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	<title>Arquivos Agroinspiradoras - Missão Mulheres do Agro</title>
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	<description>por Andrea Cordeiro</description>
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		<title>Joias inspiradas no Café &#8211; Collab de Sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 20:10:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroinspiradoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o Congresso Nacional das Mulheres do Agro realizado final de outubro em São Paulo, um projeto muito especial inspirada no café foi lançada. Andrea Cordeiro CEO do Mulheres do Agronegócio Brasil e Joana Pacheco artista brasileira reconhecida pelas peças autorais inspiradas na natureza, lançaram uma collab de jóias. No lançamento, o público, formado por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o <a href="https://www.mulheresdoagro.com.br/">Congresso Nacional das Mulheres do Agro</a> realizado final de outubro em São Paulo, um projeto muito especial inspirada no café foi lançada.</p>
<p><a href="http://www.andreacordeiro.com">Andrea Cordeiro </a>CEO do <a href="http://www.missaomulheresdoagro.com.br">Mulheres do Agronegócio Brasil</a> e <a href="http://www.joapachecojoias.com.br">Joana Pacheco</a> artista brasileira reconhecida pelas peças autorais inspiradas na natureza, lançaram uma collab de jóias.</p>
<p>No lançamento, o público, formado por profissionais do setor agro, pode conferir as duas coleções divulgadas especialmente no mês da mulher rural. Cada coelção tem sua própria embaixadora que representa as belezas, a doçura e a resiliência da cadeia cafeeira brasileira.</p>
<p><a href="https://fazendacapoeiracoffee.com.br/marisa-contreras">Marisa Contreras</a> dá cor, voz e alma à coleção &#8220;Florada&#8221; que através da suavidade das flores alimenta a alma com a promessa de grandes frutos.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/liliantrigolo/">Lilian Trigolo</a> representa a linha origem que expressa a estrutura, a força e a pujança dos campos brasileiros através dos grãos do café.</p>
<p>Ambas as coleções são customizadas artesanalmente em prata e pedras brasileiras e são delicadas e charmosas opções para presentear apreciadores de café neste Natal.</p>
<p>A venda é feita através do site <a href="http://www.joanapachecojoias.com.br">www.joanapachecojoias.com.br</a></p>
<p>Informações, Dúvidas &#8211; WhatsApp 41 &#8211; 98775-7171</p>
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		<title>Supertoscanos: quando a Itália abandonou os vinhos medíocres e virou referência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 18:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroinspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[Pé na Estrada]]></category>
		<category><![CDATA[andrea-cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agro]]></category>
		<category><![CDATA[missao-mulheres-do-agronegocio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antigamente, a fama dos vinhos italianos não era muito boa, já que visavam a quantidade e não a qualidade; entenda como essa história mudou com o surgimento de um novo tipo de vinho Quem me conhece sabe que eu gosto do universo do Vinho. Gosto de conhecer, compartilhar informações e experiências. Geralmente os presentes que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Antigamente, a fama dos vinhos italianos não era muito boa, já que visavam a quantidade e não a qualidade; entenda como essa história mudou com o surgimento de um novo tipo de vinho</h2>
<p>Quem me conhece sabe que eu gosto do universo do Vinho. Gosto de conhecer, compartilhar informações e experiências. Geralmente os presentes que ganho ou as viagens que faço estão relacionados ao tema.</p>
