
<div class="css-175oi2r r-1wbh5a2 r-dnmrzs">
<div class="css-1rynq56 r-dnmrzs r-1udh08x r-3s2u2q r-bcqeeo r-qvutc0 r-37j5jr r-a023e6 r-rjixqe r-16dba41 r-18u37iz r-1wvb978" dir="ltr"><span class="css-1qaijid r-bcqeeo r-qvutc0 r-poiln3">@Sampaio280864 </span>@helemazevedo</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-ajudar-o-rio-grande-do-sul/">Como ajudar o Rio Grande do Sul</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/como-ajudar-o-rio-grande-do-sul/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mary Wollstonecraft:  autora de um dos primeiros textos feministas</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mary-wollstonecraft-autora-de-um-dos-primeiros-textos-feministas/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mary-wollstonecraft-autora-de-um-dos-primeiros-textos-feministas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 18:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[frankestein]]></category>
		<category><![CDATA[mary-wollstonecraft]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=9815</guid>

					<description><![CDATA[<p>22/01/2021 Mary Wollstonecraft Mary Wollstonecraft entrou para a história como mãe de Mary Shelley, a célebre autora de Frankestein. Mas essa não foi sua única marca histórica. Ainda no século 18, a filósofa produziu registros históricos da Revolução Francesa, publicou comentários políticos que respondiam a pensadores homens, escreveu romances e livros infantis que questionavam a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mary-wollstonecraft-autora-de-um-dos-primeiros-textos-feministas/">Mary Wollstonecraft:  autora de um dos primeiros textos feministas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>22/01/2021</p>
<h2>Mary Wollstonecraft</h2>
<p>Mary Wollstonecraft entrou para a história como mãe de Mary Shelley, a célebre autora de Frankestein. Mas essa não foi sua única marca histórica. Ainda no século 18, a filósofa produziu registros históricos da Revolução Francesa, publicou comentários políticos que respondiam a pensadores homens, escreveu romances e livros infantis que questionavam a ordem sexual e de gênero, além de defender os direitos das mulheres à educação e à igualdade no casamento. Hoje, mais de 200 anos após sua morte, Wollstonecraft é celebrada principalmente como uma das fundadoras do feminismo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-9821 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797.jpg" alt="" width="267" height="325" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797.jpg 800w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797-246x300.jpg 246w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_c._1797-768x937.jpg 768w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" />Mais de um século antes de Simone de Beauvoir, Wollstonecraft já elaborava os primeiros pensamentos sobre a opressão estrutural das mulheres e suas raízes. “Desafortunada é a situação das fêmeas, educadas de acordo com a moda, mas deixadas sem fortuna alguma”, escreveu ela, em 1787, no livro Thoughts on the education of daughters (“pensamentos sobre a educação das filhas”) – um dos primeiros, senão o primeiro escrito em que uma mulher abordava a situação feminina na Europa.</p>
<p>Desde então, Wollstonecraft defendeu que elas deveriam ter o mesmo direito à educação que os homens, que não estudassem apenas para se tornarem “esposas ideais”. Em Reivindicação dos direitos da mulher (1792), publicado no Brasil pela Boitempo, escreveu: “É assim, por exemplo, que a demanda por educação tem por objetivo exclusivo permitir o livre desenvolvimento da mulher como ser racional, fortalecendo a virtude por meio do exercício da razão e tornando-a plenamente independente”.</p>
<p>Nascida em Spitalfields, na Inglaterra, em 1759, Wollstonecraft era a segunda de sete filhos de uma família rica que empobreceu e faliu ao longo do tempo. Para se sustentar – e ajudar a mãe e as irmãs a sobreviverem ao pai alcoólatra e violento -, trabalhou como governanta em casas de famílias abastadas, de onde tirou grande parte de suas observações sobre a educação deficitária das mulheres da época. Em cima dessas experiências, publicou os romances Mary: a fiction (1788), Original stories from real life (1788) e o póstumo The wrongs of woman, or Maria (1798).</p>
<p>Incomodada principalmente com a falta de opções de carreiras para mulheres no campo, Wollstonecraft se mudou para Londres, onde aprendeu sozinha a falar alemão e francês, passando a trabalhar como tradutora e resenhista no periódico Analytical Review, de Joseph Johnson. Começou a frequentar jantares na casa do novo chefe, onde entrou em contato com iluministas como o político Thomas Paine, o filósofo William Godwin e o artista Henry Fuseli. Ali, debatia de igual para igual sobre política e literatura, por exemplo, tendo sempre como foco o principal acontecimento da época, a Revolução Francesa.</p>
<p>Integrada ao ambiente urbano e politizado de Londres, Wollstonecraft se tornou defensora ferrenha da igualdade, da liberdade e da fraternidade, conceitos que emanavam da França pós-revolucionária. Em 1790, leu as críticas à revolução do conservador Edward Burke, publicadas sob o título “Reflexões sobre a Revolução na França”, e, enfurecida, escreveu uma rápida resposta, inicialmente publicada de forma anônima.</p>
<p>Intitulado “A reivindicação dos direitos dos homens”, o texto defendia a revolução como uma “chance gloriosa de obter virtude e felicidade”. Quando a segunda edição foi publicada, dessa vez assinada, Wollstonecraft se tornou instantaneamente famosa em Londres. Mudou-se para a França, onde dois anos mais tarde publicou sua obra mais famosa: Reivindicação dos direitos da mulher.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-9822 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-630x1024.jpg" alt="" width="232" height="377" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-630x1024.jpg 630w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-184x300.jpg 184w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b-768x1249.jpg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/01/1200px-Vindication1b.jpg 1200w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" />Tido como um dos documentos fundadores do feminismo, o livro denuncia a exclusão das mulheres do acesso a direitos básicos no século 18, colocando a educação feminina como base para o fim das desigualdades. Também escreve sobre a importância do voto feminino e a paridade no casamento – em especial em relação a bens da esposa, à tutoria dos filhos e até ao divórcio -, e defende que crianças estudem em escolas mais livres, menos rígidas, que ensinassem aos dois sexos o mesmo “amor ao lar” e às tarefas domésticas.</p>
<p>Em 1794, publicou ainda An historical and moral view of the french revolution, uma retrospectiva dos primeiros estágios da revolução, com uma abordagem original, do ponto de vista de pessoas comuns, que haviam endossado os acontecimentos políticos no cotidiano. Apesar do sucesso incomum para uma mulher da época, o fim da vida de Wollstonecraft foi trágico. Em maio daquele ano, ela deu à luz sua primeira filha, Fanny, e tentou ir a Londres em busca do marido que a rejeitou – levando-a a tentar suicídio duas vezes.</p>
<p>Aos poucos, retornou ao círculo de Joseph Johnson, onde reencontrou William Godwin, com quem se casou e teve outra filha: Mary Shelley.</p>
<p>Wollstonecraft morreu aos 38 anos, de infecção pós-parto, deixando como legado cerca de 20 livros que incluem romances e análises sobre política, história e direitos das mulheres. Hoje, a filósofa tem sido recuperada por historiadoras feministas e estudiosos da Revolução Francesa, conquistando cada vez mais o título de fundadora do feminismo na Europa.</p>
<p><a href="https://revistacult.uol.com.br/home/mary-wollstonecraft-220-anos-de-morte/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mary-wollstonecraft-autora-de-um-dos-primeiros-textos-feministas/">Mary Wollstonecraft:  autora de um dos primeiros textos feministas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mary-wollstonecraft-autora-de-um-dos-primeiros-textos-feministas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mara Motter &#8211; Histórias Inspiradoras</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mara-motter-historias-inspiradoras/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mara-motter-historias-inspiradoras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 12:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[historias-inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[mara-motter]]></category>
		<category><![CDATA[minas-gerais]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=9186</guid>

					<description><![CDATA[<p>Meu nome é Mara Motter. Aos 16 anos interrompi meus estudos em função de uma gravidez precoce. Na Festa de aniversário de 3 anos da minha filha, meu pai sofreu uma convulsão muito forte, ficando meia hora desacordado. Foi tudo muito de repente, não sabíamos do que se tratava. Logo buscamos exames e veio o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mara-motter-historias-inspiradoras/">Mara Motter &#8211; Histórias Inspiradoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-9195" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59-1-1024x768.jpeg" alt="" width="425" height="319" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59-1-1024x768.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59-1-300x225.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59-1-768x576.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59-1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" />Meu nome é Mara Motter.</p>