<p>Quando há anos eu pensei em executar o projeto do Blog Missão Mulheres do Agro, pensei em trazer uma coluna que falasse sobre o tema, pois vinho não deixa de ser agro. Mas como eu não conseguia ter naquele momento tempo para escrever sobre isso, então decidi que o blog tinha que estrear com uma matéria falando sobre vinhos portugueses, até porque sou descendente lusitana. O tema deu tão certo,que precisei publicar um outro texto para poder falar sobre algumas dúvidas e comentários que foram feitos.</p>
<p>Essa semana, após rever umas fotos de uma viagem que fiz à Itália e ter sonhado com uma paisagem linda de um vinhedo na região sul de Portugal, decidi escrever novamente sobre vinhos.</p>
<p>Mas eu não queria que fosse um texto simples, ou sugestivo, e nem de perto tivesse um viés marketeiro. Queria ao falar sobre algo que gosto, trazer de forma lúdica um pouco de conhecimento.</p>
<p>Eu pensei, pensei e acho que vou começar esse texto assim…</p>
<p>Se em alguns países há 60, 70 anos, servir vinho italiano em jantares formais era sinônimo de gosto duvidoso, hoje vivemos dias com um conceito bem diferente a esse.</p>
<p>Essa leitura sobre os vinhos italianos mudou a partir da transformação do conceito de vinhos produzidos em massa, independente da qualidade.</p>
<p>Antes, as práticas estabelecidas objetivavam quantidade. Muita uva por metro linear, muito vinho, produção grande com pouca qualidade, preço baixo o que fazia novamente o produtor buscar uma próxima produção em quantidade. E aí, nesse sistema, os vinhos italianos ficaram anos seguidos fadados à certa mediocridade.</p>
<p>Não, por favor não se irrite e não me xingue, pois, a culpa não é minha. Como uma admiradora de vinhos, pois nem sommelier eu sou, eu apenas estou traduzindo aqui o que nossos antepassados, que também apreciavam vinho, falavam. E eu posso dizer que quando eu li “A Arte de Beber”, de Marcelino de Carvalho, também senti certa irritação.</p>
<p>Voltando à história, o movimento de transformação que revolucionou o vinho italiano teve origem há 6 décadas no norte da Itália, na região da Toscana, sendo liderado pelo produtor Marquês Piero Antinori.</p>
<p><b><i>Ao assumir os negócios da família</i></b> (olha aí o tema sucessão no agro gente), Antinori viu-se insatisfeito com a baixa rentabilidade dos seus vinhos e as muitas regras e exigências para produzir o Chianti. Aqui uma curiosidade: para ser considerado um chianti, o vinho deve ter pelo menos 70% da casta sangiovese – uva produzida na região e 10% de uvas brancas italianas, e observando a proibição de castas tintas que não fossem de origem italiana.</p>
<p>Antiori, rompeu tradições e, orientado por um enólogo, inovou ao promover mudanças técnicas como a adição de castas como cabernet e merlot em suas produções. Ele teve como inspiração o Marquês <b>Mario Incisa della Rocchetta</b>, que 20 anos antes de Antiori buscou a produção de um vinho reconhecido, e foi assim que Antiori é hoje tido com o pai dos Supertoscanos, vinhos que começaram a ser produzidos não observando as normas de produção da Denominação de Origem da época, a Chianti.</p>
<p>Foram anos de inovações em conjunto a um cultivo de grande cuidado para que em 1942 ficassem prontas as primeiras garrafas de Sassicaia. Aqui. uma outra curiosidade: no início o vinho fora produzido somente para consumo familiar e a primeira safra comercializada foi de 1968 após a criação da Denominação de Origem Controlada para os Supertoscanos 1967.</p>
<p>Essa transformação no produzir, que gerou desgastes, aflições, questionamentos mostrou-se assertiva à medida que os vinhos da produção de Antinore eram de excelente qualidade e atraiam olhares interessados de outros produtores da mesma região. Com isso, a transformação observada em uma família produtora alcançou interesse e adesão dos produtores locais que observavam a melhoria de qualidade e preço.</p>
<p>Para finalizar, quero fazer um paralelo desse processo de mudança da Denominação de Origem do Supertoscano com momentos e situações das nossas próprias vidas.</p>
<p>Muitas vezes estamos descontentes com uma situação ou vivemos um cenário morno ou ruim e por ser cômodo continuamos a viver daquela maneira por que as consequências da mudança assustam ou incomodam. Outras vezes achamos que precisamos ser 100 % nós e descartarmos a influência ou o peso de terceiros. Muitas vezes nossa zona de conforto nos cega e se não somos corajosos para olhar fora dessa bolha e observar possibilidades, continuaremos ali e muito possivelmente fadados a uma certa mediocridade, igual à mediocridade daquele vinho há 70 anos.</p>
<p>Mudanças irritam, incomodam e fomentam dúvidas durante o processo, mas costumam nos transformar em pessoas melhores. Nesse sentido, eu decidi ser esse supertoscano aí e me provocar a viver processos de renovação, recriação. E neles eu tento diariamente romper conceitos limitantes que tenho sobre mim mesma. Não é fácil não, mas estou no caminho de uma safra de qualidade, talvez muito em breve numa <i>millésimé </i>e se eu puder despertar em você algo melhor, que seja agora e que seja através dessa reflexão sobre os vinhos italianos do passado e dos atuais… Não tenha medo de se reinventar, não tema a inovação.</p>
<p>E se possível me diz se você já teve a oportunidade de tomar um Sassicaia… Eu já… Aproveitei uma vez que fui aos Estados Unidos e o dólar estava numa ótima relação e tomei “uma tacinha de 20 ml” de uma safra premiadíssima em uma loja em Winter Park, super famosa por receber apreciadores de vinho que querem tomar um bom rótulo pagando fracionado.</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/07/07/supertoscanos-quando-a-italia-abandonou-os-vinhos-mediocres-e-virou-referencia/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>A crise do coronavírus pode ser um excelente momento para se reinventar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 12:41:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroinspiradoras]]></category>
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		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já vou avisando: meu texto dessa semana tem uma linguagem um pouco diferente do que costumo adotar. Como colunista, eu bem sei que esse espaço está relacionado a assuntos agro, técnicos ou não, mas desde o início eu tive liberdade para falar aqui de assuntos que eu quero e por isso resolvi abordar conceitos que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já vou avisando: meu texto dessa semana tem uma linguagem um pouco diferente do que costumo adotar. Como colunista, eu bem sei que esse espaço está relacionado a assuntos agro, técnicos ou não, mas desde o início eu tive liberdade para falar aqui de assuntos que eu quero e por isso resolvi abordar conceitos que remetem à religiosidade.</p>
<p>O objetivo aqui não é fazer apologias a qualquer temática e não existe no texto qualquer forma de julgamento, mas para chegar ao ponto que eu quero, preciso contextualizar minha influência religiosa.</p>
<p>Fui criada em uma família eclética. Mão católica e pai, espírita. E para quem aqui pensar que por essa dualidade existiam conflitos familiares, posso garantir que não havia. Pelo contrário, havia sim uma sinergia entre os ensinamentos.</p>
<p>E ter sido criada em uma família assim, cresci altamente questionadora e mente aberta a vários conceitos e possibilidades. Aprendi que nada na vida acontecia sem um motivo. Que tudo estava relacionado a um contexto maior e que deveríamos tirar de momentos ruins lições para os momentos bons que logo retornariam.</p>
<p>Dentro do que aprendi, curiosamente, me chamava atenção o fato que meus pais reforçavam que mesmo quando se queria muito algo, era necessário demonstrar e reforçar nossas vontades com atitudes e não ficarmos apenas esperando a vontade divina. Aprendi desde cedo que nossas atitudes perante às adversidades fariam toda a diferença e que criariam um “carma bom” em um futuro próximo.</p>