<p>Aos 16 anos interrompi meus estudos em função de uma gravidez precoce.</p>
<p>Na Festa de aniversário de 3 anos da minha filha, meu pai sofreu uma convulsão muito forte, ficando meia hora desacordado.<br />
Foi tudo muito de repente, não sabíamos do que se tratava. Logo buscamos exames e veio o diagnóstico: tumor cerebral;  ele tinha que ser submetido a uma cirurgia. Afastou-se dos negócios e das lavouras.</p>
<p>Meu marido e eu, com 19 anos, passamos a administrar tudo, mesmo que o conhecimento na área fosse pouco. Seguimos com muitos tombos e tropeços, meu marido no operacional e eu no administrativo. Minha mãe me ajudou, sempre muito atenciosa com minha filha.</p>
<p>Eu sempre cuidei de cada real pois não foi fácil. Meu pai passou por duas cirurgias, porém ainda sofria muitas convulsões; foi uma época bem complicada, mas nos unimos muito com tudo isso. Eu e meu marido sempre seguimos fortes e dedicados ao trabalho em conjunto com nossos safristas e meu pai, mesmo com todos os problemas de saúde, nos orientava.</p>
<p>Retomei meus estudos e concluí o ensino médio, fiz vários cursos e também me formei em Processos Gerenciais (o tempo era muito corrido, mas consegui) e sempre que possível participo de palestras e dias técnicos, isso me ajuda muito.</p>
<p>Porém o divisor de águas foi em 2019, quando recebi um Convite para o Protagonistas do Campo em MG. Foi desafiador pra mim, que nunca tinha andado de avião e ir tão distante&#8230; Nesse ano meu segundo filho estava com 3 aninhos. Enfim, confiei e parti.<br />
Foram dias de muito aprendizado, encontrei muitas mulheres que servem de inspiração pra mim aqui na nossa região. Anteriormente meio que me envergonhava em atuar no Agronegócio, pois eu era a única mulher que estava frente aos negócios ligados à Agricultura, mas voltei justamente com essa vontade de unir mais mulheres.</p>
<p>Antes do Protagonistas do Campo eu fazia somente a parte da Administração do nosso negócio, porém decidi que teria que mudar e parti para as lavouras. Comecei a acompanhar a primeira área que estava sendo implantada com milho e não parei mais, acompanho toda a formação das lavouras: manejo, plantio, aplicações e colheita. Além das lavouras também atuamos com uma granja de suínos, terminação e gado de corte (atuar na pecuária era um sonho meu).</p>
<p>Tivemos muito sucesso e em 12 anos que gerencio nossa propriedade (batizada por mim de Granja Motter &amp; Cia.) aumentamos nossas áreas de plantio em 160% (algumas próprias e outras em parceria) e adquirimos novas máquinas mais eficientes; tenho muito orgulho em falar isso porque sei o quanto sofrido foi pra conseguir.</p>
<p>No comecinho desse ano criei o Grupo Unidas Pelo Agro (são mulheres engajadas) e que atuam no meio Agro com Lavoura &#8211; Pecuária  Leiteira , Corte &#8211; Suinocultura , Avicultura e Hortifruti. Foram encontros inesperados na mecânica onde entregamos grãos, na loja de peças, enfim, Deus colocou uma a uma no meu caminho. Participamos juntas de palestras, dias técnicos e cursos. Hoje posso dizer que a união faz toda a diferença. Juntas vamos mais longe.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-9196 alignright" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59-768x1024.jpeg" alt="" width="290" height="387" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59-768x1024.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59-225x300.jpeg 225w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-11-at-11.34.59.jpeg 960w" sizes="(max-width: 290px) 100vw, 290px" /></p>
<p>Em 2019 já havia feito a minha inscrição para o Prêmio Mulheres do Agro, mas não era  pra ser.<br />
Meu ano é 2020.<br />
Ser Vencedora do Prêmio Mulheres do Agro 1º lugar na categoria Pequena Propriedade é uma responsabilidade imensa. Já nos preocupamos com a sustentabilidade, em fazer bem feito, em cuidar da terra. Mas agora mais do que nunca a responsabilidade aumenta pois creio que vou servir de inspiração para muitas, pois nossa região tem terras mais dobradas e não são de grande extensão.<br />
Eu sou a prova de que quando se quer e se batalha a gente consegue, mesmo tendo muitos que não acreditam. Deus coloca as pessoas certas para te darem a mão.</p>
<p>Hoje tenho muito orgulho da pessoa que me tornei, pois administro nosso negócio. Vou pra lavoura e tenho o maior orgulho em dirigir trator, operar máquinas e atuar de perto na formação das lavouras. E ter meu grupo para nos fortificar ainda mais, porque o Agronegócio também é de Mulher.</p>
<p>O Grupo também está inspirando as filhas das participantes do Grupo, isso não  tem preço, é maravilhoso.</p>
<h2><em>Mara Motter</em></h2>
<p>Instagram: @maramotter0610</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mara-motter-historias-inspiradoras/">Mara Motter &#8211; Histórias Inspiradoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/mara-motter-historias-inspiradoras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Luciana Abeid Ribeiro Dalmagro &#8211; Histórias Inspiradoras</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/luciana-abeid-ribeiro-dalmagro-historias-inspiradoras/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/luciana-abeid-ribeiro-dalmagro-historias-inspiradoras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 17:22:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[luciana-dalmagro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[premio]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=9020</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sou uma entre tantas mulheres do agro deste nosso Brasil. Confesso que até pouco tempo não sabia o que significava ser uma mulher do agro. Quando comecei a estudar o assunto, conhecendo a história de tantas mulheres que fazem acontecer na produção rural e nos bastidores, entendi que sou (porque quero ser) uma mulher do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/luciana-abeid-ribeiro-dalmagro-historias-inspiradoras/">Luciana Abeid Ribeiro Dalmagro &#8211; Histórias Inspiradoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sou uma entre tantas mulheres do agro deste nosso Brasil. Confesso que até pouco tempo não sabia o que significava ser uma mulher do agro. Quando comecei a estudar o assunto, conhecendo a história de tantas mulheres que fazem acontecer na produção rural e nos bastidores, entendi que sou (porque quero ser) uma mulher do agro. Faço parte da quinta geração de produtores rurais, que colocaram os pés pela primeira vez nesta terra situada na região de Ribeirão Preto/SP por volta de 1850. Minha bisavó, como a segunda geração do campo, herdou e trabalhou na nossa propriedade antes da metade do século passado. Neste mesmo período minha avó decidiu buscar outro caminho e estudar na capital. Para a época era totalmente novo ver uma menina interiorana e filha de fazendeiros estudando ciências humanas na USP. Desde sempre essa história me inspirou e me encantou. Ela me dizia que nós mulheres deveríamos nos casar somente se acontecesse de nos apaixonarmos, e não por pressão social. E ainda dizia que nossos melhores conselheiros são os livros de cabeceira. Logo entendi que nós mulheres temos que estudar muito, mas não ficar presas as histórias escritas por outros. Também temos a missão de escrever nossa própria história.</p>
<p>Por isso resolvi escrever a minha. No início da minha formação profissional busquei ser pesquisadora como minha mãe e minha avó. Saí de Batatais para estudar Farmácia em Campinas, depois fui para São Paulo para fazer mestrado em ciências. Trabalhei alguns anos na área, mas uma insatisfação com o que eu fazia e onde vivia me trouxe de volta para casa. Foi a chance que a vida me deu para conhecer melhor o negócio da nossa família (que o meu pai havia assumido há algumas décadas). Uma fazenda centenária que passou por várias divisões sucessórias, sempre de multiculturas, e que nos últimos 15 anos se dedicou grande parte a Avicultura. E foi conhecendo melhor a Avicultura que me encontrei. Quando entendi o tamanho e a complexidade desta cadeia eu decidi ficar para aprender, trabalhar e inovar. Escolhi ser produtora quando vi que a profissão “fazendeiro” se faz presente todos os dias na vida dos seres humanos.  Me encantei ao pensar que aquele frango que produzíamos ali na fazenda iria estar na mesa das famílias do Brasil e do mundo a fora.</p>
<p>Isto aconteceu há 11 anos, e com o meu interesse (e também a abertura que meus pais me deram) resolvemos trilhar juntos uma estrada longa e difícil que é sucessão familiar. Fomos rápidos para começar, pois para que este processo seja bem feito pode levar décadas. Afinal, a propriedade rural não é somente um empreendimento financeiro, é a forma de vida de muitos produtores, e isso deve ser considerado em um plano de sucessão.</p>
<p>Logo no início percebi que precisava me preparar para enfrentar esse desafio que é produzir alimentos. Fui estudar Gestão Empresarial, e em uma viagem para realizar um curso na área avícola conheci o Marcelo (e me apaixonei). Hoje meu marido e que também dedicou toda sua carreira à avicultura. Completamos a família com a chegada há 4 anos do mais novo produtor (como ele mesmo se chama), o nosso Antonio.</p>
<p>No início da minha atuação na fazenda, meu primeiro olhar foi focado na melhoria da produtividade. Passados alguns anos, e com bons resultados atingidos, comecei a me dedicar ao que realmente passou a me motivar: tornar a nossa fazenda sustentável. Sustentável de verdade. Comecei então a trilhar um caminho de desenvolvimento da propriedade em 5 pontos:</p>
<ul>