<p>Bom, tendo dito isso, agora posso linkar o meu aprendizado aos dias de isolamento social que a maioria de nós está vivenciando, no qual dúvidas são nossas melhores amigas e sensações, palavras e pensamentos nem sempre centradas nos alcançam. Nesses dias de quarentena, eu me deparei com uma realidade.</p>
<p>Comecei a ver pessoas próximas a mim perdendo foco, a fé e até mesmo a cabeça. Percebi que muitos de nós realmente não sabe lidar com o afastamento social e com o que isso representa para a maioria de nós: cancelamentos de compromissos, prestações de serviços e consequentemente queda brusca de receita no orçamento mensal e contas em atrasos ou endividamento.</p>
<p>Com tanta gente perto de mim demonstrando fragilidade em meio às incertezas, eu passei a me questionar como eu poderia passar por elas e ainda sim ser fortaleza. Como eu, Andrea, poderia agir para garantir momentos mais leves a mim e aos que amo.</p>
<p>Como poderia eu me reinventar e extrair desse momento atual ferramentas que ajudassem meus próximos e que também contribuíssem para meu crescimento pessoal e profissional.</p>
<p>E essas têm sido perguntas recorrentes. Eu me questiono diariamente como posso, dentro das minhas limitações, fazer a diferença e ser um instrumento para ajudar o mundo e me ajudar também. Sim, pois eu também tenho os meus momentos de dúvidas, de questionamentos e de ausência de respostas certeiras.</p>
<p>E foi aí que eu decidi redefinir meus propósitos. Se antes eu acordava agradecendo e projetando palavras chaves de sucesso e equilíbrio emocional, hoje passei a exercitar com maior intensidade tais exercícios. Passei a me conectar mais fortemente a Deus e a buscar em mim, através do exercício da fé, respostas que não tenho.</p>
<p>Em paralelo, passei a reforçar em mim algo que aprendi há muitos anos: <b>Em</b> <b>momentos de crise, as pessoas e empresas se reinventam. Os conceitos se reconstroem.</b></p>
<p>Passei também a me questionar o que eu poderia fazer diferente em meu dia a dia que agregasse minha vida profissional. Não pense que aqui foi diferente do que aconteceu a muitos que conhecemos. Minhas palestras foram canceladas, as consultorias que eu prospectava, abortadas, assim como os projetos de curto e médio prazos que estava desenhando. Sim, meu horizonte profissional também ficou sem grandes perspectivas.</p>
<p>Agora se para isso não tinha ou tem remédio, friamente eu me pus a analisar como seriam as coisas a partir do momento que os negócios retomarem. Como eu estaria profissionalmente na hora da retomada. Até porque isso vai acontecer. O vírus será controlado. As nações se voltarão a retomada progressiva do cotidiano. O petróleo vai subir, bolsas vão aproveitar as oportunidades, os países vão precisar demandar alimentos… E, com isso, eu me peguei pensando em como eu gostaria de estar nesse momento. No momento em que as empresas voltassem a recontratar cursos, palestras e missões. No momento que os compromissos cancelados começassem a ser retomados?</p>
<p>E foi bem assim e, há exatos 35 dias, que eu me olhei com imparcialidade e decidi que eu estaria no melhor lugar da prateleira que pudesse e não simplesmente apenas na prateleira.</p>
<p>Decidi aproveitar meu tempo para colocar em ação tudo aquilo que eu procrastinava. Sim!!! Você ouviu bem. Eu do alto de minha “experiência” de 24 anos de profissão, estava cheia de vícios limitantes, achando que não tinha tempo para nada e que minha rotina era toda calculada. Não era e hoje eu sei, ainda bem!</p>
<p>Percebi que eu consumia muito tempo pensando em assuntos diversos, em outras pessoas, que dava importância a assuntos vazios e vinha gastando meu tempo precioso em futilidades, perdendo tempo precioso em redes sociais e como uma malabarista tentando levar simultaneamente 5 ou 6 projetos diferentes.</p>
<p>De modo frio e calculista, identifiquei o que era prioridade pra mim e com base nisso desenhei estratégias.</p>
<blockquote><p>Parei de ler a maioria das mensagens dos grupos de WhatsApp. Lá havia muita briga, ego, polêmicas, notícias sensacionalistas e vazias;</p></blockquote>