<li><strong>Liderança.</strong> Tenho sempre em mente que a liderança em uma propriedade rural tem que ser inspiradora, como em outras empresas. A responsabilidade de inspirar no ambiente rural talvez seja ainda maior, já que os líderes geralmente são familiares e não ciclam dentro da empresa. E para liderar também é preciso se desenvolver. Hoje tenho a honra de ser mentorada por uma mulher que é a minha maior inspiração no mundo dos negócios. Se eu puder dar uma dica é: peçam ajuda, procurem referências que vocês realmente admiram e acreditam.</li>
<li><strong>Desenvolvimento do nosso time.</strong> Adotamos o programa de 5S rural, treinamentos contínuos para engajamento/comprometimento e sessões estruturadas de feedback 360. A ideia é formar um time que trabalhe com coesão e muito feliz na fazenda. Diferente de uma empresa urbana, a fazenda é uma grande comunidade onde as pessoas trabalham e moram com suas famílias. Portanto, uma missão constante para nós e buscar maior qualidade de vida com o desenvolvimento dessa comunidade rural.</li>
<li><strong>Cuidado com o meio-ambiente.</strong> Os projetos concebidos nessa área têm muitas mãos. Com muito orgulho, digo que cada passo dado foi idealizado, projetado e executado por mim e pelo meu pai, de forma conjunta. Na fazenda atualmente geramos nossa energia elétrica (mais de 40.000 Kwh por mês) e reutilizamos água que vem por captação de chuva (armazenamos mais de 3.000.000 de litros). Reduzimos os impactos dos resíduos, através de biocompostagem de toda a mortalidade em maquinário especializado. Com isso, além de evitar impactos ambientais, ainda produzimos um riquísssimo composto orgânico posteriormente utilizado nas nossas lavouras.</li>
<li><strong>Uso de tecnologias.</strong> Com alguns pilotos implementados, conseguimos ver a performance dos lotes em tempo real, e estamos iniciando um projeto de gestão remota de dados com a criação de uma central de controle. Controladores ambientais de alta tecnologia nos ajudam a manter o ambiente das aves sempre ideal. Além disso, estamos migrando o aquecimento dos galpões: do uso de lenha para o uso de gás. A ideia central do uso destas tecnologias é facilitar a rotina de trabalho e melhorar a qualidade de vida das pessoas, melhorar também o bem estar e produtividade dos animais, e ter o controle da propriedade onde quer que estejamos.</li>
<li><strong>Inovação. </strong>Meu marido e eu gostamos muito de inovar, e o agronegócio é o ambiente perfeito para isso. Criamos a Startup República do Jardim<strong>®,</strong> uma pequena empresa que comercializa flores comestíveis e microgreens, seguindo os princípios da agricultura orgânica. Na estrutura da Startup há um programa de primeiro registro em carteira de trabalho para os jovens que recém saíram da escola, afinal queremos que nossos negócios também sejam empreendimentos sociais.</li>
</ul>
<p>Conseguimos avançar muito como empresa até agora, mas ainda temos muito pela frente. Tenho pensado muito nos nossos próximos passos, para que caminho devemos seguir com tantas mudanças no mundo. Como vamos desenvolver, capacitar e dar oportunidades para as crianças e jovens que moram na fazenda, para que realmente queiram ficar no campo? Como podemos regenerar o meio ambiente que nos rodeia por lá?</p>
<p>Eu realmente acredito em um ambiente rural que não vai pensar só em dinheiro. Especialmente a produção de alimentos não deveria ser puramente uma atividade financeira. Ao menos para mim não é. As fazendas não são recortes de terra isolados, mas partes de um grande ecossistema. Com isso, todas nossas atividades devem ser muito bem pensadas, sempre avaliando possibilidades e impactos. Acredito que nós produtores temos a missão de ser guardiões das nossas terras, e não somente proteger, mas também regenerar, reconstruir. Temos que entregar para a próxima geração uma propriedade melhor do que recebemos: melhor em eficiência econômica, melhor no aspecto social, e enriquecendo o meio-ambiente.</p>
<p>Para este novo agro, temos que ter cada vez mais mulheres em posições de gestão e liderança. Sabemos o nosso potencial. Sabemos o quanto podemos acolher e desenvolver pessoas. Neste caminho, o conhecimento é a chave: que continuemos a olhar pela nossa preparação e também de outras mulheres. Parafraseando Melinda Gates, “se quisermos tornar esse nosso mundo um local realmente melhor, precisamos preparar e empoderar as mulheres de todos os cantos dos continentes”.</p>
<p>Luciana Abeid Ribeiro Dalmagro. Farmacêutica pela PUC Campinas, Mestre em Ciências pela UNIFESP, Gestora Empresarial pela Faap. Atualmente Gestora das propriedades rurais da família, membro efetivo do CADEC da Seara de Nuporanga/SP e Diretora do Sindicato Rural de Batatais/SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/luciana-abeid-ribeiro-dalmagro-historias-inspiradoras/">Luciana Abeid Ribeiro Dalmagro &#8211; Histórias Inspiradoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/luciana-abeid-ribeiro-dalmagro-historias-inspiradoras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A araraquarense Anna Paula Nunes é referência no mundo do agronegócio feminino</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/anna-paula-nunes-referencia-no-agronegocio/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/anna-paula-nunes-referencia-no-agronegocio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 12:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[No Agro Com elas]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[anna-paula-nunes]]></category>
		<category><![CDATA[araraquara]]></category>
		<category><![CDATA[cana]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[girassol]]></category>
		<category><![CDATA[graos]]></category>
		<category><![CDATA[jangada-brava]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[sorgo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=8577</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com visão de agricultura de precisão Anna Paula Nunes domina com excelência os negócios da produção de grãos na região, há 15 anos no comando da Fazenda Jangada Brava Cada vez mais as mulheres lideram o mundo do agronegócio, onde a alta tecnologia domina as lavouras do país. Até mesmo o Ministério da Agricultura tem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/anna-paula-nunes-referencia-no-agronegocio/">A araraquarense Anna Paula Nunes é referência no mundo do agronegócio feminino</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Com visão de agricultura de precisão Anna Paula Nunes domina com excelência os negócios da produção de grãos na região, há 15 anos no comando da Fazenda Jangada Brava</p></blockquote>
<p>Cada vez mais as mulheres lideram o mundo do agronegócio, onde a alta tecnologia domina as lavouras do país. Até mesmo o Ministério da Agricultura tem a sua frente como ministra, Tereza Cristina, que é referência para mulheres do agro.</p>
<p>A frente da Fazenda Jangada Brava, na região de Boa Esperança do Sul, que tem 1.030 alqueires está Anna Paula Nunes, de 50 anos, que assumiu os negócios da família há cerca de 15 anos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8579 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434.jpg" alt="" width="640" height="434" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434.jpg 640w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-300x203.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-capa-640x434-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Anna Paula Nunes, na manhã desta quinta-feira (24), na Fazenda Jangada Brava</p>
<p>Ela conta que desde criança sempre amou a terra, nasceu e cresceu na fazenda, e que não gostava muito de estudar, mas queria trabalhar com pai na fazenda. Seu pai Viriato Nunes Junior, valendo-se da sabedoria que é peculiar ao homem do campo, disse que não, que só trabalharia na fazenda depois de cursar uma faculdade. Mas tanto o pai como o avô diziam naquele tempo que agrônomo não servia para nada. Anna então foi cursar engenharia civil na Faculdade Logatti, ainda que discordasse dos dois quanto à agronomia, “fui rápida para entrar, mas demorou um pouco para sair”, comenta sorrindo.</p>
<p>“Até pensei em fazer agronomia há pouco tempo, mas agora já não tenho mais tempo; em época de plantio saio da fazenda depois das 22 horas”.</p>
<p>A agricultora lembra que os antigos diziam “se você não estudar, vai trabalhar na roça. Hoje você só vai pra roça com muito estudo”.</p>
<p>Em sua fazenda há uma diversificação de cultura como cana-de-açúcar, milho, soja, e na safrinha girassóis e sorgo.</p>
<p>Quarta geração a frente da fazenda, ela diz que existem proprietários que gostam apenas do título, que arrendam suas terras e aparecem para receber ou administram de longe. “Eu, meu pai, sempre cuidamos da terra com amor, fico brava até se um trator da usina passa por cima da grama do jardim”, diz Paula</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8581 size-full alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ANA-E-SENAR-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Anna Paula recebe o coordenador regional do Senar João Henrique de Souza Freitas, entidade a qual tem parceria para cursos</p>
<p>A fazenda tem 17 funcionários que moram no local, com toda a estrutura e que cuidam do dia a dia da roça sempre com a supervisão de Anna Paula. Ela faz questão que todos os colaboradores façam cursos e se especializem em todas as áreas e para isso conta também com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).</p>
<p><strong>TECNOLOGIA DE PONTA</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8578" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/09596bfb-f86f-4a72-ac73-06cb7abc6036-225x300-225x300.jpg" alt="" width="218" height="291" />Um novo funcionário foi contratado para colocar em funcionamento a agricultura de precisão, que trabalha somente com as novas tecnologias. Hoje tecnólogo em mecanização agrícola de precisão é o profissional que se responsabiliza pelo uso adequado de máquinas e implementos agrícolas, com o objetivo de obter altas produtividades agropecuárias e baixos custos em ambiente de agricultura de precisão, resumindo, mais produtividade com menos quantidade de hectares.</p>
<p>“Hoje quem não acompanhar a nova tecnologia, fica para trás, eu invisto muito em tecnologia de adubos, sementes. Não adianta eu comprar equipamentos modernos e meus funcionários não saberem mexer, precisamos de treinamentos e estudo. Meus colaboradores entenderam isso, querem estudar, procuram na internet, além das empresas também darem treinamento dos maquinários que compramos, temos que investir nas pessoas, caso contrário também não adianta nada”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRANSIÇÃO</strong></p>
<p>Anna lembra que quando assumiu a administração da fazenda, houve certa desconfiança dos funcionários, que estavam acostumados a trabalhar com seu pai. “Eles não estavam preparados para que uma mulher os comandasse. Tenho aqui funcionários antigos que me viram nascer, mas demorou um pouco para que me vissem como administradora da fazenda. Às vezes eu dizia alguma coisa e eles falavam, ah nós vamos ver com seu pai. Nesta hora tive muito apoio de meu pai, ele respondia ao impasse – A Paula resolve -. Meu pai demorou em me deixar assumir, mas quando deixou, deixou de verdade. Hoje brincamos que se ele precisa de algo tem que pedir pra Paula”, ri ela da situação.</p>
<p>Quando Anna assumiu a administração, a fazenda produzia cana e laranja. Ela já chegou com a ideia de mudanças, os pomares foram retirados e seu pai queria arrendar. Ela disse não, pois queria tentar algo novo, então resolveram plantar milho.</p>
<p>“Meu pai quis plantar milho do jeito dele, aquele jeito antigo, foi buscar semente na Secretaria da Agricultura, emprestamos uma plantadeira, foi um horror, não deu nada. No ano seguinte eu disse: agora você me deixa plantar do meu jeito. Ele aceitou. Não comparando com hoje, mas algo diferenciado naquela época, com milho transgênico, uma semente melhor, comprei uma plantadeira pequena, mas moderna, aí a produção, foi outra coisa, muito melhor. A partir daí meu pai criou mais confiança, e a cada ano fui melhorando meu plantio no sentido de grãos, que é a minha paixão”, explicou</p>
<p>Ela diz que teve dificuldades no início para lidar com pessoas de fora, por ser mulher, mas isso ficou para trás. Hoje as mulheres no agronegócio são muito fortes, tanto, que no dia 21 de outubro há um evento marcado com mulheres do agro nacional, na fazenda, com a presença da palestrante Andrea Cordeiro, uma mente fervilhante, amante do universo agro há 21 anos, idealizadora do projeto “Missão Mulheres do Agro” e cidadã engajada na causa da profissionalização da mulher no agronegócio. Ela também é Co Autora do livro Mulheres do Agro.</p>
<p>Em Araraquara, há um grupo de cerca de 28 mulheres ligadas ao agro, que antes da pandemia da covid-19, sempre se reuniam para trocar experiências e se ajudar mutuamente. Atualmente continuam juntas em um grupo de whatsApp.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8585 size-full" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/visita-a-ministra-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Mulheres do Agro estiveram com a Ministra da Agricultura Tereza Cristina e o deputado Federal Baleia Rossi (MDB)</p>
<p><strong>ENCONTRO COM A MINISTRA</strong></p>
<p>Todos os anos, as mulheres do grupo do agro vão até os Estados Unidos, para conhecer as propriedades de soja e milho do país. “Em 2019 estávamos lá e queríamos passar as novidades do grupo para a Ministra da Agricultura Tereza Cristina. Então entrei em contato com o deputado Federal Baleia Rossi, com quem tenho amizade e ele conseguiu uma audiência. Fomos a Brasília e ela nos recebeu, eu e mais quatro amigas, todas ligadas ao agro. Ela é uma mulher maravilhosa, uma pessoa simples, muito inteligente, saímos de lá encantadas. Ela criou um grupo de whatsApp com a gente, e nunca deixou de nos responder quando falamos com ela. Este ano graças a ela e ao governo, foi o melhor ano para a agricultura”, disse a administradora.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8582 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol.jpg" alt="" width="700" height="331" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/girassol-300x142.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">A plantação de girassol deste ano. Uma das mais bonitas da região</p>
<p>Entre as paixões de Anna, está o girassol, que ela planta na safrinha para promover a reciclagem de nutrientes da terra. “Não existe plantação de girassol mais bonita que a minha”, diz a produtora mostrando um vídeo que fez com um drone sobre a plantação. De acordo com Paula centenas de pessoas visitaram a plantação neste ano.</p>
<p>A agricultora tem três filhos, Pedro Nunes Morábito, Giovana Nunes Morábito e Letizia Nunes Morábito, e de acordo com Anna, nenhum deles está na linha de sucessão, escolheram outras profissões e só vão à fazenda para o final de semana. “Entristece-me um pouco este fato, mas cada um com suas escolhas, melhor ser um lixeiro feliz do que um empresário triste”, afirma ela.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-8580 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório.jpg" alt="" width="700" height="475" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório.jpg 700w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-300x204.jpg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-123x82.jpg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-83x55.jpg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ana-escritório-264x178.jpg 264w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center; font-size: 11px; margin-top: -15px;">Paula recebeu o Portal RCIA, em seu escritório na Fazenda Jangada Brava</p>
<p>Paula encerra a entrevista dizendo que se sente realizada e satisfeita como uma mulher do agro. “Eu conquistei tudo que eu queria como mulher e dentro do agro, e vejo que tenho muito mais a conquistar. Hoje as pessoas vêm o agro com outros olhos, nesta pandemia quem deu suporte ao país foi o agro, eu não deixei de trabalhar um único dia, nem sei o que é quarentena”, finaliza a agricultora.</p>
<p>Se for a mãe terra quem nos da bonança, nada melhor que mulheres para geri-la, pois elas vão a campo e estão transformando o agro do país. Os desafios são incontáveis. Mas elas não desistem, porque o brilho nos olhos e a força que rege as mulheres, é maior que as barreiras para chegar lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2F100011094404573%2Fvideos%2F1161034914276311%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="https://rciararaquara.com.br/agronegocio/araraquarense-e-referencia-no-mundo-do-agronegocio-feminino/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Portal RCIA</a></p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/anna-paula-nunes-referencia-no-agronegocio/">A araraquarense Anna Paula Nunes é referência no mundo do agronegócio feminino</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/anna-paula-nunes-referencia-no-agronegocio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Histórias Inspiradoras: Iara Corrêa</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-iara-correa/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-iara-correa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 13:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[historia-inspiradora]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=8060</guid>

					<description><![CDATA[<p>Me chamo Iara, tenho 32 anos e sou Gestora do agronegócio em Cristalina – GO, me considero gente de bem. Devido as crenças limitantes e uma criação rude minha mãe, que saiu da fazenda e me teve ainda jovem, enfrentou vários desafios por suas escolhas e para ela trabalhar na cidade fui criada na fazenda conhecida como Fazenda [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-iara-correa/">Histórias Inspiradoras: Iara Corrêa</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8076" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/iara.jpg" alt="" width="260" height="368" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/iara.jpg 468w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/iara-212x300.jpg 212w" sizes="(max-width: 260px) 100vw, 260px" />Me chamo Iara, tenho 32 anos e sou Gestora do agronegócio em Cristalina – GO, me considero gente de bem. Devido as crenças limitantes e uma criação rude minha mãe, que saiu da fazenda e me teve ainda jovem, enfrentou vários desafios por suas escolhas e para ela trabalhar na cidade fui criada na fazenda conhecida como Fazenda Jatai, Zona rural município de Ipameri – GO, com meus avós e toda a família até a minha adolescência.</p>
<p>Apaixonada pela roça, que se chama Agro em tempos atuais, desde menina, aprendi a trabalhar na fazenda com a família e o pouco que aprendi, de maneira rude também, com os meus avós e a minha tia (in memória) se tornou referência na minha educação, nos meus princípios e em minhas escolhas no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na adolescência não tive suporte da família, tinha uma cabeça ou um espírito talvez de pensamentos livres para aquela época, sonhava alto e sempre busquei o conhecimento sem muita condição financeira, além do mais ninguém acreditava muito em mim sendo filha de mãe solteira.</p>
<p>Precisei conquistar a minha independência cedo, fui morar só e almejava trabalhar no setor em que me criei, tempos muito difíceis, mas não desisti dos meus sonhos e a vida foi me trazendo aos poucos as abençoadas oportunidades e com elas os maiores desafios.</p>