<blockquote><p>Passei a conversar com as pessoas por telefone e não apenas com um simples “oieeeee”, passei a ler conteúdos técnicos que me interessam, estudar inglês por pelo menos meia hora por dia, anotar minhas percepções, ideias, coisa que nos últimos anos estavam todas na esfera mental. Também aceitei com humildade o poder de alcance do mundo virtual, coloquei minha timidez de lado e abri uma conta no Youtube. O mundo virtual existe e pode ser um aliado;</p></blockquote>
<blockquote><p>Reconheci algumas limitações, passei a dizer mais “Não posso. Isso foge da minha alçada” e tudo como mágica me fez ter mais tempo para mim. Não de uma forma egoísta, mas da forma como sempre deveria ter sido, uma forma equilibrada. Até porque ninguém vai pagar minhas contas e viver meus problemas. E tudo isso isso me fez muito mais aberta a outras possibilidades;</p></blockquote>
<blockquote><p>Também montei uma rotina diária de trabalho e estipulei tempo por segmentos. O que era do blog, redes sociais, missões, produção de conteúdo escrito e de vídeo;</p></blockquote>
<blockquote><p>Passei a ler mais livros e reler material de cursos já feitos. Estabeleci horários para alimentação. Se antes era comum almoçar pelas 15h, hoje 12h30 estou sentada à mesa. Com isso reencontrei o equilíbrio.</p></blockquote>
<p>Bom, eu sei que nem todas as pessoas respondem aos mesmos estímulos da mesma maneira e o que funciona pra mim não significa que funcionará para você, mas tendo eu feito toda essa revolução na minha rotina, só posso te incentivar a tentar também.</p>
<p>Defina seus objetivos e estabeleça as regras para alcançá-los. Identifique suas aptidões e limitações. Respeite sua essência e se conecte a sua missão. Não se cobre tanto, mas tenha consciência que você pode mais.  Acredite sim em você, mãos à obra e boa sorte. E se quiser compartilhar, vou amar saber o que você tem feito para ser uma pessoa melhor.</p>
<p>Vamos com fé e fazendo nossa parte!</p>
<p>Um abraço,</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/04/14/a-crise-do-coronavirus-pode-ser-um-excelente-momento-para-se-reinventar/" target="_blank" rel="noopener">Fonte: Blog Agroinspiradoras &#8211; Canal Rural</a></p>
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		<title>ONU e a desigualdade entre homens e mulheres</title>
		<link>https://mulheresdoagrobrasil.com.br/onu-e-desigualdade-entre-homens-e-mulheres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 15:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroinspiradoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo os estudos, somos nós, mulheres, que temos a menor chance de chefiar empresas e negócios; entenda este cenário. &#160; Em agosto eu escrevi aqui um texto intitulado ‘ONU e nós, mulheres. Entenda essa relação’ e pontuei quais foram os 12 direitos que a ONU elegeu como os mais importantes às mulheres e meninas, como o direito [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br/onu-e-desigualdade-entre-homens-e-mulheres/">ONU e a desigualdade entre homens e mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://mulheresdoagrobrasil.com.br">Missão Mulheres do Agro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Segundo os estudos, somos nós, mulheres, que temos a menor chance de chefiar empresas e negócios; entenda este cenário.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em agosto eu escrevi aqui um texto intitulado ‘<b><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2019/08/29/onu-e-nos-mulheres-entenda-essa-relacao/">ONU e nós, mulheres. Entenda essa relação</a>’</b> e pontuei quais foram os 12 direitos que a ONU elegeu como os mais importantes às mulheres e meninas, como o direito à vida, à liberdade de pensamento, a liberdade de informação e educação. Esses são apenas 3 de 12.</p>