<p>Em minha época, questão de gênero era algo que chamava atenção no setor por maior nível de escolaridade que fosse. Ser Mulher e falar bem de uma propriedade rural era quase que insano e ser uma jovem idealista, talvez mais desafiador ainda. Pessoas que vieram de vidas difíceis lutam e se destacam por uma oportunidade e eu sempre dei o meu sangue e muitas vezes fui aproveitada ingenuamente com tudo isso.</p>
<p>De presente da vida ganhei um senhor Eng. Agrônomo bem mais velho que tinha uma consultoria Agropecuária referência na região e atendia muitos produtores.<br />
Comecei como telefonista, mas ali de imediato ele percebeu que eu poderia ser muito mais. Me ensinou toda a sua fórmula profissional de mais de 40 anos de experiência com mais de 150 clientes produtores, na época com sua especialidade em projetos técnicos agropecuários, por 7 anos.</p>
<p>Dali agradeci o aprendizado e segui meu caminho. Nasci para ser uma fazendeira, acreditem, mas enquanto não tenho a minha propriedade atuo há quase 6 anos admistrando fazendas que necessitam de planejamentos em suas propriedades.</p>
<p>Jamais foi fácil chegar até aqui, acreditar nunca seria impossível já que não tinha nada a perder. Custou o meu emocional e a minha dedicação e a minha maior felicidade é que estamos em tempos modernos onde mulher pode ser o que ela quiser.</p>
<p>E minha maior felicidade é saber que embora ainda há muito espaço a ser conquistado por nós, as mulheres que entram para o nosso setor hoje não vão passar o que muitas de nós passamos justamente pela nossa coragem de buscar o nosso espaço, enfrentar a diversidade, principalmente o gênero e a falta de união e empatia (infelizmente de outras mulheres) que são nossos maiores desafios.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-8069" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/logo.jpg" alt="" width="268" height="268" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/logo.jpg 268w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/logo-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 268px) 100vw, 268px" />Hoje venho recebendo os meus presentes de Deus por não ter desistido de mim, dos meus sonhos que na oportunidade ganhei o meu reconhecimento profissionalmente no Brasil do Agro, em especial no universo do agro feminino que decidi então, levantar a bandeira em minha cidade fundando o projeto Mulheres do Agro de Cristalina, onde poderíamos através da união de profissionais do setor, em especial as esposas e sucessoras dos produtores, buscar juntas o conhecimento e o empreendedorismo rural moderno e inovador em cada setor para ser inserido em família e também em cada setor que compõe.</p>
<p>Hoje somos 115 mulheres da região e de outros estados que acreditam no propósito: Partilhar e buscar conhecimento e levar cada um para o setor em que atua.</p>
<p>Se eu pudesse dar um conselho hoje para outras mulheres e também para os homens, diria: &#8220;Acredite em você e não no que falam ou decidem sobre você. Se preciso for, silencie de muitos e se isole dos prazeres momentâneos da vida. Trabalhe, busque e não prove para o mundo não, prove para você o quanto você é capaz. E depois disso quando ganhar o seu reconhecimento, divida para os outros a sua fórmula do saber. O meu saber é o Agro.</p>
<p>Iara Corrêa</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-iara-correa/">Histórias Inspiradoras: Iara Corrêa</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-iara-correa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desempenho da atuação das agricultoras nos motivou a lançar o Rally Mulheres do Agro</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/desempenho-da-atuacao-das-agricultoras-nos-motivou-lancar-o-rally-mulheres-do-agro/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/desempenho-da-atuacao-das-agricultoras-nos-motivou-lancar-o-rally-mulheres-do-agro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 12:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[fabiane-cavina-souza]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo-souza]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[rally]]></category>
		<category><![CDATA[revista-agricola]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=7997</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Rally Mulheres do Agro superou todas as expectativas de seus organizadores. O comprometimento e a participação efetiva das produtoras rurais fez com que, o que antes era apenas um projeto abstrato, se tornasse realidade. O Rally se tornou uma ação de forte expressão no agro brasileiro, despertando o interesse de participação de diversas trabalhadoras [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/desempenho-da-atuacao-das-agricultoras-nos-motivou-lancar-o-rally-mulheres-do-agro/">Desempenho da atuação das agricultoras nos motivou a lançar o Rally Mulheres do Agro</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rally Mulheres do Agro superou todas as expectativas de seus organizadores. O comprometimento e a participação efetiva das produtoras rurais fez com que, o que antes era apenas um projeto abstrato, se tornasse realidade. O Rally se tornou uma ação de forte expressão no agro brasileiro, despertando o interesse de participação de diversas trabalhadoras do setor.<br />
A iniciativa do Rally Mulheres do Agro surgiu através do casal de jornalistas Marcelo Souza e Fabiane Cavina Souza, diretores da Revista Agrícola, que completa 10 anos no ano que vem. Ao longo deste período, foram várias as experiências sucedidas e outras bem desafiadoras, mas sem dúvida, podemos afirmar que o projeto Rally Mulheres do Agro é uma das ações de grande sucesso criadas pela empresa.<br />
Em 2015, foram dados os primeiros passos, abrindo espaço para diversas matérias que registravam a liderança de produtoras rurais em fazendas e sítios localizados na região do Vale Paranapanema, no estado de São Paulo.<br />
No ano de 2016, a Revista Agrícola foi parceira de mídia do Congresso Nacional das Mulheres do Agro, no Transamérica Expocenter, em São Paulo, o que possibilitou estreitar laços e conhecer ainda mais a atuação das produtoras rurais em diversas regiões. No ano seguinte, ficou muito claro a importância da participação da mulher no setor do agro.<br />
Todos os anos, a Revista Agrícola edita uma Edição Ouro, um conteúdo especial com a cobertura de diversos eventos do agro promovidos nos estados do Paraná e São Paulo. É um período onde todos da equipe de redação se desdobram para atender a demanda, pois os encontros são realizados em datas muito próximas e alguns coincidem com a mesma data. Durante esses momentos,foi possível enxergar que a atuação feminina do agro não era um fenômeno isolado, de uma produtora aqui e outra ali, mas sim, uma atividade que crescia rapidamente e ganhava destaque por todo o Brasil.<br />
Diante desta realidade, a Revista Agrícola iniciou um espaço especial na edição impressa, registrando a atuação feminina no agro e, aos poucos, foi criando-se um banco de dados e contatos com o nome de produtoras rurais de diversas culturas e regiões. Isso possibilitou a formação de um conteúdo rico de depoimentos e histórias inspiradoras das mulheres do agro.<br />
No final de 2018, a revista teve a iniciativa de elaborar o lançamento do Rally Mulheres do Agro. Já era realizada ações desse formato com a Expedição Milho Safrinha ‘Rally Campeões de Produtividade”, mas não havia certeza de que essa proposta iria ter adesão das produtoras rurais.<br />
Com muita ousadia, o ano de 2019 marcou o lançamento da 1ª Edição do Rally Mulheres do Agro. Para a surpresa da nossa equipe de reportagem, o projeto não só foi aceito pelas produtoras rurais, mas também conquistou mulheres do agro, pesquisadoras, engenheiras agrônomas, gestoras do agro de diversos estados e de inúmeras culturas.<br />
Na trajetória do Rally, a Revista recebeu diversos telefonemas e e-mails de produtoras querendo participar e saber mais detalhes do projeto. Atualmente, com uma agenda cheia de entrevistas, fica consumado o sucesso da iniciativa</p>
<p>Rally Mulheres do Agro</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-8000 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34-1024x680.jpeg" alt="" width="1024" height="680" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34-1024x680.jpeg 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34-300x199.jpeg 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34-768x510.jpeg 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34-76x50.jpeg 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34-123x82.jpeg 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34-83x55.jpeg 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34-125x83.jpeg 125w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-22-at-16.29.34.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Idealizadores do Rally Mulheres do Agro: Fabiane Cavina Souza e Marcelo Souza</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/desempenho-da-atuacao-das-agricultoras-nos-motivou-lancar-o-rally-mulheres-do-agro/">Desempenho da atuação das agricultoras nos motivou a lançar o Rally Mulheres do Agro</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/desempenho-da-atuacao-das-agricultoras-nos-motivou-lancar-o-rally-mulheres-do-agro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carina Queiroz &#8211; Histórias Inspiradoras</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/carina-queiroz-historias-inspiradoras/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/carina-queiroz-historias-inspiradoras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 13:42:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=7952</guid>

					<description><![CDATA[<p>Me chamo Carina Marcondes Queiroz, sou Engenheira Agrônoma, me formei há 9 anos no meu querido e amado estado Mato Grosso do Sul, sou completamente apaixonada pelo agronegócio, tenho 30 anos e a 3 eu tive a ideia de criar o @mulheresdoagroms, que se tornou parte substancial da minha vida, tanto profissional quanto pessoal. O [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/carina-queiroz-historias-inspiradoras/">Carina Queiroz &#8211; Histórias Inspiradoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Me chamo Carina Marcondes Queiroz, sou Engenheira Agrônoma, me formei há 9 anos no meu querido e amado estado Mato Grosso do Sul, sou completamente apaixonada pelo agronegócio, tenho 30 anos e a 3 eu tive a ideia de criar o @mulheresdoagroms, que se tornou parte substancial da minha vida, tanto profissional quanto pessoal.</p>
<p>O projeto nasceu depois de eu ter ingressado em um MBA em Agronegócio da Esalq/USP, e eu posso não ter terminado o curso (ainda), mas ele me deu lições pra vida toda!</p>
<p>A primeira delas foi parar de ter vergonha de conversar com as pessoas só por que você ainda não as viu pessoalmente, garanto pra vocês que lá eu conheci e me inspirei em mulheres que mudaram a minha vida, me lembro muito bem de descobrir que era feminista e não sabia!!!</p>
<p>Me lembro também de falar com a minhas amigas Tici, Mari Biff e Michely da ideia de montar um insta de mulheres do agro aqui do MS, por que na época ainda não se tinha nada voltado a mulheres aqui, principalmente na internet, e foi assim que surgiu o Mulheres do Agro MS, um sonho de levar mais conhecimento pra todas aquelas mulheres que acham que estão sozinhas no agro, levar a elas um pouco do que acontece nos eventos e feiras, mostrar as novidades e os assuntos que estão sendo comentados mundo a fora e sempre lembrar a elas que com conhecimento e determinação elas podem ser o que quiserem.</p>
<p>O maior propósito do Mulheres do Agro MS é fazer com que a informação chegue de um jeito mais fácil de ser entendido, e fazer com que as mentiras ditas sobre o agro, caiam por terra. Nosso perfil ainda não tem um público gigante, temos nossos quase 10k, mas isso nunca foi fator determinante pra gente, por que a intenção é ajudar quem nos siga, não só ganhar seguidores por vaidade. Queremos ser reais! E falo no plural, Nós, por que hoje e sempre eu tive a parceria da minha amiga, irmã, mãe as vezes, Leticia Vieira, uma das mulheres que também me ensinaram a ser forte e não desistir do nosso projeto. E sim, às vezes dava vontade de desistir, por que quem não sabe, manter um perfil engajando hoje em dia, não é tarefa fácil, deve se trabalhar muito pra isso, e estudar também, já perdemos as contas de quantos cursos online de mídias sociais, marketing digital e outros já fizemos, e fazemos com muito prazer por que gostamos.</p>
<p>Bom, era pra falar da minha história, mas como podem ver já não sei mais falar dela separadamente do projeto, mas vou tentar&#8230;</p>
<p>Eu acredito que meu amor pelo agro já veio de berço, pois quando tinha uns 2 ou 3 meses de nascida, meus pais foram para o Pantanal, em Rondonópolis, MT, e lá eu fiquei até aproximadamente uns 4 anos. Eu não me lembro muito, mas minha mãe conta muitas historias legais de como era o Pantanal aquela época, e sofridas também, de passar dias e dias sem poder sair por causa da cheia, e de levar mais de dia pra se chegar em casa por causa de estradas ruins.</p>
<p>De lá nos voltamos para o MS, onde pude passar toda minha infância morando na fazenda, e quando não morava todos os dias, esperava ansiosamente os finais de semanas para poder ir para lá. E assim eu passei da infância até a faculdade. Fiz agronomia por que queria atuar em uma área ampla, onde me desse oportunidade de aprender sobre muitas coisas, e assim fiz na minha vida profissional, já trabalhei de agrônoma em fazenda, já fui gerente de empresa de aviação agrícola, já dei aula em escola familiar rural, e também resolvi aprender a ter uma renda extra, fazendo projetos ambientais e de crédito rural.</p>
<p>Mas hoje, com meus 30 anos e depois de muuuitos cursos de autoconhecimento, descobri que o lugar que mais me preenche é na parte organizacional, e Graças a Deus iniciei esse ano em uma área que me dá a oportunidade de continuar aprendendo e de exercer um trabalho voltado ao agronegócio. E já adianto a vocês, ter um bom salário é ótimo, mas você fazer o que gosta é sensacional, e com o tempo o salário vai aumentando também, é só se dedicar!</p>
<p>Bom essa sou eu, como sempre digo: Sou só mais uma agrônoma no mundo. Mas no meu mundo eu sou sensacional! Obrigada pela oportunidade de falar um pouco sobre mim e o sobre o nosso projeto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-7957" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-14-at-15.25.38-767x1024.jpeg" alt="" width="124" height="165" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-14-at-15.25.38.jpeg 767w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-14-at-15.25.38-225x300.jpeg 225w" sizes="(max-width: 124px) 100vw, 124px" /><strong>Carina Queiroz</strong></p>
<p><strong>Mulheres do Agro MS</strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/mulheresdoagroms/" target="_blank" rel="noopener">Instagram @mulheresdoagroms</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/carina-queiroz-historias-inspiradoras/">Carina Queiroz &#8211; Histórias Inspiradoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/carina-queiroz-historias-inspiradoras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>História do início do Movimento Agroligadas</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historia-agroligadas/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historia-agroligadas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 16:49:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agroligadas]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres-do-agro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=7905</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eu sou a Geni Schenkel  fisioterapeuta a 13 anos atuante até 2018, sou esposa de produtor rural e tenho 3 filhos. Em 2017 meu marido assumiu a presidência da AMPA, associação mato-grossense dos  produtores de algodão e fomos morar em Cuiabá com a intenção de permanecermos com a família unida. A partir daí comecei a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historia-agroligadas/">História do início do Movimento Agroligadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou a Geni Schenkel  fisioterapeuta a 13 anos atuante até 2018, sou esposa de produtor rural e tenho 3 filhos.</p>
<p>Em 2017 meu marido assumiu a presidência da AMPA, associação mato-grossense dos  produtores de algodão e fomos morar em Cuiabá com a intenção de permanecermos com a família unida.</p>
<p>A partir daí comecei a estar mais dentro da associação, onde o contato com as mulheres, esposas e colaboradoras se intensificou. Em todas as reuniões de diretoria é comum as esposas acompanharem seus maridos e ao final do dia sempre tem um jantar com todos da família e em um desses jantares, nós mulheres, as esposas, começamos a questionar sobre as fakes News do agro que estavam rolando na época muito intensamente e sobre a votação do PL dos defensivos agrícolas. Naquela noite percebi que precisávamos de conteúdo, todas nós nos sentíamos perdidas em relação a algumas partes referentes a PL dos defensivos agrícolas e sobre a regulamentação dos mesmos. Ficou claro que nem nós mesmas, produtoras rurais, gestoras de suas propriedades, ou seja, de dentro do agro não tínhamos informações corretas sobre nada, oque sabíamos era oque chegava aos ouvidos ou oque pesquisávamos online, e as críticas que nós mesmas sofríamos estavam nos deixando sem argumento.</p>
<p>Não parava de pensar nisso, conversava com Alexandre o tempo todo para me ajudar a organizar algo para nós mulheres. E como sempre é uma correria a vida, isso ia ficando de lado. Até que numa dessas viagens que ele precisava fazer acompanhamos ele, eu e as crianças e surgiu então uma oportunidade de conversar mais sobre esse assunto, porque decidimos ir de carro e a distância do nosso destino era razoável, dava para conversar sobre muita coisa na estrada. Estávamos indo para Luís Eduardo Magalhães-BA, num jantar de final de safra da ABAPA-Associação dos produtores de algodão da Bahia.</p>
<p>Foi então que dessa viagem surgiu o primeiro encontro das Agroligadas, com organização de palestrantes e data marcada. Fiquei muito empolgada com tudo e dei o meu melhor para que esse encontro pudesse colaborar com nosso engajamento e nos direcionar para alcançar soluções práticas para o que estávamos enxergando de errado. Alexandre conseguiu pessoas referencias nos temas que gostaríamos de discutir e esclarecer e eu organizei as mulheres, o local e a estrutura desse evento.</p>
<p>Assim dia 23 de agosto de 2018 aconteceu o primeiro encontro das Agroligadas, onde eu planejava  receber 20 mulheres e recebi 40, todas a procura da verdade sobre o agro, foi um bate papo muito interessante e cheio de questionamentos, sobre os defensivos agrícolas com as meninas da ANDEF- Associação Nacional da Defesa Agrícola,  sobre o PL dos defensivos com a Elaine Silva ,engenheira Agrônoma e atuante na área regulatória e sobre os Mitos e Verdades dos pesticidas no Brasil com a Danielle Arouche, coordenadora de comunicação da IPA- Instituto Pensar Agro,  e aprendemos muito,  saímos de lá, todas com a sensação de que precisávamos e podíamos  fazer mais pelo agro.</p>