<p>Nele, eu também escrevi sobre como a <b>ONU Mulheres trabalha a divulgação desses direitos </b>e elenquei os 7 princípios de Empoderamento das Mulheres e nesse ponto cito um em especial, o princípio 2 que é tratar mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação.</p>
<p>Ao finalizar aquele texto prometi que voltaríamos a falar mais sobre esses direitos e princípios e aqui estamos novamente para dessa vez falar um pouco sobre <b>desigualdade de gênero</b>.</p>
<p>Segundo estudos promovidos mundialmente, cerca de <b>1/3 das mulheres já sofreram algum tipo de violência por parte um parceiro</b>. Chocante né? Mas eu não estou aqui dizendo que esse dado é de um ou outro país. O estudo aponta que o percentual médio é mundial.</p>
<p>Pois é, mais não para por aí. Você sabia que ¾ das vítimas de tráfico são mulheres? Ou então que 2/3 da população analfabeta é mulher composta por mulheres e meninas?</p>
<p>Em maior proporção mulheres e meninas continuam sem acesso aos serviços mais básico de saúde. Difícil acreditar, mas ainda hoje em países de baixa renda a maior causa de morte entre meninas entre 15 a 19 anos decorre do parto ou de problemas no pós-parto.</p>
<p>Se passamos do âmbito pessoal para o político percebemos que apenas 22 % dos cargos parlamentares em todo o mundo são exercidos por mulheres.</p>
<p>E se daí analisarmos o aspecto profissional, damos de cara com muitas desigualdades também. Estudos mostram que mulheres exercendo as mesmas atividades que homens ganham entre 10 a 30% a menos.</p>
<p>Somos nós mulheres que na média dedicamos entre 1 a 3 horas diárias a mais para trabalhos domésticos e que dispomos por dia entre 2 a 10 vezes mais tempo que o homem no cuidado familiar.</p>
<p>Segundo os estudos, somos nós mulheres temos a menor chance de chefiar empresas e negócios. No geral e na média, cargos de liderança são exercidos por homens.</p>
<p>E aqui, olhando para o meu umbigo, e me analisando como profissional, sinto uma profunda dor ao ver que no Brasil mesmo existindo cada vez mais mulheres preparadas ( sim, mais preparadas porque estudamos mais) e percebendo que as empresas vêm adotando práticas para corrigir essas desigualdades, ainda assim somos minoria e que temos um caminho grande até o ponto de equilíbrio.</p>
<p>Idealista como sou desde pequena, mas defensora também da meritocracia, eu me pego frequentemente pensando em como colaborar a diminuir essas diferenças de forma equilibrada, uma vez que não acredito no radicalismo. E sinto que a minha ferramenta é justamente essa, escrevendo, ajudando a mostrar que essas desigualdades acontecem.</p>
<p>Sei que apenas pelo fato de estar escrevendo esse texto, e de falar sobre isso, acabo por despertar o interesse pelo assunto.</p>
<p>Pessoalmente, acredito que temos que desmistificar o tema, tirar a venda dos olhos e pararmos de fingir que isso não existe ali bem perto de nós. Existe sim.</p>
<p>No aspecto profissional várias de nós conseguem ser mais fortes preparadas e capazes e ter mais condições financeiras e acesso à educação, saúde, infraestrutura e enfrentar a caminhada, mas outras não.</p>
<p>E é por isso que acredito em especial, nos programas promovidos nas grandes corporações em conformidade com as ações fundamentadas pelos Princípios de Empoderamento das Mulheres, da ONU Mulheres. Essas corporações dentro da meritocracia aplicam ações para promover a capacitação e engajamento das mulheres.</p>
<p>Que esse compromisso se multiplique em cascata e que possamos caminhar com objetivos bem definidos para diminuir as diferenças e construirmos juntos, homens e mulheres, meninos e meninas, um país melhor, um mundo melhor.</p>
<p><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2020/01/23/onu-e-a-desigualdade-entre-homens-e-mulheres/" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p>