<p>Recebi muitos feedbacks legais, algumas mulheres me falaram que até a conversa em casa com o marido e os filhos atuantes nas propriedades estava melhor, que agora tinham conteúdo e estavam mandando bem.</p>
<p>Criamos um grupo de whatssapp das agroligadas, primeiro para todas terem informações sobre o evento e depois para discutirmos sobre os assuntos e unir mais ainda as mulheres do agro do MT. Esse grupo começou com essas 40 mulheres em agosto e em novembro já tínhamos passado 100 mulheres e elas insistiam em pedir para organizar mais reuniões como aquela.</p>
<p>Passei a conversar muito com a Elaine uma das palestrantes do primeiro encontro, me tornei amiga dela e compartilhávamos da mesma vontade, ela já havia iniciado algo parecido em SP, timidamente também, em seu condomínio, na escola da sua filha e começamos a compartilhar e planejar algumas ações com esse grupo de mulheres com longas conversas e mensagens.</p>
<p>Ficamos tão empolgadas que nos organizamos para ir ao Congresso Nacional das Mulheres do Agro em SP, que já havia participado no ano anterior e achei incrível e que naquele ano de 2018 era sua terceira edição, eu e Elaine conseguimos patrocínio para algumas camisetas com o nome agroligadas estampado na frente, combinamos de usar em um dos dias lá no congresso. Quase 30 mulheres uniformizadas e unidas já como agroligadas. Foi lindo!</p>
<p>Em novembro, organizei mais um encontro a pedido delas, que aconteceu o dia todo das 9h as 16h, no auditório do Edifício Cloves Vetoratto, sede de algumas das associações do agro. A intenção era tentar organizar da melhor forma o grupo que estava crescendo rapidamente. Pensamos para esse encontro, procurar saber oque já estava sendo feito no estado e aprender sobre comunicação e educação, afinal já pensávamos em ações com crianças e a sociedade. As palestrantes foram a Claúdia Luz – Gestora do Núcleo de comunicação e Marketing da FAMATO,  Márcia Naves do ISVOR- Comunidade corporativa  FCA Latam de Belo Horizonte, as meninas que são membros da comissão da família do Grupo Bom Futuro com cases de sucesso por lá e a Silmara Ferraresi – assessora da presidência ABRAPA.</p>
<p>Foi show também, mas o encontro terminou e não tinha certeza do que poderíamos conseguir, nada ficou claro pra mim apesar do apoio de todas não senti firmeza em continuar dali pra frente. As mulheres estavam empolgadas mas não tinham tempo para tudo aquilo.</p>
<p>Após esse segundo encontro em novembro de 2018, criei um Instagram, para divulgar o primeiro e segundo encontro, postar algumas fotos e tentar divulgar algumas informações corretas que havíamos aprendido.  Poucas mulheres do MT seguiam a pagina, os grupos de mulheres de todo Brasil começaram a mandar mensagens perguntando oque e quem eram as agroligadas e comecei então a conversar com elas, contei meus objetivos e elas me contavam os seus, como eram suas experiências, oque faziam, oque queriam, como pensavam e assim foi aumentando uma comunidade dentro do Instagram de mulheres do agro, me tornei amiga de muitas, no online mesmo, comecei a ter seguidoras que queriam ajudar. Quando contava qual era o objetivo a maioria se encantava. Recebi alguns convites para participar de encontros de mulheres do agro em Cuiabá, através do Instagram que foi uma rede de muito network para mim..</p>
<p>Chegou dezembro e aquelas mulheres no grupo estavam me enlouquecendo pois queriam saber oque íamos ser e oque íamos fazer. Naquele momento nem eu sabia, ainda trabalhava como fisioterapeuta  e tinha que dar conta das crianças praticamente sozinha numa cidade grande porque Alexandre quase não parava e quase não sobrava tempo para pensar em como prosseguir com tudo aquilo. Mas sentia que precisava e que tinha que ser eu a puxar o barco. Veio as férias, as crianças sem aula e eu sem conseguir trabalhar, me afastei do trabalho e naquele instante pairava sobre mim uma decisão que precisava ser tomada a algum tempo, abandonar ou não a profissão??</p>
<p>Decidi iniciar o ano abandonando minha profissão de formação, não pelas agroligadas mas por não estar dando conta de cumprir meu papel como mãe. Decisão difícil para mim mas necessária diante de tudo que estávamos vivendo e precisava manter minha família unida.</p>
<p>Chegou janeiro, fevereiro de 2019, e o grupo de whatssapp e o Instagram vinham crescendo e junto a pressão da mulherada em saber oque viraria as Agroligadas.</p>
<p>Existiam muitas ideias, minha e das outras mulheres também, mas me sentia sozinha e não conseguia sair do lugar. Poucas mulheres me procuraram e nenhuma se comprometia de verdade comigo. Dei uma desanimada e pensava o tempo todo que sozinha eu até conseguiria fazer algo mais que a união daquelas mulheres seria fundamental para que disseminássemos para o estado todo as verdades do agro.</p>
<p>Com os contatos da Elaine em Brasília e em SP nos tornamos conhecidas entre algumas instituições do agro e algumas multinacionais. Com a ajuda do Alexandre, meu marido também, uma vez que ele também tem uma rede de contatos no meio. Conheci o pessoal do Agrosaber que ainda estavam em fase de lançamento do canal e me ajudaram muito, o Giusti  responsável pela criação do Agrosaber nos orientou, eu e Elaine, a fazer uma consultoria de negócios para ter clareza no que éramos.</p>
<p>Orientada pela Elaine convidei algumas mulheres para uma reunião, para tentar definir quem gostaria de entrar nessa comigo. Chamei individualmente cada uma para estar lá aquele dia, sabia que todas que havia chamado poderia seguir junto a mim nesse projeto.  Compareceram 22 mulheres e era pra ser uma reunião de estruturação do movimento onde  definiríamos uma ação que para mim era clara, um dia de campo para crianças, mas a reunião não deu em nada e mal consegui contar pra elas oque planejava, foi um alvoroço aquela reunião, todas falando ao mesmo tempo, algumas contra as minhas ideias e saí de lá arrasada. Cheguei em casa e disse para o Alexandre, acho que vou deixar pra lá as Agroligadas, não vai acontecer, muita mulher, muita ideia, cada uma quer uma coisa, não acharam relevante oque propus, na verdade mal consegui falar, e esse ano decidi me dedicar mais as crianças e a mim mesmo.</p>
<p>Mas naquela noite meu celular não parou, recebi muitas mensagens de algumas daquelas mulheres presentes, para que eu continuasse, que elas estavam comigo e que apesar da reunião não ter acontecido como planejava, era para acreditar na minha ideia porque fazia sentido e era apaixonante. Algumas delas se comprometeram a estar junto a mim.</p>
<p>Acordei super animada no outro dia, falei com a Elaine e ela pediu para rascunhar os nomes e ligar para cada uma marcando assim uma reunião com uma primeira comissão.</p>
<p>Liguei uma a uma e 15 mulheres aceitaram o convite e iniciaram junto a mim o movimento agroligadas. Elaboramos nosso primeiro projeto, de patrocínio para uma consultoria de negócios afim de nos organizarmos melhor e entendermos qual seria nosso principal papel diante das mulheres e da sociedade.</p>
<p>Conseguimos o patrocínio e fizemos a consultoria, acreditaram nesse movimento desde de quando nem nós sabíamos oque ele era direito e tudo que acontecia nos mostrava o tempo todo que estávamos no caminho certo. Conseguimos definir nosso propósito, nossa missão, redesenhamos nossa logomarca, definimos governança, produzimos produtos, aumentamos nossa rede de contatos no agro e realizamos duas ações grandiosas no ano de 2019.</p>
<p>O Primeiro dia de Campo Agroligadas – Ligando o Campo a Cidade, onde atendemos 106 alunos do nono ano do ensino fundamental e professores de três escolas. O Workshop Agroligadas – Capacitar para Transformar, com a participação de 150 mulheres do estado que teve o objetivo de apresentar a estruturação do movimento e melhorar a nossa comunicação.</p>
<p>Ambos eventos de sucesso total, conseguimos apoio de todas as instituições do agro do estado e de algumas multinacionais e por onde passamos no ano de 2019 fomos muito bem recebidas e  sentíamos a todo instante que todos ansiavam por isso.</p>
<p>O ano de 2020 começou com 400 mulheres cadastradas no movimento agroligadas e foi planejado com algumas idealizações e muitas ações, mas diante a essa pandemia tivemos que reestruturar tudo. Organizaríamos alguns eventos presenciais e estaríamos concretizando o sonho de implantar núcleos locais em algumas cidades do estado e fora dele também.</p>
<p>Hoje temos mais de 500 agroligadas cadastradas, todas com ligação direta ou indireta com o agro, unidas a nosso propósito de transformar e unir a sociedade rural e urbana em uma só.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-7908 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao-1024x682.png" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao-1024x682.png 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao-300x200.png 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao-768x512.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao-76x50.png 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao-123x82.png 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao-83x55.png 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao-125x83.png 125w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/comissao.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Alguns projetos estão sendo tocados mesmo assim, um deles é  o <strong>programa agroligadas</strong> todas as terças-feiras das 12h as 13h, na rádio metrópole FM em Cuiabá que tem o objetivo de conectar o campo e cidade levando informações corretas e atuais do setor com uma linguagem acessível a todos, iniciou o ano a todo vapor e continua na ativa numa versão online.</p>