<p>Caso você não tenha lido &#8216;<b><a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2019/08/29/onu-e-nos-mulheres-entenda-essa-relacao/">ONU e nós, mulheres. Entenda essa relação</a>’</b>, recomendo a leitura. <a href="https://blogs.canalrural.com.br/agroinspiradoras/2019/08/29/onu-e-nos-mulheres-entenda-essa-relacao/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui.</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1118" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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		<title>O que é conhecimento pra você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2019 18:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroinspiradoras]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine do Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pra mim é essencial e uma ferramenta de valorização Desde pequena costumava sentar na roda de adultos e escutar assuntos diferentes. Questionava muito, confesso, e não aceitava nunca o “porque não” dos meus pais, coitados! E assim criei meus filhos, procurando responder com conteúdo, mesmo às vezes, cansada ao extremo da rotina do trabalho, escorregando um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Pra mim é essencial e uma ferramenta de valorização</p></blockquote>
<p>Desde pequena costumava sentar na roda de adultos e escutar assuntos diferentes. Questionava muito, confesso, e não aceitava nunca o “porque não” dos meus pais, coitados! E assim criei meus filhos, procurando responder com conteúdo, mesmo às vezes, cansada ao extremo da rotina do trabalho, escorregando um porque não.</p>
<p>Mas como filhos da mãe que têm, Thalita e Marcos Vinicius respondiam em alto e bom tom, “porque não, não é resposta mãe!”</p>
<p>Aqui entre nós, vou confessar publicamente que não gosto e evito ao máximo usar a palavra “empoderamento”. Prefiro usar a palavra Valorização. E uso sempre.</p>
<p>No meu entendimento, o caminho para a excelência nas corporações é a capacitação de seus colaboradores e cada vez mais as empresas capacitam suas equipes, até mesmo correndo o risco de “perder” colaboradores para a concorrência.</p>
<p>Se como corporação estou preocupada em oferecer serviço de qualidade, tenho obrigatoriamente que ter gestores de qualidade.</p>
<p>Mas já que estamos entre amigos, eu me permito ir além: essa prática não é obrigação da empresa.  Cada profissional deve por si só investir em conhecimento e é essa a ferramenta que diferencia profissionais.</p>
<p>Saia da sua zona de conforto e faça algo diferente, adquira novos hábitos. É irritante no começo, mas vale a pena.</p>
<p>Assista menos TV, invista em cursos técnicos como idiomas ou um MBA, matricule-se em curso aleatório como programação neurolinguística, sommelier, artes, o que você quiser.</p>
<p>Leia e leia muito, leia sempre. Leia livros, jornais, blogs. Crie um clube do livro na empresa que trabalha ou no bairro que reside.</p>
<p>Deixe uma caderneta na bolsa ou pasta, outra em sua cabeceira e rabisque ideias num papel, papel mesmo, assim você exercita a escrita, tão em desuso em tempo de celulares cada vez mais “smarts”.</p>
<p>Na academia, ouça Podcasts de temas variados ao invés de só ouvir música. Caminhe a pé em seu bairro e interaja com as pessoas na rua, você vai aprender algo novo. Frequente Museus, viaje…</p>
<p>Mudanças pequenas de hábitos fazem a diferença. E olha só, para você não achar que eu falo muito e não faço nada, hoje,  final da tarde, depois de muito tempo sedentária, retomo minha academia e já separei até a palestra que vou assistir enquanto estiver na esteira.</p>
<p><b>#conhecimento</b> <b>#valorização</b><br />
<img decoding="async" class="size-full wp-image-1118 alignleft" src="http://missaomulheresdoagro.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ass-andrea-cordeiro.jpg" alt="" width="230" height="41" /></p>
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<p>Fonte: <a href="https://blogs.canalrural.uol.com.br/agroinspiradoras/2019/" target="_blank" rel="noopener">Matéria escrita por Andrea Cordeiro para o Blog <strong>Agroinspiradoras</strong> do <strong>Canal Rural</strong></a></p>
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