<p>Os <strong>núcleos locais</strong> estão sendo melhor organizados através de reuniões online com as mulheres interessadas, com um planejamento de ações presenciais para 2021 e com a participação dessas mulheres produzindo conteúdos para as redes delas e as nossas, melhoramos a comunicação do agro para o agro e do agro para fora.</p>
<p>Algumas parcerias e <strong>participações em eventos online</strong> que envolve a mulheres do agro e em discussões que se referem a comunicação do agro.</p>
<p>Aumentamos nosso engajamento nas redes sociais produzindo um conteúdo agro com uma linguagem simples e fácil de entender, nos tornamos mais presentes nelas, individualmente e no Movimento.</p>
<p>Duas integrantes da nossa diretoria foram convidadas para serem embaixadoras do prêmio mulheres do agro, promovido pela ABAG e Bayer, onde a premiação acontece em outubro no Congresso Nacional das Mulheres do Agro que este ano ganhou uma versão online também.  A Geni Schenkel, atual presidente do movimento agroligadas e a Dulce Chiochetta, responsável pela frente de educação.</p>
<p>Prezamos sempre por seguir nosso propósito, se faz sentido para todas nós estamos dentro e acreditamos que caminhando assim nos manteremos cada vez mais unidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-7909 alignnone" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop-1024x683.png" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop-1024x683.png 1024w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop-300x200.png 300w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop-768x512.png 768w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop-76x50.png 76w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop-123x82.png 123w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop-83x55.png 83w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop-125x83.png 125w, https://mulheresdoagrobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/workshop.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/agroligadas/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-4185" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/link.png" alt="" width="38" height="30" /></a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/agroligadas/" target="_blank" rel="noopener"> Instagram Agroligadas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/agroligadas/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-4185" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2019/08/link.png" alt="" width="38" height="30" /></a><a href="http://www.agroligadas.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Portal Agroligadas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historia-agroligadas/">História do início do Movimento Agroligadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historia-agroligadas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Histórias Inspiradoras &#8211; Especial Dia do Jornalista</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-especial-dia-do-jornalista/</link>
					<comments>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-especial-dia-do-jornalista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 22:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias Inspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[dia-do-jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://missaomulheresdoagro.com.br/?p=6832</guid>

					<description><![CDATA[<p>07 de abril o Dia do Jornalista. Eu jamais poderia deixar de registrar aqui o quão importante esses profissionais são para o Agro, setor que eu trabalho e quanto são importantes para mim. Vocês como profissionais que atuam no segmento fora da porteira, assim como eu, têm a importante missão de levar informação e conhecimento, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-especial-dia-do-jornalista/">Histórias Inspiradoras &#8211; Especial Dia do Jornalista</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>07 de abril o Dia do Jornalista.</p>
<p>Eu jamais poderia deixar de registrar aqui o quão importante esses profissionais são para o Agro, setor que eu trabalho e quanto são importantes para mim.</p>
<p>Vocês como profissionais que atuam no segmento fora da porteira, assim como eu, têm a importante missão de levar informação e conhecimento, com isso contribuindo e colaborando com um dos grandes desafios que o setor se depara: a Comunicação.</p>
<p>Em meus 24 anos dentro do Agro tive a sorte de estar próxima a grandes comunicadores, seja trocando informações, fomentando idéias ou partilhando conceitos, dúvidas e linhas de pensamento. Recebi e recebo espaço, apoio e conquistei amizades de muitos e falar o nome de todos aqui me levaria a cilada de esquecer nomes importantes de profissionais com os quais não converso por estarem em outras áreas ou terem saído do jornalismo, mas quero agradecer a todos o respeito que sempre tiveram por mim, através dessa história que recebi hoje da Agro jornalista Carla Mendes. Sintam-se abraçados.</p>
<p style="text-align: left;">Andrea Cordeiro</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Eu nasci em 15 de dezembro de 1985. Eram 23h45, quando ainda havia horário de verão, e talvez neste dia todos os astros estivessem tão alinhados e decididos em me tornar uma jornalista que essa foi a decisão mais firme que eu já tomei na minha vida. Mesmo. Eu nasci no mesmo dia do Sr. Carlos Alberto, meu pai. Ele nos deixou quando eu tinha apenas um ano, mas um legado imenso ficou no meu coração, na minha mente e em lembranças que eu, sinceramente, não consigo me lembrar, mas que eu sei que estão aqui.</strong></p>
<p>E por que você está nos contando isso tudo, Carla Mendes? Porque em uma sessão de terapia com uma das profissionais mais sensíveis que eu já tive o prazer de encontrar nessa trajetória, ela me disse com todas as letras e clareza que eu jamais havia escutado: Carla, quem te deixou o legado da comunicação foi o seu pai! Da comunicação eficiente, direta, mas, principalmente, da forma de se comunicar com ALEGRIA. Você veio para comunicar soluções ao mundo.</p>
<p>Deste dia em diante, minha visão sobre minha escolha em ser jornalista mudou completamente e ganhou ainda mais força frente a esta constatação. É herança, legado, missão e propósito. É onde minha essência e a facilidade que eu tenho com as palavras &#8211; sejam elas escritas ou faladas &#8211; ajudam outras pessoas, contribuem para outras vidas, contam histórias que mudam histórias. É onde, sendo a melhor parte de mim, eu assumo um papel de informar para mudar o mundo até onde eu posso.</p>
<p>Escrevendo ou falando, é onde me reencontro com o meu pai e onde sou tomada pela habilidade que ele tinha de se comunicar como ninguém, com uma intensidade que quem teve o prazer de ver ao vivo e a cores diz que jamais se viu igual. É onde posso onde mais me sinto filha dele, desde que essa grande terapeuta cruzou meu caminho.</p>
<p>Mais do que isso, ela me disse ainda que ao lado do legado e da missão que ele me deixou, minha força e coragem todinhas vieram da minha mãe, dona Eliana. Que mulher, senhoras e senhores! E talvez por essa força tamanha que meu caminho me trouxe ao agronegócio. Um setor ainda predominantemente masculino, mas que me acolheu com tanto respeito, apoio e estímulo que eu fico feliz em não ter uma história triste para contar de preconceito ou descrédito. Óbvio que eu tive meus momentos, mas nunca dentro da minha redação.</p>
<p>São 13 anos de profissão e 11 de carreira como jornalista do Notícias Agrícolas. Ingressei no portal como estagiária, passei a repórter, editora de conteúdo até chegar a editora chefe, que é onde estou hoje. Foi um caminho onde eu estive, o tempo todo, lado a lado com meus chefes e mentores, todos homens. E grandes homens.</p>
<p>Ao meu lado estiveram, portanto, João Batista Olivi &#8211; o maior jornalista que a agropecuária brasileira já viu &#8211; Aleksander Horta e Daniel Olivi. Juntos caminhamos e se uniu a nós a super Ana Paula Olivi, e seguimos com a missão de construir, tijolo por tijolo, notícia por notícia, o maior portal especializado em agronegócio da América Latina. Acessado em mais de 60 países.</p>
<p>Hoje, depois de 20 anos do NA, temos um time majoritariamente feminino, com jovens profissionais &#8211; não só no jornalismo &#8211; que são tão estimuladas e valorizadas quanto eu fui. São profissionais que encontraram no agronegócio o mesmo combustível que eu encontrei há 11 anos e que me abastece diariamente. Respeito é nossa base. E sempre foi. E continuará sendo. Sei disso.</p>
<p>E meu pai, que é um incansável em me mostrar que esse é mesmo meu caminho, escolhe pessoas, sem que elas saibam, para me lembrar disso. Neste 7 de abril de 2020, DIA DO JORNALISTA, um produtor rural de Tupanciretã, no Rio Grande do Sul, e por quem tenho imenso carinho e admiração, me ligou para dar os parabéns e me disse: Carla, hoje quem comunica no AGRO é a MULHER. Ela faz isso de maneira moderna, diferenciada, com outra visão e somos muito gratos.</p>
<p><strong>Eu, segurando a emoção, agradeci, agradeci e agradeci. A ele, aos meus pais, a Deus, aos meus chefes e às grandes mulheres que o agronegócio me apresentou e me ajudaram a chegar até aqui. E a todas vocês, dedico meus dias de jornalismo responsável, de qualidade, de comprometimento e dedicação. Obrigada. Que sigamos unidos, sempre segregando menos e agregando mais. Tenho muito orgulho de trabalhar para vocês, profissionais do campo. &#8220;</strong></p>
<p>Carla Mendes</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-especial-dia-do-jornalista/">Histórias Inspiradoras &#8211; Especial Dia do Jornalista</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/historias-inspiradoras-especial-dia-do-jornalista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
